12 de jun. de 2008

A pergunta da semana é...

O que você faria se encontrasse seu artista preferido?

Surgiu esse assunto no salão esses dias. Uma das clientes está trabalhando no Rio e vive no aeroporto de lá, cheio de famous people. Ela estava contando que não tem coragem, mas que tem um monte de gente que pede autógrafos e fotos. Segundo ela, só nessa semana encontrou Cléo Pires, Flávia Alessandra, Leandra Leal e Rodrigo Faro.

Eu acho que não faria nada também, só ia ficar olhando pra eles... rsrs, reparando. Massss, se eu encontrasse a Angélica, eu corria atrás dela e pulava! rs Com certeza pediria um autógrafo (pra que serve um autógrafo?) e ia tirar uma foto e colocar no orkut!!! Ah, a Sandy também. Acho que só, a Angélica é a única pessoa famosa que morro de vontade de conhecer pessoalmente, já que ela me fez companhia durante toda a infância!


(Super romântico meu post no dia dos namorados, né? É que quando eu falei feliz dia dos namorados pro meu, ele disse "ah é, né? feliz dia dos namorados...", então eu revoltei.)

8 de jun. de 2008

Amigas

(Porque eu estou em uma fase Chiquititas da vida, mas isso fica pro outro post...)

Não há memória onde não apareçam
E nem lembranças em que elas não estejam
Tanto nos dias tristes e felizes
Foi com elas que eu ri e chorei

Se estou longe as sinto por perto
Nunca ninguém vai nos separar
Elas guardam todos meus segredos
É um tesouro a nossa amizade

Amigas, amigas
Companheiras da minha vida
Amigas, com vocês eu inventei
Um mundo de carinho a dividir com vocês
Amigas
As melhores que sonhei
Amigas, amigas
Presentes da minha vida
Amigas, com vocês eu aprendi
Que juntas jamais seremos vencidas, amigas

Amigas para sempre


Vocês nem tem idéia das coisas sobre as quais conversamos quando tiramos essa foto aí... hahahaha...

5 de jun. de 2008

Dia daqueles...

Hoje estou feia. Parecendo umas dessas bruxas que andam por aí com três narizes cheinhos de verrugas cabeludas. Meu cabelo está sem jeito, me arrependo de ter cortado, queria ele comprido e agora está nesse meio-termo que enrosca no pescoço. Minhas roupas não servem mais, também, que roupas aguentam 5 novos kilos a cada dia? Não estou mais indo pra academia e já me sinto flácida. Não que estivesse adiantando a academia, mas agora estou bemmm mais gorda.

Meus pais, definitivamente não me amam mais. Minha mãe esqueceu de me contar que foi visitar a neném da Solange e eu fiquei extremamente magoada com isso. E eles esquecem o tempo todo que eu não como pão e ela faz bife com tomate (tenho nojinho!), sinal de que perderam toda a consideração pela minha pessoa. Ontem, quando eu disse que não queria o purê, eu não queria mesmo. Só comi porque estava com muita fome (e porque preciso manter os 5 novos kilos).

Eu e o Du estamos pra terminar. Ele definitivamente não gosta mais de mim. Quando liguei pra ele e caiu na segunda linha, tenho certeza que ele tava falando com alguma outra e não quis me atender. Ele também gosta mais da tv nova do que de mim e isso é o fim. Ele tem sido indiferente em todas as novas conversas e eu sinto um vazio dentro de mim que não tem como preencher.

A Taís também não é mais minha amiga. Ela não quis me atender no telefone hoje. Pediu até pra avó dar a desculpa de que ela dormiu porque estava com dor de cabeça, mas eu sei a verdade.

Quis que a velhinha explodisse hoje quando ela pediu meu lugar no ônibus. Eu não queria dar! Dei de mal gosto. Fiquei irritada também com o motorista do ônibus quando ele deixou uma mulher mendiga entrar pela porta de trás, já estava apertado, ela estava fedida e eu tinha acabado de perder meu lugar. Se ele quer fazer boa ação, que fique perto dela! Aí pensei como a vida é injusta comigo, como eu não tenho amigos e como sou imprestável.

Chorei assistindo Malhação. Cúmulo, eu sei. Mas foi emocionante! Quando o Gustavo cantou a música no festival que ele escreveu pra Angelina eu não contive as lágrimas. Elas foram confundidas com uma gigante gargalhada logo depois que a Yasmim fez alguma piada tosca que eu normalmente acho engraçadinha mas não chego nem a sorrir.

Agora sim vocês sabem como é uma mulher no auge da TPM. Logo passa, e eu desacho tudo que estou achando.

3 de jun. de 2008

Eu não vou me acostumar...

Não vou mesmo. Tem coisas que a gente não acostuma nunca. Por exemplo, acordar cedo. Eu faço isso desde a quinta série, mas eu não me acostumei ainda. Fico sonolenta a manhã toda, meio lerdinha, e quando chega o domingo, eu durmo até tarde, não tem essa de "estou acostumada a acordar cedo".

Outra coisa que não vou me acostumar é com a minha avó. Ela era ativa, cozinhava tão bem, como assim agora ela fica resmungando na cama e se recusa a dobrar as pernas pra sentar no banheiro e fazer xixi? Não é nem justo... Minha mãe pode fazer quantos feijões com escarola ela quiser, e minha tia as porpetas, nenhuma tem o gosto das da minha avó.

A morte é outra que não tem jeito. Quando abro sem querer um arquivo no hospital dizendo "tal pessoa chegou com tais problemas e foi à óbito às tal horas do dia tal", eu fico profundamente triste e penso como deve ter sido chato, como não deve estar a família, se foi recente ou não...

Pior que a morte, acho mais difícil ainda ver alguém que está muito mal e não poder fazer nada. Ler os posts, não saber o que comentar mais, não saber o que falar em uma ligação, não saber o que fazer pra ajudar porque sei que não vai diminuir em nada a dor. Não consigo me acostumar, não sei o que fazer. A situação é tão nova. Tem coisas que, de verdade, precisam de muito mais que anos pra que a gente get used to it...

2 de jun. de 2008

A pergunta da semana é...

Você luta pelo que realmente quer?

Tudo bem que arianos nem sempre jogam limpo, mas admiro um pouquinho o quanto são determinados e lutam pelo que querem.

Eu confesso que apesar de querer muito algumas coisas, nem sempre brigo por elas o quanto deveria. Às vezes penso até que se eu fosse mais esforçada ou menos preguiçosa, alcançaria mais meus objetivos. Por não conseguir, acho que apesar de estar fazendo tudo que posso, parece que não estou me esforçando o suficiente, se não deu certo, é porque eu deveria ter brigado mais.

Aí repenso. Eu deveria ter brigado mais ou é apenas meu superego me cobrando mais? Acontece que eu acho que eu não dou o máximo de mim pra conquistar as coisas que quero de verdade.

31 de mai. de 2008

O caso do velho

Aconteceu sexta-feira no metrô. Depois da normal confusão de entrada na Sé sentido Corinthians-Itaquera, às 2 horas da tarde (não é pico, mas está sempre cheio), um senhor em pé, bem idoso, com aparelho de audição e todos os fios brancos começou a gritar com um jovem que estava sentado no banco reservado: "Você é um idiota sem educação, um besta, um sujo, eu vou meter a mão na sua cara" e blá blá blá.

O rapaz sentado apenas dizia "bate então". E o velho revoltado: "você acha que eu não tenho coragem??? Você vai ver quando a gente sair daqui, eu vou quebrar a sua cara". A cena era ridícula, o velho estava para ter um ataque. Aí então, em voz alta, ele começou a explicar o acontecido. Disse que pediu pro menino dar lugar pra senhora com a criança no colo, e que o menino achou ruim. Então, ele pediu desculpas com um tapinha nas costas e o menino mandou não encostar. Foi aí que começou a confusão. E o velho voltou a gritar com o menino.

"Você sabe que esse banco é pra idoso ou mulher com criança no colo?", perguntou o velho. A resposta foi "eu sei dos meus direitos, senhor". "Não vai me dizer que você é aleijado?!". Nessa hora, o menino que estava sentado com um guarda-chuva entre as pernas, sentou o guarda-chuva na cabeça do velho e a confusão começou. Todo mundo começou a xingar o menino, ficaram do lado do velho e me falaram pra segurar a porta, coisa que não consegui. A mulher então quebrou o "alerta" de segurança e assim que parou no Brás, os guardas já estavam lá.

O velho se sentindo com a razão, apoiado por todos foi em direção ao guarda. E o povo apontava "é ele o rapaz". O guarda falou então pro rapaz sair do metrô e quando ele saiu, pra surpresa geral, ele tinha problema na perna sim e por isso, tinha direito sim de se sentar no banco reservado sem ter que ficar dando maiores explicações pro velho. As portas do metrô se fecharam e o caso ficou pra trás, mas agora os comentários eram outros. Todos diziam como o velho era intrometido, que ele estava errado e blá blá blá.

Moral da história? Se cada um cuidasse da sua própria vida, ah como seria bom...

29 de mai. de 2008

Como se fosse a primeira vez

Acho que todo dia 1 sempre será como se fosse a primeira vez...

E justamente na semana em que completaria 1 ano em casa, arrumei um estágio. Lá onde faço curso, eles fazem no mesmo dia uma prova de conhecimentos específicos e uma outra sem noção do tipo "O que você faria no seu primeiro dia de estágio". Aí, eles classificam as pessoas e encaminham para as vagas de estágio conforme elas vão aparecendo. Imaginem o quanto não fiquei surpresa quando fui chamada, a segunda ou terceira da minha turma (são três turmas).

Como as coisas costumam ser mais difíceis pra mim (o que tende a mudar, pois estou seguindo os conselhos da minha mãe de ser mais positiva!), o lugar para o qual fui encaminhada precisava de entrevista. Das cinco meninas enviadas, ficariam três. Eu tive umas crises de ansiedade que levou ao post aí de baixo, mas felizmente eu fui escolhida. Nova crise que me fez parar no médico com febre e dor de garganta, mas hoje comecei meu estágio, finalmente!\o/

Estou estagiando no Regulatório da Pesquisa Clínica do Hospital do Câncer. É por um curto período de tempo, mais mesmo pra gente ter uma prática na área e eu estou muito feliz =). Primeiro dia é sempre primeiro dia, né? A gente não sabe direito o que falar, o que fazer, pra onde olhar, mas acho que deu tudo certinho. Quem vê pensa que eu nunca trabalhei em outro lugar, é quase como se eu já não tivesse tido outros 3 primeiros dias em outras empresas....

E eu sei que é só um passinho, mas o começo é assim mesmo, pelo menos já é alguma coisa. Como disse, estou feliz!

27 de mai. de 2008

Vai um pouquinho de ansiedade aí?

Minha mãe conta que fui é bem preguiçosa pra sair da barriga, mas desde que me entendo por gente, tenho pressa. Pode até ser por causa do signo, aquarianos costumam ser pra frentex, mas eu acho que sou só eu mesmo.

Balanço as pernas o tempo todo, já contei isso aqui, e acho que é uma tentativa de apressar o tempo, fazer o relógio andar mais rápido. Não resolve, mas sempre sofro pra que as coisas cheguem rápido, que passem logo e isso atrapalha, porque nem sempre curto tudo que dá.

Quando era pequenininha, sofria com os passeios da escola. Na semana, eu tinha febre, passava mal de tanta ansiedade e quase não acreditava quando realmente chegava. Achei que com o passar do tempo me acostumaria com novidades e seria diferente, minha mãe mesmo falava isso pra mim. Como eu estava enganada...

