31 de mai de 2008

O caso do velho

Aconteceu sexta-feira no metrô. Depois da normal confusão de entrada na Sé sentido Corinthians-Itaquera, às 2 horas da tarde (não é pico, mas está sempre cheio), um senhor em pé, bem idoso, com aparelho de audição e todos os fios brancos começou a gritar com um jovem que estava sentado no banco reservado: "Você é um idiota sem educação, um besta, um sujo, eu vou meter a mão na sua cara" e blá blá blá.

O rapaz sentado apenas dizia "bate então". E o velho revoltado: "você acha que eu não tenho coragem??? Você vai ver quando a gente sair daqui, eu vou quebrar a sua cara". A cena era ridícula, o velho estava para ter um ataque. Aí então, em voz alta, ele começou a explicar o acontecido. Disse que pediu pro menino dar lugar pra senhora com a criança no colo, e que o menino achou ruim. Então, ele pediu desculpas com um tapinha nas costas e o menino mandou não encostar. Foi aí que começou a confusão. E o velho voltou a gritar com o menino.

"Você sabe que esse banco é pra idoso ou mulher com criança no colo?", perguntou o velho. A resposta foi "eu sei dos meus direitos, senhor". "Não vai me dizer que você é aleijado?!". Nessa hora, o menino que estava sentado com um guarda-chuva entre as pernas, sentou o guarda-chuva na cabeça do velho e a confusão começou. Todo mundo começou a xingar o menino, ficaram do lado do velho e me falaram pra segurar a porta, coisa que não consegui. A mulher então quebrou o "alerta" de segurança e assim que parou no Brás, os guardas já estavam lá.

O velho se sentindo com a razão, apoiado por todos foi em direção ao guarda. E o povo apontava "é ele o rapaz". O guarda falou então pro rapaz sair do metrô e quando ele saiu, pra surpresa geral, ele tinha problema na perna sim e por isso, tinha direito sim de se sentar no banco reservado sem ter que ficar dando maiores explicações pro velho. As portas do metrô se fecharam e o caso ficou pra trás, mas agora os comentários eram outros. Todos diziam como o velho era intrometido, que ele estava errado e blá blá blá.

Moral da história? Se cada um cuidasse da sua própria vida, ah como seria bom...

29 de mai de 2008

Como se fosse a primeira vez

Acho que todo dia 1 sempre será como se fosse a primeira vez...

E justamente na semana em que completaria 1 ano em casa, arrumei um estágio. Lá onde faço curso, eles fazem no mesmo dia uma prova de conhecimentos específicos e uma outra sem noção do tipo "O que você faria no seu primeiro dia de estágio". Aí, eles classificam as pessoas e encaminham para as vagas de estágio conforme elas vão aparecendo. Imaginem o quanto não fiquei surpresa quando fui chamada, a segunda ou terceira da minha turma (são três turmas).

Como as coisas costumam ser mais difíceis pra mim (o que tende a mudar, pois estou seguindo os conselhos da minha mãe de ser mais positiva!), o lugar para o qual fui encaminhada precisava de entrevista. Das cinco meninas enviadas, ficariam três. Eu tive umas crises de ansiedade que levou ao post aí de baixo, mas felizmente eu fui escolhida. Nova crise que me fez parar no médico com febre e dor de garganta, mas hoje comecei meu estágio, finalmente!\o/

Estou estagiando no Regulatório da Pesquisa Clínica do Hospital do Câncer. É por um curto período de tempo, mais mesmo pra gente ter uma prática na área e eu estou muito feliz =). Primeiro dia é sempre primeiro dia, né? A gente não sabe direito o que falar, o que fazer, pra onde olhar, mas acho que deu tudo certinho. Quem vê pensa que eu nunca trabalhei em outro lugar, é quase como se eu já não tivesse tido outros 3 primeiros dias em outras empresas....

E eu sei que é só um passinho, mas o começo é assim mesmo, pelo menos já é alguma coisa. Como disse, estou feliz!

27 de mai de 2008

Vai um pouquinho de ansiedade aí?

Minha mãe conta que fui é bem preguiçosa pra sair da barriga, mas desde que me entendo por gente, tenho pressa. Pode até ser por causa do signo, aquarianos costumam ser pra frentex, mas eu acho que sou só eu mesmo.

Balanço as pernas o tempo todo, já contei isso aqui, e acho que é uma tentativa de apressar o tempo, fazer o relógio andar mais rápido. Não resolve, mas sempre sofro pra que as coisas cheguem rápido, que passem logo e isso atrapalha, porque nem sempre curto tudo que dá.

