27 de out de 2008

Rotina

Tem vezes que a falta de experiência de vida deixa a gente meio perdido...

Tem outras que a experiência é tanta, que a gente fica perdido por não entender porque ela não é usada.

Eu não tenho muita hoje, mas aumenta a cada dia.

19 de out de 2008

Vamos brincar de Detetive?

É assim que muitas vezes acabam as brincadeiras nas festinhas da família. Em uma grande roda, nos reunímos, procuramos papel e caneta e brincamos dessa brincadeira que, pelo jeito, tem mudado nos últimos tempos. Ou eu estou ficando velha demais, ou eu sempre brinquei errado!

Detetive que eu brincava quando era mais nova:

Pedacinhos de papel: 1 Polícia; 1 Ladrão; restante do número de participantes: Vítima.

Dobramos os papéis, sorteamos, cada um abre o seu sem deixar ninguém ver e a brincadeira começa. O ladrão dá piscadinhas com um olho só. Tensão. Se uma das vítimas vir a piscadinha fala: "Morri". Quando o policial finalmente descobre o ladrão aponta a mão imitando arma e diz: "Preso em nome da lei!".

Detetive que brinquei com meus primos neste final de semana:

Pedacinhos de papel: 1 Polícia; 1 Ladrão; 1 Beijoqueiro, restante do número de participantes: Vítima.

Mesma história das piscadinhas, se uma das vítimas vir a piscadinha fala: "Morri!". Aí então entra o beijoqueiro na história. O beijoqueiro manda um beijinho para o que morreu e ressuscita a vítima que diz: "Vivi!". O engraçado é ver o clima diferente que o beijoqueiro tráz ao jogo. Enquanto as vítimas ficam relaxadas vivendo e morrendo, o ladrão se preocupa em dar as piscadinha e a polícia em descobrir o ladrão, mas o beijoqueiro fica evitando olhar diretamente para as pessoas, por que se ele vir o ladrão piscando, ele tem que morrer... E aí ninguém é salvo no jogo. ADOREI! Brincamos um montão!

Eu não sabia dessa história de beijoqueiro... Será que eu que não jogava direito ou essa molecada inventou uma nova versão pro jogo??? Sei lá...

Cobre menos...

Eu queria escrever sobre cobrança, mas mais do que isso, queria escrever sobre como é ruim ser cobrada. Não tenho tanta facilidade com as palavras como gostaria, dificilmente vou saber exteriorizar o que estou sentindo agora e o que geralmente sinto quando me cobram um tipo de coisa que pra mim, é natural. Devia ser proibido cobrar carinho, cobrar atenção. Cobrar coisas que fluem simplesmente e que quando não é assim, fica forçado.

"Você nem liga pra mim". Foi duro ouvir isso apesar de todos os pesares. Eu tenho acompanhado já há tempos que os meus assuntos têm ficado bem desinteressantes. As minhas novidades não são comemoradas como eu gostaria que fossem. E eu entendo isso. Eu entendo que os tempos mudaram, que talvez a sua fase esteja mais ligada a fases de pessoas como você. Que eu já cresci e que talvez esse reconhecimento que eu espero hoje, tenha ficado pra tempos atrás. Então, eu simplesmente procurei. Procurei por pessoas que fariam festas pras minhas vitórias, que me deixariam falar e comentariam o que eu tinha a dizer e estão na mesma sintonia que eu. Pessoas que sempre foram assim comigo, nessa sintonia. E pessoas que agora entraram nessa sintonia recentemente. Então não diga que eu não ligo pra você...

Apesar do ocorrido de hoje, qualquer cobrança desse tipo é ruim. A menos que tenha sido uma total falta de atenção e que a cobrada te chame para o que você "sem querer" não tem feito, apesar dos sentimentos inalterados, a cobrança não é nada positiva. Quando a gente cobra, tem que pensar se estamos também nos empenhando e não há retorno (e cobrar não é a solução...), ou se não fazemos nada e estamos cobrando (o que é pior ainda). Eu também já cobrei muito, hoje eu vejo que não é o caminho. Talvez eu ainda cobre de algumas pessoas, sei lá, mas tenho tentado não fazer esse tipo de coisa.

12 de out de 2008

Judith!

Compramos um carro!

É meu e do Du e demorou... Depois de dois anos vivendo de carro emprestado e saindo de carona ou "quando dá", agora a situação melhorou! Faz umas duas semanas que estamos com a Judith e ela é uma coisa fofa! Como diz minha mãe, um carro é um $filho$.

Ela é pequenininha, pratinha e simpática. Tem a quantidade de portas suficientes e tem que ser alimentada e banhada todos os finais de semana. Ela já teve que ser levada ao mecânico umas muitas vezes nesses últimos dias, mas ela é assim, chatinha mesmo!

E eu ainda não seu usar meu brinquedinho novo direito! Mas estou aprendendo, já estou melhorzinha, apesar de ainda dar uns sustos nas pessoas do meu lado, hihi.

O nome? Alguém já ouviu aquela música "Eu e Peugeot, Peugeot e eu"? Eu sentia vontade de falar Judith! Aí meu pai me falou (enquanto ria da minha cara) que a música original é "Eu e você, você e eu... Juntinhos". E nããão Judith, mas tudo bem, ficou Judith mesmo!

6 de out de 2008

Primos 2008