Acho que hoje em dia é pior. São as entrevistas, provas e concursos, festas gigantes, pessoas pra conhecer, coisas pra mostrar. Eu tenho não só a febre, o mal-estar, como dor de barriga dias antes de acontecer o que tem que acontecer. Parece que é o primeiro-beijo, todas as vezes que tem alguma nova situação pra passar.

Como eu disse, não sei se é o signo, se sou eu mesma e se um dia passa. Sei que estou disposta a dividir minha ansiedade com quem quiser! É muito só pra mim =/ Não quero nem ver, quando eu for casar, vou passar a semana inteira no banheiro, depois passar em um hospital pra hidratação e só depois tem casório...

26 de mai. de 2008

Tem lembrancinha?

Quem não gosta de uma boa lembrancinha??? Eu aceito qualquer uma! Pode ser de casamento, noivado, bodas de ouro, chá de bebê, nascimento, realmente não importa. O que importa é que seja bonitinha e útil!

Sempre lembro de pegar uma lembrancinha no final das festas. Tem umas super úteis. Desde uma caixinha de madeira que está atualmente na moda, até os imãs de geladeira que uso no quadro de fotos. Pode ser um porta-lembrete, pode ser um pesinho de papel feito de biscuit, eu topo.

Foto é uma lembrancinha que não conta muito... A gente não tem muito o que fazer com ela, ainda mais porque é dos outros e acaba sendo perdida em algum álbum da família. Os buffets que têm inovado pra caramba ultimamente, como sempre consigo uma lembracinha na festas das crianças, tenho, por exemplo, a bola do "Território da Alegria" e o copo do "Happy Kids". Abaixo a sacolinha surpresa! Abaixo a sacolinha surpresa! Só tem porcarias e coisas engordantes.

Melhor que lembrancinhas, são os brindes em feiras e eventos. Por favor, me dêem sacolas, quanto mais, melhor! Eu adoro ganhar aquele monte de papel que eu nunca vou usar pra nada. Depois, conto a quantidade de canetas (brinde mais comum) que adquiri pelos corredores e às vezes, tem até uns brindes extras, como uma garrafinha de água ou um termômetro do humor.

Dá uma olhada na última que ganhei. É do casamento de uma cliente da minha mãe. Mesmo não indo no casamento, como a gente participou do dia dela, ela trouxe uma lembrancinha pra cada uma.


Não é lindinho? Como não se apaixonar por uma lembrancinha???

22 de mai. de 2008

Família Costa

Quanto eu era pequena, minhas primas falavam que eu não era prima delas porque o nosso sobrenome era diferente. Eu ficava triste e falei até pro meu pai que odiava ser uma Lepore. Minhas primas eram Costa, como a minha mãe e eu não era nem filha da minha mãe e nem parente das minhas primas e tias preferidas.

É que a família Costa é assim, todo mundo é maluco. Eles são divertidos, engraçados, companheiros e principalmente unidos. Toda família tem seu lado meio obscuro, mas de uma maneira ou de outra, essa aqui se sai muito bem de todas essas enrascadas. Também, são 9 irmãos, 9 cunhados, uns 20 filhos, com 2 já casados e com mais 4 filhos.

Acho que o principal para saber o quanto uma família é unida, é permanecer unida mesmo quando não há mais base. Meu avô eu nem conheci. Minha avó se foi há 4 anos. E a gente ainda vai na "casa da vó " pra fazer churrascos, festas e encontros, mesmo que ela seja agora apenas de um dos tios. É assim que a gente está acostumado a chamar e querendo ou não, lá continua sendo o cantinho mais aconchegante para encontrar a turma.

Já a família do meu pai, os Lepore, não são nada unidos. Desde o falecimento do meu avô há 2 anos, eles não quiseram saber de mais nada. Não tem mais Natal, não tem mais Sexta Santa, não tem mais nada. Nem a minha avó foi suficiente pra manter a família unida. Acho que por isso, desde pequenininha eu quis ser Costa. Já sentia as vibrações malignas...

Eu não sou parenta de nome da Julie Costa Silva ou da Gabriela Cristine Costa. Mas minhas tias casaram com uns italianos chatos que nem meu pai e também não colocaram o Costa. E apesar de também não ser parenta de nome da Bruna Caputto e nem da Giuliana Pandolfi, nós somos bem no fundinho todas um poquinho de Costa.

E seja bem-vindo à família Costa, Pedro Henrique Caputto, você caiu no mundo na família certa!

19 de mai. de 2008

Ela

Eu esperei a ocasião certa. Achei que talvez no Natal, já que somos tão natalinas, em algum dia dezoito à 1:22, ou até mesmo no aniversário dela. Mas aí, todas as vezes que sentava pra escrever eu pensava que seria muito óbvio um post assim, por exemplo, no aniversário. Eu queria mais, queria retribuir aquele post, mas não sabia como.

Percebi que não precisa de datas especiais para isso. Era só sentar aqui e escrever... Mas escrever o quê?

Eu não sei se vem de outras vidas, se vem da nossa boa vontade, naturalidade ou sei lá o que.

Quando conheci a Taís, eu não achei que passaria daquela aula da Patrícia. Achei que ela tinha muitas pintinhas no rosto e ela foi antipática comigo na hora do intervalo. Lembro tão bem do primeiro dia de aula e da primeira vez que nos encontramos no ônibus, mas não lembro como essa amizade se desenvolveu. Ela era chatinha, falava que gostava do Rrós (sério, não Ross, Rrós) de Friends, tinha o cabelo vermelho (eu já falei o quanto eu não gosto de pessoas com os cabelos vermelhos?) e pagava um pau pro primo (absurdo!). Sei que não sou o extremo da socialização (e nem ela) e a gente se dava bem.

Combinamos de ir ao shopping pra assistir algum filme que nem lembro e acabamos ficando o dia inteirinho lá. Sentamos em um banco e encontramos defeitos em cada ser humano que passava na nossa frente. Pronto. Viramos melhore amigas. Desde então, nós grudamos. Eu encontrei finalmente, a irmã que eu nunca tive.

Ela estava sempre aqui em casa, passava férias e mais férias aqui. Tivemos nossos blogs juntas (e ela sempre dizia o quanto nossa amizade estava no fim), foram incontáveis idas ao cinema, playcenter em todos os aniversários, muitas festas, baladas, viagens, filmes, shows, até nossos namorados eram amigos. A gente tinha o cabelo igual, tamanos diferentes (tá, continua assim). Teve épocas de eu chegar sozinha no Camargo e perguntarem "Cindy, cade sua outra metade?" e vice-versa. Lá também dividiamos as matérias, português, história e geografia com ela. Química, física e biologia comigo.

E ela liga aqui em casa em qualquer hora (como acabou de fazer agora!), não importa se é 6 da manhã ou 11:42 da noite. Minha mãe me acordava de manhã e ligava pra acordá-la nas épocas do Camargo (pra ela não perder o ônibus). E principalmente, apesar de tantas coisas juntas, descobri com ela que seu melhor amigo e você podem fazer tudo, ou nada e ainda sim, terem bons momentos juntos.

Shakespeare tá velho, eu sei. Mas tem uma frase dele em todos os cartões que ela me deu, seja de natal ou aniversário. Tem nas infinitas cartas também. Ela se fez importante em cada pedacinho por onde esteve. Ela é sobrinha das minhas tias, prima dos meus primos e filha dos meus pais. Eu falei errado, ela não é a irmã que eu nunca tive, é a única irmã que eu tenho.

Sabe, não importa a porrada de coisas que somos diferentes. Nem o outro tanto que somos tão parecidas. O que importa é que eu sei quando ela não está a fim de conversar, e ela sabe quando eu estou de mau humor. Importa que a gente discute nossas diferenças e depois divide um chocolate como se nada tivesse acontecido, eu fico com a parte branca e ela com a preta e nós sabemos que isso nunca vai mudar, mas isso não incomoda, porque somos felizes assim.

Hoje ela estava estranha comigo. Eu achei que realmente era o fim da nossa amizade. Deixei um scrap brava! Tirando os fins de semana, ela nunca fica sem me deixar um scrap. Aí eu sentei aqui e comecei a escrever o post. O telefone tocou (23:18) e era ela.
"Alô?!?!?!?!"
"Oiiiiiiiiiiiii, tudo bem???"
"Tudo, seu telefone mudou, não reconheci o número"
"Ah é, nem sabia..."


E viveram felizes até acharem de novo que era o fim da amizade...


Em alguma aula da Tânia em 2003

18 de mai. de 2008

A pergunta da semana é...

Como você está hoje? Auditivo, visual ou cinestésico?

Lembrei de uma palestra realizada pelo Marcelo Brotti ainda nas épocas de Camargo. Ele descreveu os três aí de cima de uma maneira bem divertida e nos deu um teste. Eu nem entendi na época direito, achei que ou você era um, ou outro, ou outro.

Pesquisando na net sobre Programação Neurolinguística, percebi que não, que você "está" uma coisa ou outra e o mais aconselhável é trabalhar os outros sentidos, para que todos estejam bem desenvolvidos.

Este foi o único teste que encontrei: http://somostodosum.ig.com.br/testes/pnl/exercicio1.asp

Procurem mais coisas sobre isso! É interessante!

Últimamente, os resultados pra mim tem dado uma porcentagem significantemente maior pro lado "cinestésico".

16 de mai. de 2008

Post especial nº100 - Curiosidades

10 Peculiaridades
-Não sou amiga de pessoas que respiram "chiando"
-Enxugo os braços, rosto e a parte da frente do corpo com o chuveiro ainda ligado, com a água caindo nas costas pra ficar quentinho
-Procuro o vestido de noiva perfeito desde uns... 10 anos de idade
-Sempre choro no meu último dia de TPM (aí sei que a TPM está no fim)
-Durmo sem meias e com os pés procurando um cantinho gelado da cama não importa o frio
-Minhas pernas são tortas, em X
-Pego orelha de qualquer um que estiver do meu lado se me der vontade ou se eu estiver com soninho (quando estou lavando os cabelos das clientes da minha mãe, abuso das orelhas delas)
-Balanço as pernas o tempo todo (TODO) e se me manda parar, dura uns 3 minutos
-Não divido comida (não me peça e se eu oferecer não aceite, é por educação)
-Quando ouço música no metrô sempre fica cantando junto, baixinho e com medo que o fone tenha desconectado um pouquinho e que as pessoas também estajam ouvindo altão

10 Maiores medos
-Perder meus pais
-Ficar louca de vez
-Não conseguir um emprego nunca mais
-Não poder ter filhos
-Ver alguém que já morreu
-Ser enterrada viva
-Perder o Du por algum momento idiota de TPM
-Nunca viajar pros lugares e países que quero conhecer
-Não me casar
-Não conseguir comprar um casa

10 Músicas mais ouvidas ultimamente
-Um minuto para o fim do mundo - CPM22
-Way back into love - Hugh Grant & Drew Barrymore
-Tudo por você - Sandy
-Sapato velho - Roupa Nova
-American pie - Madonna
-Pode chorar - Geração vanera
-I get knocked down - Smash Mouth
-Sugar sugar - The Archies
-You´re still the one - Shania Twain
-A little respect - Erasure

10 Seriados que acabei viciando
-Friends
-That´s ´70s Show
-Charmed
-Lost
-Grey´s Anatomy
-Popular
-Desperate Housewives
-Party of Five
-America´s Next Top Model
-Smallville