Quando era pequenininha, sofria com os passeios da escola. Na semana, eu tinha febre, passava mal de tanta ansiedade e quase não acreditava quando realmente chegava. Achei que com o passar do tempo me acostumaria com novidades e seria diferente, minha mãe mesmo falava isso pra mim. Como eu estava enganada...

Acho que hoje em dia é pior. São as entrevistas, provas e concursos, festas gigantes, pessoas pra conhecer, coisas pra mostrar. Eu tenho não só a febre, o mal-estar, como dor de barriga dias antes de acontecer o que tem que acontecer. Parece que é o primeiro-beijo, todas as vezes que tem alguma nova situação pra passar.

Como eu disse, não sei se é o signo, se sou eu mesma e se um dia passa. Sei que estou disposta a dividir minha ansiedade com quem quiser! É muito só pra mim =/ Não quero nem ver, quando eu for casar, vou passar a semana inteira no banheiro, depois passar em um hospital pra hidratação e só depois tem casório...

26 de mai de 2008

Tem lembrancinha?

Quem não gosta de uma boa lembrancinha??? Eu aceito qualquer uma! Pode ser de casamento, noivado, bodas de ouro, chá de bebê, nascimento, realmente não importa. O que importa é que seja bonitinha e útil!

Sempre lembro de pegar uma lembrancinha no final das festas. Tem umas super úteis. Desde uma caixinha de madeira que está atualmente na moda, até os imãs de geladeira que uso no quadro de fotos. Pode ser um porta-lembrete, pode ser um pesinho de papel feito de biscuit, eu topo.

Foto é uma lembrancinha que não conta muito... A gente não tem muito o que fazer com ela, ainda mais porque é dos outros e acaba sendo perdida em algum álbum da família. Os buffets que têm inovado pra caramba ultimamente, como sempre consigo uma lembracinha na festas das crianças, tenho, por exemplo, a bola do "Território da Alegria" e o copo do "Happy Kids". Abaixo a sacolinha surpresa! Abaixo a sacolinha surpresa! Só tem porcarias e coisas engordantes.

Melhor que lembrancinhas, são os brindes em feiras e eventos. Por favor, me dêem sacolas, quanto mais, melhor! Eu adoro ganhar aquele monte de papel que eu nunca vou usar pra nada. Depois, conto a quantidade de canetas (brinde mais comum) que adquiri pelos corredores e às vezes, tem até uns brindes extras, como uma garrafinha de água ou um termômetro do humor.

Dá uma olhada na última que ganhei. É do casamento de uma cliente da minha mãe. Mesmo não indo no casamento, como a gente participou do dia dela, ela trouxe uma lembrancinha pra cada uma.


Não é lindinho? Como não se apaixonar por uma lembrancinha???

22 de mai de 2008

Família Costa

Quanto eu era pequena, minhas primas falavam que eu não era prima delas porque o nosso sobrenome era diferente. Eu ficava triste e falei até pro meu pai que odiava ser uma Lepore. Minhas primas eram Costa, como a minha mãe e eu não era nem filha da minha mãe e nem parente das minhas primas e tias preferidas.

É que a família Costa é assim, todo mundo é maluco. Eles são divertidos, engraçados, companheiros e principalmente unidos. Toda família tem seu lado meio obscuro, mas de uma maneira ou de outra, essa aqui se sai muito bem de todas essas enrascadas. Também, são 9 irmãos, 9 cunhados, uns 20 filhos, com 2 já casados e com mais 4 filhos.

Acho que o principal para saber o quanto uma família é unida, é permanecer unida mesmo quando não há mais base. Meu avô eu nem conheci. Minha avó se foi há 4 anos. E a gente ainda vai na "casa da vó " pra fazer churrascos, festas e encontros, mesmo que ela seja agora apenas de um dos tios. É assim que a gente está acostumado a chamar e querendo ou não, lá continua sendo o cantinho mais aconchegante para encontrar a turma.

Já a família do meu pai, os Lepore, não são nada unidos. Desde o falecimento do meu avô há 2 anos, eles não quiseram saber de mais nada. Não tem mais Natal, não tem mais Sexta Santa, não tem mais nada. Nem a minha avó foi suficiente pra manter a família unida. Acho que por isso, desde pequenininha eu quis ser Costa. Já sentia as vibrações malignas...

