31 de mar. de 2008

Amigos e amigos

Tem amigos pra rir, pra beber, pra conversar, pra fazer confissões, pra balada, pra um monte de coisas.

Eu sou um tipo especial de amiga. Eu sou uma amiga do tipo melhor amiga. Quer dizer, eu acho né. Porque com o tempo, os amigos pra rir, pra beber, pra conversar, pra confissões e pra balada seguem seus caminhos com a paz do senhor. E perto de mim, só sobrevivem os amigos que também são do tipo melhor amigo.

Gosto de gente que se doa para a amizade, sem ser invasivo e reconhecendo que isso leva tempo. E mesmo depois de a amizade estabelecida, ainda acho estranho o jeito diferente das pessoas de serem amigas. Às vezes fico chateada, às vezes vejo que é só coisa da minha cabeça, afinal, aceitar as diferenças faz parte da vida.

Tem gente que é calorosa, se empenha pra que amizade dê certo e continue. Tem gente que fica na sua, mas sabe que quando precisa, pode contar, tem coisa que a gente não precisa ficar falando. Tem gente que sabe que distância não é motivo pra acabar uma amizade. E a gente percebe com o passar o tempo, quem são os verdadeiros amigos.

Eu acredito que há pessoas que, apesar de não ser do tipo melhor amigo, têm também melhores amigos. Um amigo pra balada pode ser um melhor amigo, não pode? Vai do que cada um espera da amizade.

Pra mim, amizade no começo é como uma semente de feijão plantada no algodão. Pode até não demorar pra brotar, mas é muito difícil de se manter. Ainda sim, qualquer pessoa que tenha se feito um dia importante na minha vida (um bom importante, não mau), eu chamo de amigo com prazer. Mas os amigos que permanecem (que também são do tipo melhor amigo, com as variações), dá pra contar nos dedos de uma mão só.

Eu e a Taís, em alguma aula da Tânia em 2003 (apesar que nos conhecemos no primeiro dia de aula em 2001)

Uns dias atrás, em 2008.

27 de mar. de 2008

Vááá se ferrar!

Não entendo MESMO. A pessoa tem a cara de pau de entrar em um site de relacionamento e não quer que ninguém veja nada? Então sai fora, meu!

Eu estranhei quando tudo começou com "ver quem entra no seu orkut". Não gostei da idéia e desativei. Uns tempos atrás, percebi que fuçar orkut alheio não levava a lugar nenhum e resolvi habilitar a ferramenta novamente. Muito útil, por sinal. Sei quem entra no meu, e que está habilitado, aí eu sei se posso ou não fuçar no da pessoa.

Quando o Sêo Orkut apareceu com essa cachorraiada de bloquear fotos, vídeos e scrap achei mais absurdo ainda. Pra mim, só tem uma explicação. Se bloqueia scrap é porque deve e se bloqueia foto é porque é feio (a).

O pessoal usa de desculpa o perigo que é a divulgação de informações, porém, tenho certeza que esse não é o real motivo do bloqueio. Mais ridículo ainda é aquilo "scraps lidos, respondidos e apagados". Vá te catar, zé mané, se responsabilize pelas suas conversas.

Eu apago? Apago sim. Apago todos os spams, convites pra festas, gatas safadeeenhas e coelhinhos mimosos que são enviados de baciada. E só, de resto, não devo nada pra ninguém. Não marco balada por scrap, não combino horas e locais secretos e não tem encrenca com meu namorado.

PIOR! Acabei de lembrar dessa. Entra o povo pra fuçar no meu Orkut e eu não conheço, né... Aí, eu entro pra ver quem é e a própria pessoa que fuçou tem fotos e sraps bloqueados. Tem sentido isso?

B-L-O-Q-E-E-I tudo! Agora, só os meus amigos conseguem ver minhas fotos, scraps, vídeos (que eu nem tenho). Momento de revolta! Momento de revolta!