10 Comidas que me fazem sorrir
-Pãozinho quentinho com manteiga
-Morango com chocolate
-Bacalhau com purê de batata, requeijão, catupiry e cheddar
-Ribs do Outback
-Macarrão parafuso à bolonhesa
-Nescauball ou Estrelitas em qualquer hora do dia
-Bife à milanesa com batata frita
-Sorvete (daqueles americanos) sabor rosa
-Leitinho com chocolate (e orelha)
-Pão de queijo

10 Histórias que só comigo mesmo
-Ana Carla contou pro menino que eu gostava dele na terceira série e ele veio no meio do recreio e falou "eu não gosto de você" na frente de todas as minhas amigas
-Uma menina dividiu um namorado comigo sem eu saber e ainda achava que tinha razão
-Me declarei pra um idiota na oitava série e como ele era do segundo colegial ele disse que era coisa de criança, mas que ia passar logo (agora ele baba, baby, porque eu fiquei bonita, mas ele continua feio)
-Vinte por cento dos meninos que beijei descobriram-se homossexuais um tempo depois
-Fui uma vez com um menino no cinema e no único beijo que ele me deu, todo mundo riu do filme e ele disse "que droga! a gente perdeu"
-Meu (na época) melhor amigo quis me levar pro banheiro pra provar que era homem depois de umas fofocas (o que lógico não aconteceu e por sinal, acho que ele não é mais homem)
-Um ex-namorado não quis ir comigo no cinema com a desculpa de que não queria que minha melhor amiga fosse junto, mas depois descobri que era porque ele tinha prometido ir na casa da outra naquele dia e ela tinha ficado muito brava com ele
-Quando conheci meu sogro, ele me chamou pelo nome da ex-namorada do meu namorado
-Uma vez me aprumei toda porque ia pra uma festa que tinha "alguém" especial e ele estava bêbado, drogado e beijando outra (depois desse dia ele nunca mais olhou na minha cara)
-Um ex-namorado idiota me falou pra não ver ele mais de rabo-de-cavalo porque eu ficava feia... FEIA - quem fala isso pra namorada?

10 Coisas das quais não me orgulho
-Assisto Malhação
-Ouço Tupi FM mesmo quando meu pai não está no carro
-Danço Rebeldes com as minha primas
-Danço Floribella também...
-Rouge também... Tá bom, pra dançar Rouge não preciso das minha primas, toca na balada e eu danço. Se não toca eu encaixo o passinho do "Assereje...Rá... Derrre..."
-Ganho Kinder Ovo na Páscoa e me divirto com a surpresa
-Sou louca pela Angélica desde os meus 5 anos, quando ganhei o disco e aprendi a dançar "Pare, mãos ao alto, é um assalto eu quero roubar seu coração"
-Durmo com a minha mãe quando dá vontade
-Não sei andar de bicicleta e acho quase improvável que eu aprenda um dia
-Uso colônia "Mamãe e Bebê" todos os dias, mesmo por cima de outro perfume

10 Coisas que eu queria fazer(, mas... - ainda... - e vai dar certo... -, mas deixa pra lá... - ,mas tenho preguiça... - , mas não tenho coragem...)
-Ballet
-Faculdade de Marketing
-Curso de Italiano
-Licenciatura
-Faculdade de Pedagogia
-Faculdade de Medicina
-Faculdade de Turismo
-Regime
-Dança de salão
-Faculdade de Veterinária

10 Momentos inesquecíveis
-Quando passei no Camargo Aranha
-Minha festa de quinze anos
-Show do Kid Abelha com o Du
-Quando tive dor de ouvido na aula de matemática do cursinho
-Quando fiquei sabendo do meu avô
-As formaturas
-Quando nos despedimos do Alexandre e da Amanda em frente ao Trianon e ele perguntou se estávamos de carro
-Quando resolvi que não faria mais nenhuma das minhas manias e voltei pra casa de ônibus chorando, olhando pro chão
-O dia que minha mãe caiu na rua e machucou o joelho voltando do mercado
-Quando meu cachorro morreu

10 Fotos que mais gosto

14 de mai. de 2008

Ch-ch-ch-ch-changessss

Quem gosta de mudanças põe o dedo aqui, que já vai fechar!

Não gosto de mudaças. Acho que é normal, né? Grande parte das pessoas não gostam de mudanças... Ou até gosto de mudanças, vai, mas demoro pra me acostumar com elas.

Tava vendo pelo Orkut, eu odiei esse negócio de por mais que 12 fotos. E depois mais álbuns... Mas agora, que legal, né? Dá pra colocar bem mais fotos, bem mais momentos e tal. Demorei pra participar da coisa, mas criei meu segundo álbum, bacana.

Estamos acostumados no curso a ter aula com a Greyce. Toda vez que vem alguém de fora dar uma aula especial, a gente fala mal na hora do lanche. Hoje até comentei "mas a gente não gosta de mudanças mesmo, né?", mas aí o pessoal desconversou e disse que "aquele lá da semana passada era legal". Mas a gente criticou ele na semana passada.

Eu tenho uma certa dificuldade pra me adaptar a mudanças. Eu reclamava da empregada aqui em casa (porque meu negócio é reclamar), aí ela precisou sair e outra veio no lugar. Odeio essa outra (num disse?), e eu fico falando como a de antes era bem melhor...

Eu sou resistente, mas mudo. Às vezes não tem muito o que fazer, melhor se adaptar. Mudança é bom, não é? Nem sempre é pra pior, às vezes é pra melhor. Ruim é não poder voltar atrás... Ou ser forçado a mudar. Eu queria mudar. Acho que preciso de uma grande mudança.

13 de mai. de 2008

2.16 - It's The End Of The World

Para se interessar por um bom seriado de comédia, basta conhecer os personagens principais. Não precisa saber a sequência da história e os episódios podem ser assistidos de forma aleatória, dificilmente não renderá boas risadas. Outros seriados, de drama por exemplo, é um pouco mais difícil acompanhar. Tem que entender um pouquinho da história que ronda os personagens principais. Aí você fica meio perdido no começo, mas logo depois se encaixa na história.

Hoje eu vim mesmo falar de um seriado em especial. Estava fazendo um trabalho no computador e coloquei na Sony porque aparentemente, estava passando alguma coisa dublada e eu não aguentava mais ouvir sobre o caso Isabella. Já era meio dia e vinte e cinco e meu trabalho simplesmente teve que esperar. O que passava na tv me chamou muita atenção.

Era um hospital e tinha muita confusão. Uma menina estava segurando uma bomba dentro do corpo do cara, aberto. Ela não podia soltar porque não podia mexer a bomba. Chama o esquadrão anti-bomba, evacua o hospital. Uma loirinha super divertida agarrou o amigo dela e foi pra salinha aproveitar seus últimos momentos. A japa estava em cirurgia de um doutor que, contrariando as ordens do chefe, não parou a cirurgia que era no marido de uma outra médica.

Essa outra média estava pra ter bebê e contava com a ajuda de um interno. A principal, Meredith Grey, nos últimos minutos do episódio, vai até a menina que está segurando a bomba para dar um apoio moral. A menina não aguenta e tira a mão. Sem se dar conta do que está fazendo, Meredith coloca a mão no lugar da mão da menina. E Bang! O episódio acaba. Eu não me aguentei de curiosidade. Tive que assistir no dia seguinte pra ver o que ia acontecer com a bomba. E desde então, assisti todos os dias, em diversos horários, na tv, no computador, temporadas diferentes.

Eu me apaixonei por Grey´s Anatomy. Este primeiro episódio que assisti é o 2.16 - It's The End Of The World. Já está na quarta temporada! Como eu perdi tudo isso todo esse tempo? Não tem um personagem que não seja fantástico nessa série. Até esses médicos arrogantes são demais. Comparações a parte (tanto porque eu também gosto de ER), eu nunca me interessei tanto por ER como me interessei por Grey´s Anatomy, já que o assunto é (quase) o mesmo. Assistam! É... fantástico!

12 de mai. de 2008

Números

Tenho uma certa coisa com números. Não entendo bulhufas de numerologia, mas sempre tento fazer combinandinhos diferentes com números pra achar legal. Minha mãe é cheia de história, diz que a soma do meu aniversário dá 3 e que isso significa num sei o quê, mas eu estou em um ano 6 e que por causa disso blá blá blá (Whiska sachê) blá blá blá... Eu não sei se acredito, às vezes sim, às vezes não...
Não que seja uma paranóia tipo do filme "23", mas vou contar umas histórias numéricas:

3 - Tinha umas manias relacionadas ao três. Fui parar na psicóloga (sou louca, já disse, corra enquanto há tempo). Ela me perguntou por que o número 3. E eu nunca tinha me feito essa pergunta. Quando ela perguntou, veio que nem um negócio em alta velocidade do fundo da minha mente, meus pais em crise, eu com 6 anos e minha professora da primeira série falando pra minha mãe "A primeira passa, a segunda também, mas a terceira é definitiva". Pronto, coloquei na cabeça que o 3 era o número perfeito. Pra ficar bom, tinha que fazer 3 vezes. Agora superei essa loucura.

18 e 14+1 - Os meninos do Camargo "inseriram" essa loucura na nossa mente (minha e da Taís). Por causa do RPG, eu acho. Ele idolatravam o "Todo poderoso 18" e nem mencionavam o tal do 14+1. E assim vivemos anos, com "Feliz dia 18" (até hoje, vai...), "Feliz 18:18", "Se o 18 quiser", somávamos os números e encontrávamos 18 em tudo que é lugar. O 18 é do bem, o 15 é do mal (15 não! não podia falar 15, é 14+1). Me sinto até boba escrevendo isso, parece tão sem sentido, mas era tão normal pra gente. Feliz dia 18!

1:22 - Meu relógio do quarto com a cara da Minnie parou nessa hora, exatamente. E eu e a Taís, muito cabeçudas, brincávamos que dentro do meu quarto não existia hora, o tempo não passava. E eu tenho essa sensação, aqui dentro é sempre 1:22. No nosso antigo blog na época, pode conferir, o horário de todos os posts é 1:22. E por sinal, por que não "Feliz 1:22"?

8 de mai. de 2008

Profissões que não combinam comigo

Carteiro
Andar, andar e andar pra caramba? Não é pra mim. Eu cansaria no meio do segundo quarteirão. Ainda mais carregando um peso danado. Tenho boas lembranças do carteiro aqui. É o mesmo desde que me entendo por gente e ele já me trouxe muitas alegrias como as cartas das Chiquititas, da Marisa, da Luiza, mas agora ele só me tráz contas de celular, então eu quase que odeio ele. Mas admiro seu trabalho e esforço, porque eu desidrataria nos primeiros 100 metros.

Vendedor de loja de Surf
Hahaha, imagina a cena. Entra aquela "magrinha" que tem uma baita bóia em volta da barriga. Mas ela se acha a gostosérrima. Ela pede duas miniblusinhas (dessas que deixam o panceps pra fora) e me pergunta qual eu gostei mais. O que eu respondo??? Tá horrível, vai fazer uma lipo? Não ia dar certo mesmo... Se ela comprasse a blusinha sem perguntar minha opinião, eu ia atrás dela onde quer que fosse pra falar que ela está horrível. Geralmente, frequentadores dessas lojas são tchornes e sem noção e eu não ia aguentar ver tanta coisa feia.