Eu não sou parenta de nome da Julie Costa Silva ou da Gabriela Cristine Costa. Mas minhas tias casaram com uns italianos chatos que nem meu pai e também não colocaram o Costa. E apesar de também não ser parenta de nome da Bruna Caputto e nem da Giuliana Pandolfi, nós somos bem no fundinho todas um poquinho de Costa.

E seja bem-vindo à família Costa, Pedro Henrique Caputto, você caiu no mundo na família certa!

19 de mai de 2008

Ela

Eu esperei a ocasião certa. Achei que talvez no Natal, já que somos tão natalinas, em algum dia dezoito à 1:22, ou até mesmo no aniversário dela. Mas aí, todas as vezes que sentava pra escrever eu pensava que seria muito óbvio um post assim, por exemplo, no aniversário. Eu queria mais, queria retribuir aquele post, mas não sabia como.

Percebi que não precisa de datas especiais para isso. Era só sentar aqui e escrever... Mas escrever o quê?

Eu não sei se vem de outras vidas, se vem da nossa boa vontade, naturalidade ou sei lá o que.

Quando conheci a Taís, eu não achei que passaria daquela aula da Patrícia. Achei que ela tinha muitas pintinhas no rosto e ela foi antipática comigo na hora do intervalo. Lembro tão bem do primeiro dia de aula e da primeira vez que nos encontramos no ônibus, mas não lembro como essa amizade se desenvolveu. Ela era chatinha, falava que gostava do Rrós (sério, não Ross, Rrós) de Friends, tinha o cabelo vermelho (eu já falei o quanto eu não gosto de pessoas com os cabelos vermelhos?) e pagava um pau pro primo (absurdo!). Sei que não sou o extremo da socialização (e nem ela) e a gente se dava bem.

Combinamos de ir ao shopping pra assistir algum filme que nem lembro e acabamos ficando o dia inteirinho lá. Sentamos em um banco e encontramos defeitos em cada ser humano que passava na nossa frente. Pronto. Viramos melhore amigas. Desde então, nós grudamos. Eu encontrei finalmente, a irmã que eu nunca tive.

Ela estava sempre aqui em casa, passava férias e mais férias aqui. Tivemos nossos blogs juntas (e ela sempre dizia o quanto nossa amizade estava no fim), foram incontáveis idas ao cinema, playcenter em todos os aniversários, muitas festas, baladas, viagens, filmes, shows, até nossos namorados eram amigos. A gente tinha o cabelo igual, tamanos diferentes (tá, continua assim). Teve épocas de eu chegar sozinha no Camargo e perguntarem "Cindy, cade sua outra metade?" e vice-versa. Lá também dividiamos as matérias, português, história e geografia com ela. Química, física e biologia comigo.

E ela liga aqui em casa em qualquer hora (como acabou de fazer agora!), não importa se é 6 da manhã ou 11:42 da noite. Minha mãe me acordava de manhã e ligava pra acordá-la nas épocas do Camargo (pra ela não perder o ônibus). E principalmente, apesar de tantas coisas juntas, descobri com ela que seu melhor amigo e você podem fazer tudo, ou nada e ainda sim, terem bons momentos juntos.

Shakespeare tá velho, eu sei. Mas tem uma frase dele em todos os cartões que ela me deu, seja de natal ou aniversário. Tem nas infinitas cartas também. Ela se fez importante em cada pedacinho por onde esteve. Ela é sobrinha das minhas tias, prima dos meus primos e filha dos meus pais. Eu falei errado, ela não é a irmã que eu nunca tive, é a única irmã que eu tenho.

Sabe, não importa a porrada de coisas que somos diferentes. Nem o outro tanto que somos tão parecidas. O que importa é que eu sei quando ela não está a fim de conversar, e ela sabe quando eu estou de mau humor. Importa que a gente discute nossas diferenças e depois divide um chocolate como se nada tivesse acontecido, eu fico com a parte branca e ela com a preta e nós sabemos que isso nunca vai mudar, mas isso não incomoda, porque somos felizes assim.

Hoje ela estava estranha comigo. Eu achei que realmente era o fim da nossa amizade. Deixei um scrap brava! Tirando os fins de semana, ela nunca fica sem me deixar um scrap. Aí eu sentei aqui e comecei a escrever o post. O telefone tocou (23:18) e era ela.
"Alô?!?!?!?!"
"Oiiiiiiiiiiiii, tudo bem???"
"Tudo, seu telefone mudou, não reconheci o número"
"Ah é, nem sabia..."


E viveram felizes até acharem de novo que era o fim da amizade...


Em alguma aula da Tânia em 2003

18 de mai de 2008

A pergunta da semana é...