26 de mar. de 2008

Nos meus relacionamentos, aprendi que

- telefone, só para o básico e necessário. Longas conversas não fazem bem;
- as demonstrações de sentimentos podem ser maiores ou menores, mas que os sentimento devem ser iguais;
- escrever tantas cartas não equivale a que ter boas conversas;
- se a gente tem vergonha da pessoa, é melhor pular fora logo, porque nunca dará certo;
- ninguém deve mudar por ninguém, mas que o tempo se encarregará de equilibrar as coisas;
- se ver todo dia só passa a ser um problema quando não se quer tanto assim ver todo dia;
- quando achamos que tem algo de errado, quando conversar é melhor que abraçar e beijar, acredite, tem algo errado;
- antes 1 na mão, que 2 voando. E tenho certeza que não fui só eu que aprendi isso;
- caso ele tenha a oportunidade de fazer algo com você, mas prefira os amigos logo no comecinho, não vai muito pra frente;
- ser amada por ele, é bem melhor do que ser amada pela família dele;
- homem toma a iniciativa sim (mesmo dizendo que não), quando está mesmo afim;
- não é possível manter amizade com ex-namorado. Ou talvez eu não queira mesmo;
- a gente chora quando acaba, fica chateado, mas passa logo. Ninguém morre de amor;
- mil vezes prefiro estar só, do que mal acompanhada, claro;
- confiança se sente no coração. E desconfiança e ciúme é só pra encher o saco;
- relacionamentos anteriores afetam muito nos futuros. A gente faz um balanço geral e tenta ser uma pessoa melhor;
- agora sim tenho um namorado fiel e sincero. Agora sim é o que eu queria, o que eu procurava, o que eu esperava. 50% meu e 50% dele. Mas 100% nosso.

24 de mar. de 2008

ETE Professor Camargo Aranha

Passar no Camargo foi a maior mudança que já aconteceu na minha vida até agora. Foi quando aprendi andar de ônibus sozinha. Quando beijei pela primeira vez e onde tive meu primeiro namorado. Lá, conheci minha melhor amiga. Cabulei aula pela primeira vez, arrumei briga com o pessoal da escola. No dia que saiu o resultado, foi quando fiz luzes nos cabelos. Acho que pra sempre, o médio será inesquecível.

Lá, tive professores que ainda duvido que existam de verdade. Desde a Cibele no primeiro ano (que saia pra fumar e falava que ia ver se tinham soltado a filha do Sêo Abravanel) até a Terezinha no terceiro (que era super rígida e no dia da prova, ela saia no meio da aula e colocava uma tia pra ficar tomando conta da gente). Cada figura... Irene chamava os alunos de coió, além de ignorar nossa existência em sala de aula.

O Camargo tinha umas coisas interessantes. O pessoal do A eram os nerds (e estranhos), o B era conhecido como sala Playmobil, porque éramos infantis ao extremo. O C era uma sala de pessoal perturbadas, eles se estranhavam, o D eram os nerds que ficaram nervosos no dia da prova e acabaram passando no D, o E era a sala descolada, todo mundo paz e amor, e o F era a sala dos excluídos que passaram em segunda chamada.

E nós éramos prá lá de infantis mesmo! Mas éramos criativos =) A gente cantava várias músicas inventadas. Tínhamos um super artista chamado Michael. Cantávamos pros professores (Eu quero Tânia, Tânia! 1 2 3 A Tânia aparece e tudo muda de uma vez!), fazíamos paródias das músicas. Uma sobre o B está aí em baixo.... É só cantar no ritmo de Velha Infância.



*Eterna infância*

O Camargo é assim
O "B" é ruim
O povo não tem jeito
Mas o que fazer?
Não dá pra esconder
A gente é bobo mesmo

Não gosto da Terê
Nem gosto de ficar de PP
O Rafael é tão falso comigo
Meu pior amigo é o Schulai
E na escola
Da prefeitura
A gente tem...bagunça!
Guerra de ovo
De mixirica
E a gente tem...bagunça!