Professor de História
Na verdade, quis dizer que jamais faria História, é que eu não sei qual o nome de uma pessoa que faz História. Eu tenho um sentimento horrível por essa matéria despresível. Nunca aprendi nada e o que decorei para as provas, esqueci. Sou meio perdida quanto a governos, guerras, revoluções, quem brigou com quem e porquê, eu definitivamente jamais faria História. No ginásio o professor mandava a gente decorar 15 perguntas e dessas, 10 caiam na prova. No colegial, esperava o pessoal de outra sala fazer e decorava as respostas. No cursinho, o professor me fez parar na terapia.

Dentista
Tá bom que eu teria coragem de colocar uma furadeira na boca de alguém. NUNCA. Eu fico num suador incontrolável na sala de espera do dentista. O cheiro me dá náuseas. Eu tenho aflição de todos (TODOS) os materiais que eles usam, desde o sugador de baba, passando pela mini-furadeira, a luz azul, até aquele espelhinho. Fora que eu ia ficar com muito nojo de por a minha cara na boca das pessoas e ficar vendo aquela língua estranha (eu nunca sei o que fazer com a língua quando estou sentada na cadeira do mal).

Modelo
Tá, eu sei que com a boa forma física que tenho, as calças 36 ficariam entaladas na batata da perna, mas não é só isso que faz de mim o oposto de uma modelo. Não sei andar sem olhar pro chão, me desequilibro em cima do salto, não tenho olhar penetrante e ia chorar todos os dias com qualquer comentário. Esse pessoal é muito julgado e criticado. Eu posso segurar a onda e tentar melhorar com críticas, mas ouvir que meu cabelo tá feio ou que tô gordinha faz meu dia desabar. Não saberia lidar... =/

Meu medo.

Cada um é único e diferente de todos os outros. Acho que a gente escolhe uma base que serve para tudo que fazemos na vida. Princípios? Destino? Eu não sei. Dá pra mudar? Eu também não sei. Sei que essas diferenças fazem justamentes mães, diretores de multinacionais, catadores de lixo, caixas de lojas de shoppings e por aí vai.

Tem gente que usa a alegria de base. Tem gente que é o pessimismo, outros o otimismo. Pra alguns a atitude, outros o coração. E eu, infelizmente, escolhi o medo. Não faço nada, absolutamente nada sem ter medo.

Eu tenho medo de conseguir e não mostrar que sou capaz. Tenho medo de não conseguir e antes mesmo de tudo começar ser uma derrotada. Tenho medo de não dar certo na vida e tenho medo de arriscar qualquer coisa. Tenho medo de ir na padaria. Tenho medo de barata. Tenho medo de me olhar no espelho e de repente, começar a derreter a minha imagem, ou sei lá o que pode estar dentro do espelho. Se tá todo mundo dormindo, eu não escovo os dentes olhando pro espelho, tenho medo.

Tenho medo de perder a minha mãe e me afasto dela, pois seria mais fácil se não tivéssemos tanto contato. Às vezes, penso que se eu perder a minha mãe é melhor termos vivido intensamente, então deito com ela e abraço como se fosse o último abraço. Que loucura essa minha, só uma tremenda fatalidade tiraria minha mãe de perto de mim agora...

E assim eu condiciono a minha vida pelo medo. E por que eu não mudo? Porque eu tenho medo. Tenho medo das pessoas e de ouvir não. Tenho medo de assumir um cachorro que eu tanto quero e não dar conta. Tenho medo de estar em uma sala com pessoas e as pessoas surtarem e começarem a me atacar. Mas alguém no mundo senta do lado de uma pessoa no ônibus e acha que a qualquer momento ela vai tirar uma faca ou te enfiar uma agulha?

Eu subo e desço a escada com medo de tropeçar e cair. Minha mãe disse que eu sou cautelosa, que meu medo é bom. Alguém sabe como é horrível, toda vez que desce uma escada se imaginar lá em baixo sangrando e então opta por colocar a mão no corrimão? Eu tenho medo, mas penso se não seria legal. Diferente é a palavra certa. Aí retomo a consciência e penso que seria só pra chamar atenção, então guardo meus pensamentos e fico na minha. Eu acho que eu tô pirando.

É bom escrever. Tem gente que vai ler e pensar "ai, que saco, que exagero". Eu prefiro não conversar sobre essas coisas com ninguém, ninguém gosta de ouvir, é chato. Se eu ficar muito mais tempo em casa, eu endoido. Acontece que com o medo, as coisas não vão pra frente. Nada dá certo. Eu tenho medo, e ele me prova que eu estava certa, que não daria certo mesmo. E o ciclo não muda e eu fico aqui. Esperando, porque eu não sei o que fazer pro medo passar.

6 de mai. de 2008

A pergunta da semana é...

Ontem o metrô estava de um jeito que eu nunca vi. Parecia o fim do mundo. Pra ajudar, tinha uns carinhas que estavam fazendo zona, incentivando o pessoal a "enlatar" mais ainda na Sé. Não sei porque eu estou falando de ontem, SEMPRE é assim.

E a pergunta é? O que é mais gostoso no metrô?

O cara do seu lado que fica tossindo em você e puxando meleca do nariz e engolindo (devia estar gostoso pra ele), ser empurrado até se sentir sardinha, o bafo quente quando pifa o ar, o pessoal que fede às 6 da manhã, tiazinha cheia de sacola que acha graça na vida de pobre, quando o trem para entre as estações e você sente pincípios de claustrofobia, quando o cara atrás de você acha que pode encaixar e tudo bem, ai ai, são tantas opções...

5 de mai. de 2008

Malditas formigas!

Juro que um dia pensei em escrever um livro com o título "O Fantástico Mundo das Formigas". Essas criaturinhas trabalhadoras, que aguentam não sei quantas vezes seu peso, que fazem suas casinhas e nem enchem o saco que nem pernilongo são realmente fantásticas.

Acontece que há uns anos atrás, as pequeninas esforçadas resolveram tomas conta do pedaço por aqui. Não tinha mais condição de viver, eram elas ou nós. Aí minha mãe usou o detergente como arma e detonou as bichinhas, elas morreram em grupo tadinhas, elas caiam da parede, mas resolveu o nosso problema e isso era bom!

Ultimamente as formigas tem voltado a tomar conta do pedaço. Antes tinha aparecido umas grandinhas na cozinha, mas foram embora com o frio. Aqui no meu quarto a história é outra, justamente nessas últimas semanas é que elas voltaram a aparecer. Não da grandinha, das pequenininhas nojentas.

Eu não descobria a fonte do problema. Estava tudo limpo, não tinha comida por aqui, eu estava tomando super atenção com migalhas e as danadas não saiam de perto. Até na minha cama eu encontrei, mas elas achavam MESMO! que iam conseguir carregar o meu Halls pra dentro da casinha delas, coitadas....

Imprimindo um trabalho ontem, fiquei boba de ver! Conforme a folha saia da impressora, as formigas andavam sobre a folha. Tinha uma porção delas e mais a noite, depois de não conseguir imprimir, resolvi abrir a impressora e tomar uma atitude! Tinha milhões delas! Andando pela impressora, mas com um foco em especial: meu cartucho colorido.

Me dá até aflição de pensar! Conforme eu batia o cartucho sobre o móvel, saia bolinhos brancos (acho que eram as filhotocas) recheados de formigas. Como arma dessa vez, usei o poliflor cinza (o único que posso passar no móvel aqui). Elas iam morrendo e eu descobrindo novos focos, até que percebi que o buraco era mais em baixo. Joguei poliflower em uma folha e mandei imprimir um arquivo. As danadas vinham esmagadas na folha pelo rolo do equipamento.

Hoje não vejo (muitas) formigas no meu quarto. Imprimi meus arquivos com tranquilidade... Mostrei pra elas quem é que manda aqui!!! E elas que fiquem bem espertas, que na próxima, Formibel nelas!


Ah!!! Essa aí de cima é a Dogga, a cachorra parideira.

27 de abr. de 2008

Blogs de quem eu não conheço

Gosto de blogs e ponto. Abomino miguxês, fofuxês, burrês, estrelinhas que rolam sobre a tela, templates de desenhos japurungas, posts hoje eu tomei suco de maracujá e tudo mais que deixa o blog pesado pra carregar e chato pra ler. E abomino hoje, pois meus blogs com a Tata já tiveram quase tudo isso...

Não sou de ficar caçando blogs, comentando por aí, para atrair pessoas até o meu aguardando um comentário. Os mais acessados são mesmo os das pessoas em volta de mim. Em minha (pequena) lista de links, os blogs são de amigos mesmo, mas teve outros três que me conquistaram de verdade e sempre dou uma passadinha pra ver o que há de novo. São eles:

Garotas que dizem Ni

Acho que provavelmente todos os leitores deste blog conhecem as Garotas. Apesar de já ter dançado várias músicas anos 80 bem pertinho das Garotas no Darta Jones, não temos nenhum laço de amizade além de um amigo em comum. Essas garotas têm o dom de escrever bem! Pode escolher um post antigo ou de agora, a diversão é garantida! Gosto do jeito que elas escrevem, são criativas e engraçadas, não importa o assunto. Tem de tudo lá! Nem sei se dá pra considerar como "blog"... Dá vontade de ler comendo pipoca!



Delícias Cremosas

Um belo dia decidi fuçar os links do Danilo. Um deles me chamou mais atenção do que os outros, talvez pela minha tara por comida. Assim foi que achei esse blog. Dilicioso. Amigas que se juntam, fazem uma delícia cremosa, fotografam e contam passo a passo como foi e qual o resultado. Tem informações do tipo "2 colheres de maizena (farinha quebra o galho)", que não se encontra em receitas normais, fora os nomes que geralmente são diferentes, como "Torta *Desacreditada* de Limão". Eu ainda não testei nenhuma receita, mas só de ver as fotos... Hummmmm.


Allison Mack

Ela é a Chloe Sullivan de Smallville e é óbvio que eu não a conheço. O que me chamou a atenção mesmo foi ver como ela é atenciosa com os fãs. Allison posta sempre, conta novidades, fala da vida, responde entrevistas como um videoblog e tem coisas divertidas, como os MackEvents: ela lança um desafio e o público manda os arquivos para que ela escolha o vencedor. O último foi "foto roubando beijo" e o novo é "escolher uma cena de filme/livro preferida, representar e mandar pra ela pelo YouTube". O inglês dela é perfeito e ela é muito fofa!

24 de abr. de 2008

Deus

Não me critiquem e não me julguem, por favor. Tenho que dizer que às vezes, duvido sim da existência de Deus, cujo nome inicio em maiúscula mais pelo nome próprio do que qualquer outra razão.

Há tanta coisa errada no mundo que fica difícil de pensar que tem alguém querendo nosso bem. Fico pensando como é injusto a gente não ter certeza sobre nada e eu gosto de ter certeza. Eu sempre digo, eu, na condição de Cindy, jamais saberei o que aconteceu antes de nascer e o que vai acontecer depois de morrer. Essa resposta eu nunca vou ter... E embora as religiões tentem explicar algumas coisas, só fico mais confusa.

Algumas vezes acredito em reencarnação. Mas que chato novamente pensar que eu, Cindy, não saberei de nada. Acho errado também pensar em voltar pra pagar coisas de vidas passadas, karma e essas coisas... Gosto da idéia de que sou única e que serei eu para todo o sempre.

A ressurreição é bacana. A vida vira passagem e a vida eterna é ao lado de Deus. Aí a gente se reencontra tudo lá em cima e continua cuidando dos que aqui estão. E vive eternamente na paz do senhor. Mas porque aqui tudo tem que ser tão tortuoso?

Tem pais jogando filhos pela janela, filhos matando pais... Muita gente inocente pagando por nada.