Como você está hoje? Auditivo, visual ou cinestésico?

Lembrei de uma palestra realizada pelo Marcelo Brotti ainda nas épocas de Camargo. Ele descreveu os três aí de cima de uma maneira bem divertida e nos deu um teste. Eu nem entendi na época direito, achei que ou você era um, ou outro, ou outro.

Pesquisando na net sobre Programação Neurolinguística, percebi que não, que você "está" uma coisa ou outra e o mais aconselhável é trabalhar os outros sentidos, para que todos estejam bem desenvolvidos.

Este foi o único teste que encontrei: http://somostodosum.ig.com.br/testes/pnl/exercicio1.asp

Procurem mais coisas sobre isso! É interessante!

Últimamente, os resultados pra mim tem dado uma porcentagem significantemente maior pro lado "cinestésico".

16 de mai de 2008

Post especial nº100 - Curiosidades

10 Peculiaridades
-Não sou amiga de pessoas que respiram "chiando"
-Enxugo os braços, rosto e a parte da frente do corpo com o chuveiro ainda ligado, com a água caindo nas costas pra ficar quentinho
-Procuro o vestido de noiva perfeito desde uns... 10 anos de idade
-Sempre choro no meu último dia de TPM (aí sei que a TPM está no fim)
-Durmo sem meias e com os pés procurando um cantinho gelado da cama não importa o frio
-Minhas pernas são tortas, em X
-Pego orelha de qualquer um que estiver do meu lado se me der vontade ou se eu estiver com soninho (quando estou lavando os cabelos das clientes da minha mãe, abuso das orelhas delas)
-Balanço as pernas o tempo todo (TODO) e se me manda parar, dura uns 3 minutos
-Não divido comida (não me peça e se eu oferecer não aceite, é por educação)
-Quando ouço música no metrô sempre fica cantando junto, baixinho e com medo que o fone tenha desconectado um pouquinho e que as pessoas também estajam ouvindo altão

10 Maiores medos
-Perder meus pais
-Ficar louca de vez
-Não conseguir um emprego nunca mais
-Não poder ter filhos
-Ver alguém que já morreu
-Ser enterrada viva
-Perder o Du por algum momento idiota de TPM
-Nunca viajar pros lugares e países que quero conhecer
-Não me casar
-Não conseguir comprar um casa

10 Músicas mais ouvidas ultimamente
-Um minuto para o fim do mundo - CPM22
-Way back into love - Hugh Grant & Drew Barrymore
-Tudo por você - Sandy
-Sapato velho - Roupa Nova
-American pie - Madonna
-Pode chorar - Geração vanera
-I get knocked down - Smash Mouth
-Sugar sugar - The Archies
-You´re still the one - Shania Twain
-A little respect - Erasure

10 Seriados que acabei viciando
-Friends
-That´s ´70s Show
-Charmed
-Lost
-Grey´s Anatomy
-Popular
-Desperate Housewives
-Party of Five
-America´s Next Top Model
-Smallville

10 Comidas que me fazem sorrir
-Pãozinho quentinho com manteiga
-Morango com chocolate
-Bacalhau com purê de batata, requeijão, catupiry e cheddar
-Ribs do Outback
-Macarrão parafuso à bolonhesa
-Nescauball ou Estrelitas em qualquer hora do dia
-Bife à milanesa com batata frita
-Sorvete (daqueles americanos) sabor rosa
-Leitinho com chocolate (e orelha)
-Pão de queijo

10 Histórias que só comigo mesmo
-Ana Carla contou pro menino que eu gostava dele na terceira série e ele veio no meio do recreio e falou "eu não gosto de você" na frente de todas as minhas amigas
-Uma menina dividiu um namorado comigo sem eu saber e ainda achava que tinha razão
-Me declarei pra um idiota na oitava série e como ele era do segundo colegial ele disse que era coisa de criança, mas que ia passar logo (agora ele baba, baby, porque eu fiquei bonita, mas ele continua feio)
-Vinte por cento dos meninos que beijei descobriram-se homossexuais um tempo depois
-Fui uma vez com um menino no cinema e no único beijo que ele me deu, todo mundo riu do filme e ele disse "que droga! a gente perdeu"
-Meu (na época) melhor amigo quis me levar pro banheiro pra provar que era homem depois de umas fofocas (o que lógico não aconteceu e por sinal, acho que ele não é mais homem)
-Um ex-namorado não quis ir comigo no cinema com a desculpa de que não queria que minha melhor amiga fosse junto, mas depois descobri que era porque ele tinha prometido ir na casa da outra naquele dia e ela tinha ficado muito brava com ele
-Quando conheci meu sogro, ele me chamou pelo nome da ex-namorada do meu namorado
-Uma vez me aprumei toda porque ia pra uma festa que tinha "alguém" especial e ele estava bêbado, drogado e beijando outra (depois desse dia ele nunca mais olhou na minha cara)
-Um ex-namorado idiota me falou pra não ver ele mais de rabo-de-cavalo porque eu ficava feia... FEIA - quem fala isso pra namorada?