Os professores me assustam
Nilséia e o seu minhocão
A Silvia e o chuchuzinho
Denise, rifas e o provão

A Eloísa é assim
Judia de mim
Eu tô acostumando
E o Juvenal
Pega no meu p...é
Agora eu tô gostando

Gostamos do Capitão
Polimeno você é nosso herói
Às vezes achamos meio estranho
Mas você gosta de dá pra nóis

E a gente canta
Na aula da Tânia
E a gente não se cansa
De fragmentar
Patrícia cobrar
Olha o vestibular

O Jõao deu um cabulão
E a Marina chorou no seu sermão
A 1:30 o Marcos começa a aula
Será que eu saio dessa confusão (Será?!)

Pra sempre assim
O "B" está em mim...
Pra sempre assim

Onde será que estão as pessoas do B? Será que elas ainda existem??? Tenho minhas dúvidas...

20 de mar. de 2008

Sabe com quem você parece?

Eu: Deixa eu adivinhar. Com a Ingrid Guimarães?
Qualquer pessoa no mundo menos o Danilo: É!!! Acertou!!! Já te falaram isso?
Eu: Sim! E eu não pareço com a Ingrid Guimarães!

Tá vendo, eu não pareço com ela.


***


Danilo: Sabe com quem você parece?
Eu: Deixa eu adivinhar. Com a Ingrid Guimarães?
Danilo: Não, com a Jennifer Garner.


Essa é lindona, Hollywood, eu até queria parecer de verdade com ela.

***

Esses dias no metrô, uma mulher me perguntou: Você é irmã da Cláudia?
Eu: Não. (Não, minha senhora, nem da Cláudia nem de ninguém. Por sinal, sou filha bem única!!!)


***

Hoje, saindo da academia: Ei, você é a namorada do Dudu?
Eu: Quem é você? (,estranho)
Ele: Sou o irmão da cunhada dele.
Eu: Ah! Oi, tudo bem? (Ufa, essa sou eu mesma)

***
Será que eu tenho um rosto tão comum assim???

18 de mar. de 2008

A pergunta da semana é...

Minha mãe veio me falar hoje que quando ela estiver velhinha, se for uma velhinha chata, pra eu colocá-la em um asilo. Fiquei pensativa... Será que a gente consegue controlar essas coisas? Não o fato de colocar no asilo seus pais, mas ser ou não chato no futuro.

Às vezes acho que serei invadida por uma imensa vontade repentina de viver. Que o fato de não ter mais uma longa vida com grandes expectativas, me deixará com o humor mais animado. Isso é o que eu quero né, mas será que eu conseguirei ser assim? Porque se não for controlável, eu vou dar muito trabalho pros meus filhos com a minha chatisse.

Essa é minha dúvida. Será que a gente conseguirá controlar quem a gente quer ser?

16 de mar. de 2008

Assim mesmo

Muitos concordarão comigo, nada pior que desprezo. Eu não viro a cara para qualquer coisa. Costumo brigar, espernear, falar inúmeras vezes antes de resolver me calar. E eu aviso. Aviso pra que se preocupe quando o meu silêncio ficar em evidência. E aviso quando fico em silêncio. Porque aí, ninguém terá motivos pra dizer que não fui clara o bastante.

Não brigo por grandes coisas. Não chega a ponto de ser necessário. Eu costumo barrar em grande quantidade de pequenas coisas. Tem gente que junta tudo e explode de uma vez só. Eu sou diferente, implico por cada detalhe fora do meu contexto normal. Exijo a linha quase perfeita, mas sei que além das tantas que brigo, tem muitas que faço vista grossa. Imagina se eu fosse implicar por tudo. Eu implicaria, mas não...