São esses os momentos em que duvido de Deus. A gente faz tudo certinho e só toma na cabeça.

Embora eu desconfie, eu afirmo que fé não falta. Eu torço do fundo do meu coração pra que as coisas dêem certo. Eu envio energia positiva e mando boas vibrações pra que as coisas aconteçam. Pra mim e para os outros. E rezo sim, às vezes, pra caso Deus existir, ajudar nos momentos de precisão e aproveito pra agradecer caso tenha sido feito dele.

Se Deus existe, ele me perdoará por não ter acreditado nele. Ele entenderá que é direito meu ter dúvidas... Se ele não existir mesmo, é como diz a Taís, acaba ali. E pra ser bom sincera, é só conversar 5 minutos com ela, que eu compro essa versão, apesar de que não gosto nem um pouco da idéia.

22 de abr. de 2008

Por que eu jogo The Sims?

Tem gente que acha idiota, mas eu acho é muito divertido. Me sinto um deus aqui do lado de fora da tela com todo o poder nas mãos.

Minhas famílias são poderosas, ricas e influentes. Trabalham por prazer e por pura realização. Arrumam emprego na área que querem com uma simples ligação. Eles têm casão e se a casa não é muito boa, eu trato logo de arrumar uns 50.000 emprestados do meu super banco imaginário. Eles se tornam diretores de cinema, astros do esporte, gênios do crime e renomados chefes de cozinha.

Não tem um que não consegue bolsa para os filhos estudarem em escola particular. E as crianças aproveitam a oportunidade, pois na faculdade estão sempre nos primeiros da lista e passam de ano com a nota máxima.

Todos têm muitos amigos e a casa está sempre cheia. Até em The Sims, não se vive sem amigos, pois de acordo com o número de amizades, você consegue ou não receber uma promoção no serviço. Eu que escolho os casais e que resolvo se é a hora ou não de fazer filhinhos.

Tento ao máximo realizar todos os desejos deles, pra que eles fiquem felizes e ganhem pontos. Escolho com cuidado a aspiração, de acordo com o meu humor. Tem dia que é família, outro é popularidade, conhecimento, dinheiro e por aí vai. Com isso é determinado o desejo máximo da vida deles, em que se ganha "bom humor" pro resto da vida, uma vez conquistado o desejo. Quem conversa muito comigo já me ouviu falando "ah, é que eu tenho aspiração por família e você por conhecimento".

Quando alguém morre em The Sims, vem a Dona Morte, e aparece uma jarra no chão com as cinzas e só. Mas dá até pra trocar um par ou ímpar com ela e convencê-la a não levar quem veio buscar. E o Simzinho só sente saudade se essa situação estava na lista de perda de pontos de aspiração. Senão, nem chora direito.

Eu jogo pra que meus Simzinhos vivam bem. Faço tudo que eles querem, sou uma deusa boazinha. E sabe que eu faço quando acontece alguma coisa que não gostei? Saio sem salvar o jogo. Fácil, né? Pena que não é assim mesmo na vida real. E ainda dizem que o jogo simula a vida real...

Se alguém tá jogando The Sims com a gente, tá fazendo tudo errado!


A Família Sheridan

18 de abr. de 2008

. . .

O dia estava lindo. O céu estava azul, e apesar do ventinho frio que batia vez ou outra, o sol estava ali. As nuvens eram fantásticas, branquinhas, pareciam algodão. Tudo até estaria normal, se não fosse uma situação tão não inesperada.

Tenho duas certezas. Uma é de que ele está bem, onde quer que ele esteja. E a outra é de que todos nós estaríamos melhor se ele estivesse aqui. Quantos sonhos não ficaram por se realizar. Ele precisava de mais tempo! Não é justo...

Não entendo o que aconteceu, não entendo o porquê. Às vezes, parece que não aconteceu. Tenho certeza que para a família e todas as pessoas muito mais próximas, tudo mudou desde sexta-feira, mas foi hoje que começou a cair a ficha por aqui.

Hoje foi um dia de lembranças. Todas as vezes que fomos em baladinhas, a festa do pijama aqui em casa, quando ele aparecia pra buscar a Amanda na faculdade, o Hopi Hari, as risadas ouvindo Os Seminovos, nossa viagem pra praia, o jogo do Palmeiras (mesmo sendo são paulino), até o último teatro, em que eles chegaram no último segundo antes de fecharem os portões.

Acho que a gente pode usar o blog pra desabafar de vez em quando, né? Eu não conseguiria falar de outra coisa. Não tenho pensado em muitas outras coisas...

Essa foto de novo, porque é assim que a gente se lembra de você!

Amanda, sempre, para o que precisar. Ninguém além do tempo é capaz de amenizar o que você sente hoje, mas tente encontrar algum conforto nas suas lembranças. E não se esqueça que estou aqui pra conversar, distrair e chorar também.

13 de abr. de 2008

Novidades

Que ruim dizer isso, mas eu não tenho coisas boas para contar. Adoro contar que aconteceram coisas interessantes na minha vida, fico horas me apegando a cada detalhe não importante como a cor da blusinha ou a música da época. Adoro ter um assunto inédito e ficar jogando conversa fora. Adoro falar de mim. Pode falar de você, eu escuto, mas me deixe falar de mim também.

Não há maneira mais espetacular de se conhecer do que falar. Pensar enlouquece e falar organiza as idéias... Temos que ser egoístas de vez em quando.

Às vezes, acho que a falta de novidades boas atrai energia negativa. Ou seja, coisa ruim, puxa coisa ruim e coisa boa puxa coisa boa. Já que a maré não está para coisas boas, vamos tentar mudar o rumo da vida lembrando de bons momentos.

9 de abr. de 2008

A pergunta da semana é...

E eis que resolvi fazer uma greve total das duas coisas que eu mais gostava de comer/tomar. O motivo? Emagrecer um pouco. Eu resistiria? Claro que não... E pra me prender na greve, fiz o voto de São José. Ficar um ano sem comer essas coisas... Começou dia 19 de março, dia do Santo, mas eu comecei 1 mês antes, que como disse minha mãe, foi pra ver se eu resistiria (e eu passei no teste). Quais são as coisas que eu não posso comer? Pão e refrigerante.

Pão nenhum. Não vale pão de queijo, pão de mel, pão de forma, broa, croissant, pão sírio e nem torrada (porque é pão, né?!). E eu estou levando a sério, porque já estou bem ferrada sem castigo divino, promessa é coisa séria.

Minha dúvida na verdade não tem nada a ver com pão. Sendo H2O uma água gaseificada com saborzinho, é considerada refrigerante? Eu tô doidinha pra experimentar essa nova de maça - e água com gás poooodi.

8 de abr. de 2008

Novelinha das seis

Me desculpem se já falei sobre isso aqui (nem lembro), mas ontem foi um dia especial pra mim e hoje preciso comentar.

Gosto de tv, não é novidade pra ninguém. E geralmente, escolho minha programação de acordo com os atores que estão participando. Será que eu sou normal? Espero que sim...

Acontece que, além de combinar atores, eu sou apaixonada por novela das seis. É mágico, não é? Eles sempre conseguem ser criativos na coisa de inventar uns causos diferentes pro mocinho e pra mocinha. Quando comecei assistir Desejo Proibido, achei que não teria jeito, afinal, Miguel era padre! Mas ele desapadrinhou perante o Vaticano, para se render aos abraços de Laurinha, a moça do milagre.

Novela das seis é divertido porque é um de época engraçado. Raros os dias que você não solta umas gargalhadas, seja com a vontade de apagar o fogo na caçarola de Florinda, ou com o Padre Inácio que teve que aprovar uns pecados para viver bem.

Bons atores, novela das seis de época, isso pra mim é diversão garantida.

A minha novela preferida EVER é Cabocla. E por ter gostado tanto, decidi que iria assistir Desejo Proibido. Além de contar com a presença ilustre de Grazi Massafera, tem o Daniel de Oliveira. O problema é que quem se apaixonou pelo amor entre Luís e Zuca, em Cabocla, que mandar Henrique, atual personagem de Daniel de Oliveira, para a fogueira. Aiiii que ódio daquele molequinho insolente dos infernos! Maldito dia em que resolvi assistir essa novela. Acho que eu dava uns tiros do ator se o encontrasse pela rua.

Entretanto, aparentemente a Globo sentiu minhas más vibrações... E tratou rapidamente de passar Cabocla, pra que as pessoas desistissem da idéia de colocar Daniel de Oliveira na cruz. E começou ontem... E eu assisto de novo! E quantas vezes passar! Não só essa, mas assisto (de novo) se passar (de novo) O Cravo e a Rosa, A Padroeira, Chocolate com Pimenta... Ihhh, a lista é longa...

Emerenciana: Que hora ocê vai pra Pau d´alho?
Boanerges: Vou logo cedo, que se o trem adiantá, já tô lá...
Emerenciana: Aaah! Boanerges! Ocê sabe que o trem num vai adiantar, ocê vai cedo é pra ficar de prosa com seus amigos da política...
Boanerges: Mas que que tem de mal nisso? Eu não sou o chefe político dessa gente? Eu não sou o presidente da câmara? Tenho mais é que cuidar dos meus interesses...
Emerenciana: Ainda mais agora né Boagerges, que ocê rapou o bigode pra ficá mais moço. Ai Boanerges, se eu fico sabeno que ocê arrumô alguma espivitada...
Boanerges: Aaaai, mas que diaxo! E eu sô home disso? Já num disse que rapei o bigode porque perdi a carreira com o Justino? E eu não sô home de ficá com esses már pensamento, mas ocê fica aí me atazanano, é capaz de eu arrumá sarna pra mi coçá...
Emerenciana: Mas ocê que se atreva!
Boanerges: Então pára com esse ciume besta, sô!

31 de mar. de 2008

Amigos e amigos

Tem amigos pra rir, pra beber, pra conversar, pra fazer confissões, pra balada, pra um monte de coisas.

Eu sou um tipo especial de amiga. Eu sou uma amiga do tipo melhor amiga. Quer dizer, eu acho né. Porque com o tempo, os amigos pra rir, pra beber, pra conversar, pra confissões e pra balada seguem seus caminhos com a paz do senhor. E perto de mim, só sobrevivem os amigos que também são do tipo melhor amigo.

Gosto de gente que se doa para a amizade, sem ser invasivo e reconhecendo que isso leva tempo. E mesmo depois de a amizade estabelecida, ainda acho estranho o jeito diferente das pessoas de serem amigas. Às vezes fico chateada, às vezes vejo que é só coisa da minha cabeça, afinal, aceitar as diferenças faz parte da vida.

Tem gente que é calorosa, se empenha pra que amizade dê certo e continue. Tem gente que fica na sua, mas sabe que quando precisa, pode contar, tem coisa que a gente não precisa ficar falando. Tem gente que sabe que distância não é motivo pra acabar uma amizade. E a gente percebe com o passar o tempo, quem são os verdadeiros amigos.

Eu acredito que há pessoas que, apesar de não ser do tipo melhor amigo, têm também melhores amigos. Um amigo pra balada pode ser um melhor amigo, não pode? Vai do que cada um espera da amizade.

Pra mim, amizade no começo é como uma semente de feijão plantada no algodão. Pode até não demorar pra brotar, mas é muito difícil de se manter. Ainda sim, qualquer pessoa que tenha se feito um dia importante na minha vida (um bom importante, não mau), eu chamo de amigo com prazer. Mas os amigos que permanecem (que também são do tipo melhor amigo, com as variações), dá pra contar nos dedos de uma mão só.