10 Coisas das quais não me orgulho
-Assisto Malhação
-Ouço Tupi FM mesmo quando meu pai não está no carro
-Danço Rebeldes com as minha primas
-Danço Floribella também...
-Rouge também... Tá bom, pra dançar Rouge não preciso das minha primas, toca na balada e eu danço. Se não toca eu encaixo o passinho do "Assereje...Rá... Derrre..."
-Ganho Kinder Ovo na Páscoa e me divirto com a surpresa
-Sou louca pela Angélica desde os meus 5 anos, quando ganhei o disco e aprendi a dançar "Pare, mãos ao alto, é um assalto eu quero roubar seu coração"
-Durmo com a minha mãe quando dá vontade
-Não sei andar de bicicleta e acho quase improvável que eu aprenda um dia
-Uso colônia "Mamãe e Bebê" todos os dias, mesmo por cima de outro perfume

10 Coisas que eu queria fazer(, mas... - ainda... - e vai dar certo... -, mas deixa pra lá... - ,mas tenho preguiça... - , mas não tenho coragem...)
-Ballet
-Faculdade de Marketing
-Curso de Italiano
-Licenciatura
-Faculdade de Pedagogia
-Faculdade de Medicina
-Faculdade de Turismo
-Regime
-Dança de salão
-Faculdade de Veterinária

10 Momentos inesquecíveis
-Quando passei no Camargo Aranha
-Minha festa de quinze anos
-Show do Kid Abelha com o Du
-Quando tive dor de ouvido na aula de matemática do cursinho
-Quando fiquei sabendo do meu avô
-As formaturas
-Quando nos despedimos do Alexandre e da Amanda em frente ao Trianon e ele perguntou se estávamos de carro
-Quando resolvi que não faria mais nenhuma das minhas manias e voltei pra casa de ônibus chorando, olhando pro chão
-O dia que minha mãe caiu na rua e machucou o joelho voltando do mercado
-Quando meu cachorro morreu

10 Fotos que mais gosto

14 de mai de 2008

Ch-ch-ch-ch-changessss

Quem gosta de mudanças põe o dedo aqui, que já vai fechar!

Não gosto de mudaças. Acho que é normal, né? Grande parte das pessoas não gostam de mudanças... Ou até gosto de mudanças, vai, mas demoro pra me acostumar com elas.

Tava vendo pelo Orkut, eu odiei esse negócio de por mais que 12 fotos. E depois mais álbuns... Mas agora, que legal, né? Dá pra colocar bem mais fotos, bem mais momentos e tal. Demorei pra participar da coisa, mas criei meu segundo álbum, bacana.

Estamos acostumados no curso a ter aula com a Greyce. Toda vez que vem alguém de fora dar uma aula especial, a gente fala mal na hora do lanche. Hoje até comentei "mas a gente não gosta de mudanças mesmo, né?", mas aí o pessoal desconversou e disse que "aquele lá da semana passada era legal". Mas a gente criticou ele na semana passada.

Eu tenho uma certa dificuldade pra me adaptar a mudanças. Eu reclamava da empregada aqui em casa (porque meu negócio é reclamar), aí ela precisou sair e outra veio no lugar. Odeio essa outra (num disse?), e eu fico falando como a de antes era bem melhor...

Eu sou resistente, mas mudo. Às vezes não tem muito o que fazer, melhor se adaptar. Mudança é bom, não é? Nem sempre é pra pior, às vezes é pra melhor. Ruim é não poder voltar atrás... Ou ser forçado a mudar. Eu queria mudar. Acho que preciso de uma grande mudança.

13 de mai de 2008

2.16 - It's The End Of The World

Para se interessar por um bom seriado de comédia, basta conhecer os personagens principais. Não precisa saber a sequência da história e os episódios podem ser assistidos de forma aleatória, dificilmente não renderá boas risadas. Outros seriados, de drama por exemplo, é um pouco mais difícil acompanhar. Tem que entender um pouquinho da história que ronda os personagens principais. Aí você fica meio perdido no começo, mas logo depois se encaixa na história.