Eu e a Taís, em alguma aula da Tânia em 2003 (apesar que nos conhecemos no primeiro dia de aula em 2001)

Uns dias atrás, em 2008.

27 de mar. de 2008

Vááá se ferrar!

Não entendo MESMO. A pessoa tem a cara de pau de entrar em um site de relacionamento e não quer que ninguém veja nada? Então sai fora, meu!

Eu estranhei quando tudo começou com "ver quem entra no seu orkut". Não gostei da idéia e desativei. Uns tempos atrás, percebi que fuçar orkut alheio não levava a lugar nenhum e resolvi habilitar a ferramenta novamente. Muito útil, por sinal. Sei quem entra no meu, e que está habilitado, aí eu sei se posso ou não fuçar no da pessoa.

Quando o Sêo Orkut apareceu com essa cachorraiada de bloquear fotos, vídeos e scrap achei mais absurdo ainda. Pra mim, só tem uma explicação. Se bloqueia scrap é porque deve e se bloqueia foto é porque é feio (a).

O pessoal usa de desculpa o perigo que é a divulgação de informações, porém, tenho certeza que esse não é o real motivo do bloqueio. Mais ridículo ainda é aquilo "scraps lidos, respondidos e apagados". Vá te catar, zé mané, se responsabilize pelas suas conversas.

Eu apago? Apago sim. Apago todos os spams, convites pra festas, gatas safadeeenhas e coelhinhos mimosos que são enviados de baciada. E só, de resto, não devo nada pra ninguém. Não marco balada por scrap, não combino horas e locais secretos e não tem encrenca com meu namorado.

PIOR! Acabei de lembrar dessa. Entra o povo pra fuçar no meu Orkut e eu não conheço, né... Aí, eu entro pra ver quem é e a própria pessoa que fuçou tem fotos e sraps bloqueados. Tem sentido isso?

B-L-O-Q-E-E-I tudo! Agora, só os meus amigos conseguem ver minhas fotos, scraps, vídeos (que eu nem tenho). Momento de revolta! Momento de revolta!

26 de mar. de 2008

Nos meus relacionamentos, aprendi que

- telefone, só para o básico e necessário. Longas conversas não fazem bem;
- as demonstrações de sentimentos podem ser maiores ou menores, mas que os sentimento devem ser iguais;
- escrever tantas cartas não equivale a que ter boas conversas;
- se a gente tem vergonha da pessoa, é melhor pular fora logo, porque nunca dará certo;
- ninguém deve mudar por ninguém, mas que o tempo se encarregará de equilibrar as coisas;
- se ver todo dia só passa a ser um problema quando não se quer tanto assim ver todo dia;
- quando achamos que tem algo de errado, quando conversar é melhor que abraçar e beijar, acredite, tem algo errado;
- antes 1 na mão, que 2 voando. E tenho certeza que não fui só eu que aprendi isso;
- caso ele tenha a oportunidade de fazer algo com você, mas prefira os amigos logo no comecinho, não vai muito pra frente;
- ser amada por ele, é bem melhor do que ser amada pela família dele;
- homem toma a iniciativa sim (mesmo dizendo que não), quando está mesmo afim;
- não é possível manter amizade com ex-namorado. Ou talvez eu não queira mesmo;
- a gente chora quando acaba, fica chateado, mas passa logo. Ninguém morre de amor;
- mil vezes prefiro estar só, do que mal acompanhada, claro;
- confiança se sente no coração. E desconfiança e ciúme é só pra encher o saco;
- relacionamentos anteriores afetam muito nos futuros. A gente faz um balanço geral e tenta ser uma pessoa melhor;
- agora sim tenho um namorado fiel e sincero. Agora sim é o que eu queria, o que eu procurava, o que eu esperava. 50% meu e 50% dele. Mas 100% nosso.

24 de mar. de 2008

ETE Professor Camargo Aranha

Passar no Camargo foi a maior mudança que já aconteceu na minha vida até agora. Foi quando aprendi andar de ônibus sozinha. Quando beijei pela primeira vez e onde tive meu primeiro namorado. Lá, conheci minha melhor amiga. Cabulei aula pela primeira vez, arrumei briga com o pessoal da escola. No dia que saiu o resultado, foi quando fiz luzes nos cabelos. Acho que pra sempre, o médio será inesquecível.

Lá, tive professores que ainda duvido que existam de verdade. Desde a Cibele no primeiro ano (que saia pra fumar e falava que ia ver se tinham soltado a filha do Sêo Abravanel) até a Terezinha no terceiro (que era super rígida e no dia da prova, ela saia no meio da aula e colocava uma tia pra ficar tomando conta da gente). Cada figura... Irene chamava os alunos de coió, além de ignorar nossa existência em sala de aula.

O Camargo tinha umas coisas interessantes. O pessoal do A eram os nerds (e estranhos), o B era conhecido como sala Playmobil, porque éramos infantis ao extremo. O C era uma sala de pessoal perturbadas, eles se estranhavam, o D eram os nerds que ficaram nervosos no dia da prova e acabaram passando no D, o E era a sala descolada, todo mundo paz e amor, e o F era a sala dos excluídos que passaram em segunda chamada.

E nós éramos prá lá de infantis mesmo! Mas éramos criativos =) A gente cantava várias músicas inventadas. Tínhamos um super artista chamado Michael. Cantávamos pros professores (Eu quero Tânia, Tânia! 1 2 3 A Tânia aparece e tudo muda de uma vez!), fazíamos paródias das músicas. Uma sobre o B está aí em baixo.... É só cantar no ritmo de Velha Infância.



*Eterna infância*

O Camargo é assim
O "B" é ruim
O povo não tem jeito
Mas o que fazer?
Não dá pra esconder
A gente é bobo mesmo

Não gosto da Terê
Nem gosto de ficar de PP
O Rafael é tão falso comigo
Meu pior amigo é o Schulai
E na escola
Da prefeitura
A gente tem...bagunça!
Guerra de ovo
De mixirica
E a gente tem...bagunça!

Os professores me assustam
Nilséia e o seu minhocão
A Silvia e o chuchuzinho
Denise, rifas e o provão

A Eloísa é assim
Judia de mim
Eu tô acostumando
E o Juvenal
Pega no meu p...é
Agora eu tô gostando

Gostamos do Capitão
Polimeno você é nosso herói
Às vezes achamos meio estranho
Mas você gosta de dá pra nóis

E a gente canta
Na aula da Tânia
E a gente não se cansa
De fragmentar
Patrícia cobrar
Olha o vestibular

O Jõao deu um cabulão
E a Marina chorou no seu sermão
A 1:30 o Marcos começa a aula
Será que eu saio dessa confusão (Será?!)

Pra sempre assim
O "B" está em mim...
Pra sempre assim

Onde será que estão as pessoas do B? Será que elas ainda existem??? Tenho minhas dúvidas...

20 de mar. de 2008

Sabe com quem você parece?

Eu: Deixa eu adivinhar. Com a Ingrid Guimarães?
Qualquer pessoa no mundo menos o Danilo: É!!! Acertou!!! Já te falaram isso?
Eu: Sim! E eu não pareço com a Ingrid Guimarães!

Tá vendo, eu não pareço com ela.


***


Danilo: Sabe com quem você parece?
Eu: Deixa eu adivinhar. Com a Ingrid Guimarães?
Danilo: Não, com a Jennifer Garner.


Essa é lindona, Hollywood, eu até queria parecer de verdade com ela.

***

Esses dias no metrô, uma mulher me perguntou: Você é irmã da Cláudia?
Eu: Não. (Não, minha senhora, nem da Cláudia nem de ninguém. Por sinal, sou filha bem única!!!)


***

Hoje, saindo da academia: Ei, você é a namorada do Dudu?
Eu: Quem é você? (,estranho)
Ele: Sou o irmão da cunhada dele.
Eu: Ah! Oi, tudo bem? (Ufa, essa sou eu mesma)

***
Será que eu tenho um rosto tão comum assim???

18 de mar. de 2008

A pergunta da semana é...

Minha mãe veio me falar hoje que quando ela estiver velhinha, se for uma velhinha chata, pra eu colocá-la em um asilo. Fiquei pensativa... Será que a gente consegue controlar essas coisas? Não o fato de colocar no asilo seus pais, mas ser ou não chato no futuro.

Às vezes acho que serei invadida por uma imensa vontade repentina de viver. Que o fato de não ter mais uma longa vida com grandes expectativas, me deixará com o humor mais animado. Isso é o que eu quero né, mas será que eu conseguirei ser assim? Porque se não for controlável, eu vou dar muito trabalho pros meus filhos com a minha chatisse.

Essa é minha dúvida. Será que a gente conseguirá controlar quem a gente quer ser?

16 de mar. de 2008

Assim mesmo

Muitos concordarão comigo, nada pior que desprezo. Eu não viro a cara para qualquer coisa. Costumo brigar, espernear, falar inúmeras vezes antes de resolver me calar. E eu aviso. Aviso pra que se preocupe quando o meu silêncio ficar em evidência. E aviso quando fico em silêncio. Porque aí, ninguém terá motivos pra dizer que não fui clara o bastante.

Não brigo por grandes coisas. Não chega a ponto de ser necessário. Eu costumo barrar em grande quantidade de pequenas coisas. Tem gente que junta tudo e explode de uma vez só. Eu sou diferente, implico por cada detalhe fora do meu contexto normal. Exijo a linha quase perfeita, mas sei que além das tantas que brigo, tem muitas que faço vista grossa. Imagina se eu fosse implicar por tudo. Eu implicaria, mas não...

Sou chata. Isso ninguém pode negar. Tem gente que é legal, que tudo tá bom. Mas eu sou crítica. Fora que mudo de humor em milésimos de segundos e um simples pensamento transforma pra mim uma tarde de sol em uma tempestade cheia de raios e trovões. Eu levo cada detalhe em consideração... E o pior de tudo, eu nunca, nunca esqueço nada.

Costumo me cobrar demais. Quero que as coisas dêem sempre certo e fico arrasada quando elas não dão. Não quero ser um fracasso e tenho muito medo disso. Como boa aquariana, estou sempre de olho no futuro. Se não há futuro, não há porquê. Não deixo as coisas pela metade, acho errado e, às vezes, terminar as coisas me consome.

Não me orgulho de tudo que sou. Estou muito longe de consertar meus defeitos. E mais longe ainda de ser perfeita. Eu acho que a vida ainda vai me ensinar muito como transformar as fragilidades em armas, mas talvez esse pensamento é só mais uma maneira de buscar a perfeição. Então o negócio é aceitar cada característica e pensar que tenho as ruins e tenho as boas também. E isso que faz de mim um ser humano bem normal.

Como diz a Greyce, o que o berço deu, só a tumba tira.

12 de mar. de 2008

Eu e minha mania de ver filmes repetidos

Sempre que passo em frente a Renata Vídeo aqui perto de casa tenho vontade de entrar e alugar um filme. Às vezes, tenho vontade de escorregar naqueles brinquedos coloridos que tem na locadora, brincadeirinhaaa, mas essa não é a questão. Sempre que vou com alguém, nunca sei o que alugar e fica um grande impasse. Quase sempre a gente sai da locadora sem filme nenhum nas mãos.

Quando vou sozinha, a história é outra. Já cheguei a sair de lá com uns 7 filmes na sacolinha. Mas isso é praticamente uma raridade, já que ao mesmo tempo que eu gosto da locadora, eu geralmente alugo filmes... repetidos.

Por quê será, hein? Acho que filme assistido no cinema é muito mais engraçado, a gente presta muito mais atenção, dá muito mais medo e quando assistimos em casa, perde o encanto. Então, um filme que já é meia-boca, assistido em casa vira filme de terror real. Talvez seja culpa da telona, que tirou todo o encanto dos filmes caçados nas locadoras.

Outro motivo que me faz resistir à tentação é o preço. Meia-entrada custa 7 reais. Sete reais muito bem gastos com aquela explosão de prazer. Na locadora, lançamento custa 4. Não é muito caro? Por isso, filminho da Renata Vídeo aqui em casa só em terças e quartas malucas, cujo preço baixa pra 1,99. Aí sim...

Por causa dessa diferença da telinha e do cinema, quando entro na locadora vou direto nos filmes que já assisti na telona. Me dei conta disso ontem, quando aproveitando a Quarta Maluca peguei "Os Simpsons" e "Tropa de Elite" porque já sabia que eram bons filmes. Filme aleatório, só muito bem recomendado, senão só alugo se eu já assisti! Estranho, né?

8 de mar. de 2008

Grande coisa

Foi o que eu ouvi do meu namorado quando cobrei "eu que devo parabenizar você hoje pelo dia da mulher?". Na verdade, eu só queria fazer uma cena, porque nem eu tinha lembrado do tal Dia da Mulher até descer pro salão em um chato sábado e ouvir uma delas se vangloriando pelo tal dia.

A resposta seguiu e depois de ouvir "todo dia é o seu dia, linda", eu já falei pra ele parar porque estava exagerando. Teve gente aqui que até recebeu flores. Eu já dispenso em datas verdadeiramente especiais, quanto mais no dia das mulheres.

Ser mulher há muito tempo devia ser mais difícil mesmo, mas acho que nossas ancestrais fizeram bom trabalho e até hoje damos vários "iááás" nos caras. Pra ser bem sincera, chega de igualdade. Não quero dividir a conta, quero que abra a porta do carro pra mim e quero cuidar do meu lar.

Não sou contra a independência, pelo contrário, sou totalmente a favor. Por isso, acho que a mulher tem que alcançar o pico logo, ser dona de seu nariz, ganhar seu próprio dinheiro e não só mostrar que é capaz, mas efetivamente cuidar da sua própria vida. Sentir o gostinho de ser capaz e depois, se render a outros prazeres de ser mulher. Cuidar de sua casa, educar seus filhos e encontrar um trabalho que permita que isso se realize. Deixar o homem pensar que manda (faz com que eles se sintam bem) e ter o prazer de saber que quem na verdade manda, é ela.

Ser mulher é especial, quase mágico. Na próxima vida quero nascer animal não racional, mas fêmea. A gente pensa muito mais, faz muito mais coisas ao mesmo tempo e tudo isso sobre o salto e de TPM. Então, não vamos nos dedicar um único dia especial, ora pois.

7 de mar. de 2008

A pergunta da semana é...

Imagina a cena: você é sequestrado e jogado no em um cativeiro no fundo de uma casa velha e lá tem um cachorro. Nem de longe os sequestradores pensam em dar comida pra você, mas pro Totózinho não falta. Minha dúvida é, se acontecesse isso, você comeria a ração do cachorro?

Na verdade, isso veio na minha cabeça enquanto assistia um comercial de ração, Pedigree acho. Mostra como é nutritivo, com molho de carne, cheio de vitaminas, regula o intestino, isso deve ser uma delícia! Perguntei pro meu pai se ele comeria e ele disse que na hora da fome, qualquer coisa vai. Pedi pra minha mãe comprar, mas é óbvio que ela não vai fazer isso, afinal, tudo que eu vejo no comercial, eu peço.

Bom, caros amigos, eu não recuso comida boa e comeria sem pestanejar. A propósito, minha mãe acabou de chegar do mercado com as minhas "Estrelitas" que eu vi no cormercial e pedi pra comprar ( e insisti, porque foi o mais parecido com ração de cachorro que eu encontrei e tem gosto de chocolate).

2 de mar. de 2008

Só salão de beleza?

Nasci praticamente dentro de um salão de beleza. Minha mãe dividia o tempo entre tesouras e mamadeiras e sempre fui acostumada com esse ambiente. Nunca outra pessoa cortou meu cabelo ou me fez depilação. Faço as unhas nos horários que não atrapalha as clientes e ouço de muitas pessoas "ai, como eu queria ter uma mãe cabeleireira".

Sim, de fato, é ótimo. Apesar de que casa de ferreiro... E santo de casa... Mas não é sobre isso que é o post. Todos sabem que em salão, o que mais tem é conversa fiada. E eu achava que era só isso, mas nesses últimos meses, pra levantar uma graninha e não ficar tanto tempo coçando, tenho ajudado minha mãe e percebi que a tal conversa fiada vai muito mais além do que imaginava.

Ela chega cansada, correndo, dá um oi geral e senta pra fazer as unhas. Coloca a bolsa do lado e dá uma desculpa qualquer pela unha quebrada. A partir daí, começa a sessão. Fala-se sim sobre o que tá passando na tv e o que aconteceu no Big Brother, mas as pessoas usam esses momentos para principalmente, desabafar. Contar sobre o filho que anda meio sem jeito, o marido que andou galinhando por aí, os pais que enchem o saco demais.

Acredito que a função mais importante da minha mãe e das manicures é ser boa ouvinte. Elas proporcionam às pessoas aquilo que elas mais querem: sentirem-se mais bonitas e verem realizado aquele momento unicamente dedicado a elas mesmas. E aproveitam pra desabafar, pra dividir as inúmeras alegrias e sentem que alguém está dando atenção. Acho que até, devido à situação, elas ficam mais suscetíveis a aceitar conselhos.

Quantas pessoas eu já não vi entrar pela porta de um jeito e sair pelo menos uns 20 kilos mais leve. Algumas dão uma passadinha e fica claro, que elas só queriam um ouvido e a verdade, que elas sabem, mais tem dificuldade de aceitar. Visitar a cabeleireira ou fazer as unhas vira de repente uma deliciosa terapia. Por isso eu acho que isso aqui é muito mais que um salão de beleza.

Admiro demais o trabalho da minha mãe. Ela consegue realmente deixar as pessoas mais bonitas. E segundo ela, a satisfação não tem preço. Não conheço ninguém que goste tanto de trabalhar como ela.

28 de fev. de 2008

L o s t

Eu sou uma menina muito comportada que NÃO está baixando os episódios de Lost da 4ª temporada neste site aqui, ó, porque isso é proibido! Logo, eu ainda NÃO achei estranho o fato de só termos flashfowars nesses episódios e não mais flashbacks. Acho que os roteiritas ficaram acelerados com a tal greve.

Como já disse, sou uma menina muito comportada. Pra assistir as outras temporadas, eu NÃO peguei as temporadas emprestadas e gravei pra mim. Eu gosto de assistir tudo junto, de uma vez, mas conter a curiosidade depois do final da terceira foi muito difícil.

Aparentemente, o Charlie morreu em vão já que o Jack nem deu importância para o que ele falou e foi atrás do pessoal do helicóptero. O que parece que deu certo, afinal, de acordo com os flashfowards, ele saiu da ilha. No total seis. Ele, Kate, Sayid, Hurley e... Aaron? Ele conta? Pois é, que revelação, por essa eu não esperava. Não que eu saiba qualquer coisa que está aí acima, afinal, eu NÃO baixei os episódios e assisti.

Eu gostaria de entender o que é que Lost tem que deixa a gente viciado, curioso e surpreso. Esses caras entendem o que fazem. Cada episódio é um susto. Eu não entendo o que é que fez eles cairem na ilha, como eles vão sair e porque eles querem voltar depois, mas nem faço questão, porque ser surpreendido a cada episódio é o máximo.

10 Razões do porque amamos Lost de novo
Por Paige Albiniak para o NY Post

1. A atual temporada mantém a quase perfeição do final da temporada passada: Vimos os losties emboscando os Outros e mais tarde ficando à espera do resgate. Aquele final concluiu um capítulo e iniciou outro de uma maneira bem instigante. Essa nova temporada tem feito o mesmo.

2. Descobrimos o destino de Jack: Aquele final introduziu o flash forward e nos mostrou Jack entregue ao alcoolismo depois de deixar a Ilha. "O flash forward é parte de um plano maior para a série", diz Damon Lindelof, co-produtor executivo. "A 4ª temporada é sobre quem sai da Ilha e o fato de que eles precisam voltar. A 5ª será sobre porque eles precisam voltar e a 6ª é sobre o que acontece quando eles voltam."

3. Sabemos quem sobrevive: A 4ª temporada já introduziu seis sobreviventes: Jack, Kate, Hurley e Sayid [e mais 2 ainda não revelados]. Esses "6 da Oceanic" saíram da ilha mas um deles vai morrer - isso será mostrado nessa temporada. "Fizemos uma escolha de focalizar a história nos personagens que os fãs amama desde o início - Jack, Kate, Sawyer, Locke, Sayid e Hurley," diz Lindelof.

4. Os novos personagens são ótimos: Que rede complexa eles estarão formando? Daniel Faraday é um físico inseguro e Miles é um caça fantasmas de pavio curto. A antopóloga cultural Charlotte Lewis tenta continuar charmosa mesmo pendurada de cabeça para baixo em uma árvore. E Frank Lapidus é o piloto que deveria ter pilotado o vôo Oceanic 815.

5. Jack e Locke são rivais: Jack perdeu a liderança da Ilha para Locke depois de um racha que promete trazer muita tensão. Pensamos que Ben ainda está no comando das coisas especialmente agora que sabemos que ele tem um espião no cargueiro. "A maldade está nos olhos do observador," diz Carlton Cuse. "Se você é Benjamin Linus todos são vilões, menos você."

6. Sayid se juntou a Ben: O pessoal do cargueiro aparentemente representa uma ameaça maior do que os Outros jamais foram. Sabemos que Sayid trabalha para Ben no futuro e que Hurley está ajudando Locke a ganhar vantagens sobre Jack e Kate.

7. Ganhamos mais episódios: Lindelof e Cuse nos dariam apenas 8 episódios de Lost. Agora que a greve acabou, eles farão 13. O episódio 7 termina com um grande gancho e depois a série ficará fora do ar por um mês. "Teremos um mistério bem significativo respondido no sétimo episódio," diz Cuse. "O oitavo episódio foge do padrão tradicional da série dando início a algo novo."

8. Mais tensão sexual: O quadrilátero amoroso entre Jack e Kate, Kate e Sawyer e Jack e Juliet promete complicações deliciosas com Jack dizendo a Kate que a ama, Sawyer pedindo Kate para ficar com ele na ilha e Juliet salvando o dia para Jack.

9. As viagens da série: Parte do material promocional da série para essa temporada inclui o reflexo de uma cidade na água. "Estamos levando a série para fora da Ilha essa temporada para lugares como Berlin e Tunisia," diz Cuse.

10. Existe um final: J.K. Rowling convenceu Lindelof e Cuse a anunciar uma data final para Lost. "Quando ficamos sabendo que ela só escreveria sete [livros de Harry Potter], ficamos inspirados," disse Lindelof. "Séries como Grey's Anatomy não precisam ter um início, meio e fim definidos. Eles podem trazer novos médicos, enfermeiras e pacientes, mas séries como a nossa precisam saber onde vão terminar."