Hoje eu vim mesmo falar de um seriado em especial. Estava fazendo um trabalho no computador e coloquei na Sony porque aparentemente, estava passando alguma coisa dublada e eu não aguentava mais ouvir sobre o caso Isabella. Já era meio dia e vinte e cinco e meu trabalho simplesmente teve que esperar. O que passava na tv me chamou muita atenção.

Era um hospital e tinha muita confusão. Uma menina estava segurando uma bomba dentro do corpo do cara, aberto. Ela não podia soltar porque não podia mexer a bomba. Chama o esquadrão anti-bomba, evacua o hospital. Uma loirinha super divertida agarrou o amigo dela e foi pra salinha aproveitar seus últimos momentos. A japa estava em cirurgia de um doutor que, contrariando as ordens do chefe, não parou a cirurgia que era no marido de uma outra médica.

Essa outra média estava pra ter bebê e contava com a ajuda de um interno. A principal, Meredith Grey, nos últimos minutos do episódio, vai até a menina que está segurando a bomba para dar um apoio moral. A menina não aguenta e tira a mão. Sem se dar conta do que está fazendo, Meredith coloca a mão no lugar da mão da menina. E Bang! O episódio acaba. Eu não me aguentei de curiosidade. Tive que assistir no dia seguinte pra ver o que ia acontecer com a bomba. E desde então, assisti todos os dias, em diversos horários, na tv, no computador, temporadas diferentes.

Eu me apaixonei por Grey´s Anatomy. Este primeiro episódio que assisti é o 2.16 - It's The End Of The World. Já está na quarta temporada! Como eu perdi tudo isso todo esse tempo? Não tem um personagem que não seja fantástico nessa série. Até esses médicos arrogantes são demais. Comparações a parte (tanto porque eu também gosto de ER), eu nunca me interessei tanto por ER como me interessei por Grey´s Anatomy, já que o assunto é (quase) o mesmo. Assistam! É... fantástico!

12 de mai de 2008

Números

Tenho uma certa coisa com números. Não entendo bulhufas de numerologia, mas sempre tento fazer combinandinhos diferentes com números pra achar legal. Minha mãe é cheia de história, diz que a soma do meu aniversário dá 3 e que isso significa num sei o quê, mas eu estou em um ano 6 e que por causa disso blá blá blá (Whiska sachê) blá blá blá... Eu não sei se acredito, às vezes sim, às vezes não...
Não que seja uma paranóia tipo do filme "23", mas vou contar umas histórias numéricas:

3 - Tinha umas manias relacionadas ao três. Fui parar na psicóloga (sou louca, já disse, corra enquanto há tempo). Ela me perguntou por que o número 3. E eu nunca tinha me feito essa pergunta. Quando ela perguntou, veio que nem um negócio em alta velocidade do fundo da minha mente, meus pais em crise, eu com 6 anos e minha professora da primeira série falando pra minha mãe "A primeira passa, a segunda também, mas a terceira é definitiva". Pronto, coloquei na cabeça que o 3 era o número perfeito. Pra ficar bom, tinha que fazer 3 vezes. Agora superei essa loucura.

18 e 14+1 - Os meninos do Camargo "inseriram" essa loucura na nossa mente (minha e da Taís). Por causa do RPG, eu acho. Ele idolatravam o "Todo poderoso 18" e nem mencionavam o tal do 14+1. E assim vivemos anos, com "Feliz dia 18" (até hoje, vai...), "Feliz 18:18", "Se o 18 quiser", somávamos os números e encontrávamos 18 em tudo que é lugar. O 18 é do bem, o 15 é do mal (15 não! não podia falar 15, é 14+1). Me sinto até boba escrevendo isso, parece tão sem sentido, mas era tão normal pra gente. Feliz dia 18!

1:22 - Meu relógio do quarto com a cara da Minnie parou nessa hora, exatamente. E eu e a Taís, muito cabeçudas, brincávamos que dentro do meu quarto não existia hora, o tempo não passava. E eu tenho essa sensação, aqui dentro é sempre 1:22. No nosso antigo blog na época, pode conferir, o horário de todos os posts é 1:22. E por sinal, por que não "Feliz 1:22"?