26 de fev. de 2008

Boa música ruim

Eu não curto muito um forró, axé, funk, pagodão e samba. Também não fico feliz com Babado Novo e Chiiicleeeeteeeee, que pra falar a verdade, eu não sei se é axé, funk, padoge ou samba, rs, sei que forró não é. Acontece que, apesar de não gostar de nada disso, tem algumas músicas que mexem com a gente mesmo sendo ruim, e por quê? Porque elas nos fazem lembrar de alguma coisa que aconteceu lááá atrááás e ainda hoje, quando toca, dá friozinho na barriga.

1996 - Excursão do Colégio para, se não me engano, o "Vale dos Girassóis". Meninos contra meninas no ônibus, brincadeira das palavras nas músicas. O monitor comandava tudo. E a palavra dos meninos foi: marrom. Há! Ponto pras meninas! Marrom bombom, marrom bombom, nossa cor marrom, marrom bombom, marrom bombom, nossa cor marrom...

No auge dos meus 10 anos estourou É o Tchan! Na época, Gera Samba. E eu não cheguei a estourar, mas inflei. E gorda, eu tinha vergonha de dançar na frente dos outros, mas eu comprei um cd falso, colocava no meu radinho e Segura o Tchan! Amarra o Tchan! Segura o Tchan Tchan Tchan Tchan Tchan! By the way, eu faço tudo com um bambolê! Ou seria um Bambotchan?? Hehe

Piscina, sol, churrasqueira. Assim eram os domingos no sítio. Eu colocava minhas bóias nos braços e por nada, saia daquela piscina. E não dava pra comer, porque se a gente saísse da água pra comer, só podia voltar depois de 2 horas. Então eu ficava brincando na água e minha mãe quando passava, enfiava uma carne na minha goela abaixo. E no som: vem que eu nao aguento mais viver aqui sozinho, porque sem teu carinho a vida é solidão...

Nossa, tem várias... SPC e Raça Negra é o que mais tocava na época e na "Cidade FM", atual "Sucesso". E quando eu ia viajar com meus tios e no caminho na sexta a noite, nós íamos ouvindo "Love songs are back again...".

Bons tempos...

20 de fev. de 2008

Dia 20 de fevereiro

...sempre será um dia triste pra mim. Foi nesse dia, há exatos 2 anos que perdi meu avô.

Ele era um baixinho super forte. Apesar das pontes de safena, meu avô não recusava serviço. Trabalhava como alfaiate desde que chegou no Brasil, aos 18 anos. Mas seu trabalho mesmo era cuidas dos caprichos da minha avó, função muita bem exercida por ele. Além disso, ele ajudava a montar e desmontar guarda-roupa, subir uma parede ou colocar um piso. E passeava no shopping nos domingos pela tarde.

Não conheci outra pessoa que desse tanta risada assistindo Pica-pau. Até Chaves ele topava! Ele era super bem-humorado e sempre tinha uma boa piada a respeito da situação. Lembro quando ele fazia coelhinhos com guardanapo. E tenho que confessar, ele sempre me livrava das exigências da minha avó: “Ninoca, deixa a menina namorar quem ela quiser, ela não gosta de japonês, fazer o quê???”.

E ele sempre atendia os meus caprichos também. Já usei uma sandália feita por ele de pano, só porque eu queria criar uma nova moda. E ele também tentou me ensinar Italiano, o que não deu muito certo, já que a aula dele de Italiano era só em Italiano... Ele fazia mágica com imãs e eu ficava encantada com como o imã se mexia sozinho (mas era ele que mexia o outro embaixo da mesa).

Quantas vezes ele não me levou ao médico, já que meu pai trabalhava. E mesmo com febrão e sono, eu não conseguia não rir quando olhava pra ele com o cabelo liso todo bagunçado quando entrávamos na sala às 5 da manhã e o acordávamos porque não dava pra esperar mais pra ir ao médico. Ele ajudava nas compras do salão da minha mãe, tudo que precisávamos, ele que estava presente.

Corri no corredor da entrada da casa dos meus avós muitas e muitas vezes. Umas pra pular as baratas de verão, outras pra apostar corrida com meus primos. Mas sempre admirei o retrovisor que ele colocou na parede pra ver quem estava no portão. Engenhoso, meu avô, cheio de detalhes. E além da dele, ele garantiu em vida que os três filhos tivessem uma casa, pra que não houvesse confusão após a morte dele. Pena que não foi assim que aconteceu...

Tudo que ele pedia era pra não incomodar ninguém. E foi assim que ele se foi... Do nada, pra não incomodar ninguém. E eu que não sabia como ia reagir com a morte de alguém tããão querido, caí em um buraco escuro. E pela primeira vez na minha vida, não tive medo. Meu avô acreditava em mim de verdade, não era da boca pra fora. Tenho certeza que onde quer que ele esteja, ele me acompanha sempre. Lógico, quando não está passando Pica-pau...

Com certeza, foi dele que herdei a quelóide. Assim com a nacionalidade italiana e o gosto pelo macarrão. É dele que vem o Lepore e é em homenagem a ele que meu futuro filho se chamará Giovanni.

Bodas de Ouro / Aniversário dele de 72 anos

18 de fev. de 2008

Revolta

Eu não entendo nada de política, polícia, direitos e deveres, leis e problemas psicológicos. Pra ser bem sincera, eu não me preocupo com problemas dos outros que não conheço, evito assistir esses programas de tv que só mostram tragédia e nem Jormal Nacional eu me interesso muito.

Hoje de manhã, enquanto tomava café, meu pai na sala assistia um jornal da Record com a aquele repórter que costuma ser divertido no Hoje em Dia e eu fui pra sala. Depois de mostrar o maluco que resolveu andar na contra-mão na estrada ele deu uma notícia que me deixou inconformada.

No sábado, uma mãe maluca, com supostos disturbios mentais resolveu sacar o revólver do marido que é guarda-noturno e atirou nas duas filhas, uma de 4 (Vitória) e outra de 8 anos (Luana). Eu não consigo imaginar qualquer razão que exista pra cometer um crime desse tipo. Fico pensando no que passou na cabeça das meninas ao ver a mãe descontrolada com a arma na cabeça delas.

A vadia, pra melhorar sua situação, não deixou que as filhas fossem socorridas e já era tarde demais quando elas foram pro hospital. Claro que a mãe ficou ainda no local fazendo uma ceninha e dizendo que ia se matar, mas ela não foi mulher pra isso, óbvio. Covarde.

Eu sei que isso acontece sempre. Não é o primeiro caso e nem vai ser o último. Mas se tem alguém, na minha opinião, que merece ir pra cadeira elétrica sem esponja molhada é uma mãe que mata seus próprios filhos e filhos que matam seus próprios pais. Não existe distúrbio que justifique isso... E não existe pena que pague. Nessas horas, torço pra que exista inferno. E anjos... Já que a justiça daqui não faz muita coisa mesmo.

http://www.estadao.com.br/cidades/not_cid125718,0.htm

14 de fev. de 2008

Alguém me salve?

Quando comecei a namorar o Du, ele disse que gostava de Smallville. Não só gostava, como colecionava as temporadas e perguntou se eu já tinha assistido. Eu, sem nunca ter visto nem de passagem na Warner, disse que não e que nem queria assistir porque era idiota. A Taís assistia com o Fábio no telefone muito tempo antes e eu até que ficava um pouco curiosa mais não queria assistir de jeito nenhum.

Um belo dia de falta do que fazer nessas minhas longas férias, eu resolvi pedir a primeira temporada, pra provar pro Du como era ruim. Aconteceu uma coisa terrível, eu me apaixonei. Por Smallville, pelo careca do Lex Luthor, pelo charmoso Jonathan Kent. Mas nada, nada se compara a Clarck Kent.

Eu não sei se é o fato de ele ser um completo idiota, de ser um pateta quando o assunto é amor, ou se é aquela combinação de camiseta azul e jaqueta vermelha que ativa o inconsciente da gente. Talvez seja toda aquela altura e lindo olhos do ator Tom Welling, mas só talvez, porque que nada, meu negócio é o Superman.

Claro que o Du nem fica com ciúmes, afinal, a culpa é toda dele. E que Lana Lang que nada! Muito menos Lois Lane. Em Smallville, queria mesmo que o Clarck ficasse com com a Chloe. Seria o melhor casal e ela é tão apaixonada por ele... Por sinal, já está tudo decidido! Se eu tiver qualquer bicho de estimação, o nome será Chloe ou Clarck e torçam pra mania passar logo, se não eu coloco Kal-el no meu futuro filho.


Como diz a Lois, "Garotão..."

12 de fev. de 2008

Timidez

Definitivamente, eu sou uma pessoa tímida. Dessas que falam baixo pra não chamar atenção, que jamais iniciam uma consersa co quem não conhecem e que não pedem as coisas com medo de levar um NÃO.

Desde pequenininha, eu não me lembro jamais de ter sido diferente. Nem minha família ia muito com a minha cara, porque eu não era aquela adorável criança brincalhora. Tinha vergonha de cumprimentar, abraçar e conversar. Até a terceira série, eu tinha vergonha de comprar coisas na cantina do colégio (quando perdi a vergonha, por sinal, desembestei a engordar).

Até que melhorou um pouco com o tempo. Fiquei 5% mais comunicativa, mas ainda morro de vergonha quando tenho que enfrentar primeiros dias de aula, apresentações de trabalho e entrevistas de emprego. Meus amigos sempre foram os que sentavam do meu lado e só.

Percebi agora que enquanto eu não perder a vergonha, nada vai rolar. A entrevistadora não vai acreditar quando eu disser que abrir a porta era meu sonho desde pequenininha, não conhecerei contatos profissionais, ninguém que pode me indicar praquela super vaga e minha timidez está me impedindo de ganhar dinheiro!

Não sei ser diferente disso, mas estou disposta a aprender. E aceito sugestões.

7 de fev. de 2008

Ai, ai, esse orkut...

Foi o Danilo quem me convidou pro site há muito tempo atrás. Por muitos meses eu resisti com poucas comunidades, participando ativamente em todas elas, com poucos amigos, tanto porque quase ninguém tinha esse tal de Orkut.

A Luiza chegou a me pedir pra convidar ela e a prima dela, porque naquela época, só entrava convidado. Realmente, acho que esse foi um jogo muito legal pra deixar as pessoas com vontade de participar. Tinha gente que até comprava (gastava money!$$! Tutu!!) convite pra entrar no Orkut!

E o Orkut foi evoluindo. As comunidades foram aumentando em um nível, que qualquer coisa que você pense, já existe uma comunidade a respeito no site de relacionamento. Como uma comunidade mesmo diz, "Orkut devia ser profissão", porque tem gente que vive pra pensar no que criar ou aprontar com o Orkut.

Campeão de fim de relacionamentos. Quantos pombinhos apaixonados não deixaram o site pra evitar confusão. E quanta gente não armou o maior barraco por causa de um scrap (ou vários scraps... Quem sabe até um testimonial?). Quantos fakes profiles e provocativas comunidades.

A gente também encontrou aquela professora do prézinho na comunidade da escola. Você não vê o molequinho que colou catota em você desde o Jardim II, mas lá está ele, na sua lista de amigos. É muito fácil ter amigo assim, poxa!

Pra piorar, ou melhorar, depende do ponto de vista, podemos saber quem andou fuçando no nosso Orkut, o que pode render várias surpresas quando ativado. E uma das últimas do Sr. Orkut, bloquear fotos, scraps, vídeos. Eu tenho a minha teoria, de que só esconde foto quem é feio.

Ai, Ai, esse orkut, viu?