8 de mai de 2008

Profissões que não combinam comigo

Carteiro
Andar, andar e andar pra caramba? Não é pra mim. Eu cansaria no meio do segundo quarteirão. Ainda mais carregando um peso danado. Tenho boas lembranças do carteiro aqui. É o mesmo desde que me entendo por gente e ele já me trouxe muitas alegrias como as cartas das Chiquititas, da Marisa, da Luiza, mas agora ele só me tráz contas de celular, então eu quase que odeio ele. Mas admiro seu trabalho e esforço, porque eu desidrataria nos primeiros 100 metros.

Vendedor de loja de Surf
Hahaha, imagina a cena. Entra aquela "magrinha" que tem uma baita bóia em volta da barriga. Mas ela se acha a gostosérrima. Ela pede duas miniblusinhas (dessas que deixam o panceps pra fora) e me pergunta qual eu gostei mais. O que eu respondo??? Tá horrível, vai fazer uma lipo? Não ia dar certo mesmo... Se ela comprasse a blusinha sem perguntar minha opinião, eu ia atrás dela onde quer que fosse pra falar que ela está horrível. Geralmente, frequentadores dessas lojas são tchornes e sem noção e eu não ia aguentar ver tanta coisa feia.

Professor de História
Na verdade, quis dizer que jamais faria História, é que eu não sei qual o nome de uma pessoa que faz História. Eu tenho um sentimento horrível por essa matéria despresível. Nunca aprendi nada e o que decorei para as provas, esqueci. Sou meio perdida quanto a governos, guerras, revoluções, quem brigou com quem e porquê, eu definitivamente jamais faria História. No ginásio o professor mandava a gente decorar 15 perguntas e dessas, 10 caiam na prova. No colegial, esperava o pessoal de outra sala fazer e decorava as respostas. No cursinho, o professor me fez parar na terapia.

Dentista
Tá bom que eu teria coragem de colocar uma furadeira na boca de alguém. NUNCA. Eu fico num suador incontrolável na sala de espera do dentista. O cheiro me dá náuseas. Eu tenho aflição de todos (TODOS) os materiais que eles usam, desde o sugador de baba, passando pela mini-furadeira, a luz azul, até aquele espelhinho. Fora que eu ia ficar com muito nojo de por a minha cara na boca das pessoas e ficar vendo aquela língua estranha (eu nunca sei o que fazer com a língua quando estou sentada na cadeira do mal).

Modelo
Tá, eu sei que com a boa forma física que tenho, as calças 36 ficariam entaladas na batata da perna, mas não é só isso que faz de mim o oposto de uma modelo. Não sei andar sem olhar pro chão, me desequilibro em cima do salto, não tenho olhar penetrante e ia chorar todos os dias com qualquer comentário. Esse pessoal é muito julgado e criticado. Eu posso segurar a onda e tentar melhorar com críticas, mas ouvir que meu cabelo tá feio ou que tô gordinha faz meu dia desabar. Não saberia lidar... =/

Meu medo.

Cada um é único e diferente de todos os outros. Acho que a gente escolhe uma base que serve para tudo que fazemos na vida. Princípios? Destino? Eu não sei. Dá pra mudar? Eu também não sei. Sei que essas diferenças fazem justamentes mães, diretores de multinacionais, catadores de lixo, caixas de lojas de shoppings e por aí vai.

Tem gente que usa a alegria de base. Tem gente que é o pessimismo, outros o otimismo. Pra alguns a atitude, outros o coração. E eu, infelizmente, escolhi o medo. Não faço nada, absolutamente nada sem ter medo.

Eu tenho medo de conseguir e não mostrar que sou capaz. Tenho medo de não conseguir e antes mesmo de tudo começar ser uma derrotada. Tenho medo de não dar certo na vida e tenho medo de arriscar qualquer coisa. Tenho medo de ir na padaria. Tenho medo de barata. Tenho medo de me olhar no espelho e de repente, começar a derreter a minha imagem, ou sei lá o que pode estar dentro do espelho. Se tá todo mundo dormindo, eu não escovo os dentes olhando pro espelho, tenho medo.

Tenho medo de perder a minha mãe e me afasto dela, pois seria mais fácil se não tivéssemos tanto contato. Às vezes, penso que se eu perder a minha mãe é melhor termos vivido intensamente, então deito com ela e abraço como se fosse o último abraço. Que loucura essa minha, só uma tremenda fatalidade tiraria minha mãe de perto de mim agora...

E assim eu condiciono a minha vida pelo medo. E por que eu não mudo? Porque eu tenho medo. Tenho medo das pessoas e de ouvir não. Tenho medo de assumir um cachorro que eu tanto quero e não dar conta. Tenho medo de estar em uma sala com pessoas e as pessoas surtarem e começarem a me atacar. Mas alguém no mundo senta do lado de uma pessoa no ônibus e acha que a qualquer momento ela vai tirar uma faca ou te enfiar uma agulha?

Eu subo e desço a escada com medo de tropeçar e cair. Minha mãe disse que eu sou cautelosa, que meu medo é bom. Alguém sabe como é horrível, toda vez que desce uma escada se imaginar lá em baixo sangrando e então opta por colocar a mão no corrimão? Eu tenho medo, mas penso se não seria legal. Diferente é a palavra certa. Aí retomo a consciência e penso que seria só pra chamar atenção, então guardo meus pensamentos e fico na minha. Eu acho que eu tô pirando.

É bom escrever. Tem gente que vai ler e pensar "ai, que saco, que exagero". Eu prefiro não conversar sobre essas coisas com ninguém, ninguém gosta de ouvir, é chato. Se eu ficar muito mais tempo em casa, eu endoido. Acontece que com o medo, as coisas não vão pra frente. Nada dá certo. Eu tenho medo, e ele me prova que eu estava certa, que não daria certo mesmo. E o ciclo não muda e eu fico aqui. Esperando, porque eu não sei o que fazer pro medo passar.

6 de mai de 2008

A pergunta da semana é...

Ontem o metrô estava de um jeito que eu nunca vi. Parecia o fim do mundo. Pra ajudar, tinha uns carinhas que estavam fazendo zona, incentivando o pessoal a "enlatar" mais ainda na Sé. Não sei porque eu estou falando de ontem, SEMPRE é assim.

E a pergunta é? O que é mais gostoso no metrô?

O cara do seu lado que fica tossindo em você e puxando meleca do nariz e engolindo (devia estar gostoso pra ele), ser empurrado até se sentir sardinha, o bafo quente quando pifa o ar, o pessoal que fede às 6 da manhã, tiazinha cheia de sacola que acha graça na vida de pobre, quando o trem para entre as estações e você sente pincípios de claustrofobia, quando o cara atrás de você acha que pode encaixar e tudo bem, ai ai, são tantas opções...

5 de mai de 2008

Malditas formigas!

Juro que um dia pensei em escrever um livro com o título "O Fantástico Mundo das Formigas". Essas criaturinhas trabalhadoras, que aguentam não sei quantas vezes seu peso, que fazem suas casinhas e nem enchem o saco que nem pernilongo são realmente fantásticas.

Acontece que há uns anos atrás, as pequeninas esforçadas resolveram tomas conta do pedaço por aqui. Não tinha mais condição de viver, eram elas ou nós. Aí minha mãe usou o detergente como arma e detonou as bichinhas, elas morreram em grupo tadinhas, elas caiam da parede, mas resolveu o nosso problema e isso era bom!

Ultimamente as formigas tem voltado a tomar conta do pedaço. Antes tinha aparecido umas grandinhas na cozinha, mas foram embora com o frio. Aqui no meu quarto a história é outra, justamente nessas últimas semanas é que elas voltaram a aparecer. Não da grandinha, das pequenininhas nojentas.

Eu não descobria a fonte do problema. Estava tudo limpo, não tinha comida por aqui, eu estava tomando super atenção com migalhas e as danadas não saiam de perto. Até na minha cama eu encontrei, mas elas achavam MESMO! que iam conseguir carregar o meu Halls pra dentro da casinha delas, coitadas....

Imprimindo um trabalho ontem, fiquei boba de ver! Conforme a folha saia da impressora, as formigas andavam sobre a folha. Tinha uma porção delas e mais a noite, depois de não conseguir imprimir, resolvi abrir a impressora e tomar uma atitude! Tinha milhões delas! Andando pela impressora, mas com um foco em especial: meu cartucho colorido.

Me dá até aflição de pensar! Conforme eu batia o cartucho sobre o móvel, saia bolinhos brancos (acho que eram as filhotocas) recheados de formigas. Como arma dessa vez, usei o poliflor cinza (o único que posso passar no móvel aqui). Elas iam morrendo e eu descobrindo novos focos, até que percebi que o buraco era mais em baixo. Joguei poliflower em uma folha e mandei imprimir um arquivo. As danadas vinham esmagadas na folha pelo rolo do equipamento.

Hoje não vejo (muitas) formigas no meu quarto. Imprimi meus arquivos com tranquilidade... Mostrei pra elas quem é que manda aqui!!! E elas que fiquem bem espertas, que na próxima, Formibel nelas!


Ah!!! Essa aí de cima é a Dogga, a cachorra parideira.