Sou chata. Isso ninguém pode negar. Tem gente que é legal, que tudo tá bom. Mas eu sou crítica. Fora que mudo de humor em milésimos de segundos e um simples pensamento transforma pra mim uma tarde de sol em uma tempestade cheia de raios e trovões. Eu levo cada detalhe em consideração... E o pior de tudo, eu nunca, nunca esqueço nada.

Costumo me cobrar demais. Quero que as coisas dêem sempre certo e fico arrasada quando elas não dão. Não quero ser um fracasso e tenho muito medo disso. Como boa aquariana, estou sempre de olho no futuro. Se não há futuro, não há porquê. Não deixo as coisas pela metade, acho errado e, às vezes, terminar as coisas me consome.

Não me orgulho de tudo que sou. Estou muito longe de consertar meus defeitos. E mais longe ainda de ser perfeita. Eu acho que a vida ainda vai me ensinar muito como transformar as fragilidades em armas, mas talvez esse pensamento é só mais uma maneira de buscar a perfeição. Então o negócio é aceitar cada característica e pensar que tenho as ruins e tenho as boas também. E isso que faz de mim um ser humano bem normal.

Como diz a Greyce, o que o berço deu, só a tumba tira.

12 de mar. de 2008

Eu e minha mania de ver filmes repetidos

Sempre que passo em frente a Renata Vídeo aqui perto de casa tenho vontade de entrar e alugar um filme. Às vezes, tenho vontade de escorregar naqueles brinquedos coloridos que tem na locadora, brincadeirinhaaa, mas essa não é a questão. Sempre que vou com alguém, nunca sei o que alugar e fica um grande impasse. Quase sempre a gente sai da locadora sem filme nenhum nas mãos.

Quando vou sozinha, a história é outra. Já cheguei a sair de lá com uns 7 filmes na sacolinha. Mas isso é praticamente uma raridade, já que ao mesmo tempo que eu gosto da locadora, eu geralmente alugo filmes... repetidos.

Por quê será, hein? Acho que filme assistido no cinema é muito mais engraçado, a gente presta muito mais atenção, dá muito mais medo e quando assistimos em casa, perde o encanto. Então, um filme que já é meia-boca, assistido em casa vira filme de terror real. Talvez seja culpa da telona, que tirou todo o encanto dos filmes caçados nas locadoras.

Outro motivo que me faz resistir à tentação é o preço. Meia-entrada custa 7 reais. Sete reais muito bem gastos com aquela explosão de prazer. Na locadora, lançamento custa 4. Não é muito caro? Por isso, filminho da Renata Vídeo aqui em casa só em terças e quartas malucas, cujo preço baixa pra 1,99. Aí sim...

Por causa dessa diferença da telinha e do cinema, quando entro na locadora vou direto nos filmes que já assisti na telona. Me dei conta disso ontem, quando aproveitando a Quarta Maluca peguei "Os Simpsons" e "Tropa de Elite" porque já sabia que eram bons filmes. Filme aleatório, só muito bem recomendado, senão só alugo se eu já assisti! Estranho, né?

8 de mar. de 2008

Grande coisa

Foi o que eu ouvi do meu namorado quando cobrei "eu que devo parabenizar você hoje pelo dia da mulher?". Na verdade, eu só queria fazer uma cena, porque nem eu tinha lembrado do tal Dia da Mulher até descer pro salão em um chato sábado e ouvir uma delas se vangloriando pelo tal dia.

A resposta seguiu e depois de ouvir "todo dia é o seu dia, linda", eu já falei pra ele parar porque estava exagerando. Teve gente aqui que até recebeu flores. Eu já dispenso em datas verdadeiramente especiais, quanto mais no dia das mulheres.

Ser mulher há muito tempo devia ser mais difícil mesmo, mas acho que nossas ancestrais fizeram bom trabalho e até hoje damos vários "iááás" nos caras. Pra ser bem sincera, chega de igualdade. Não quero dividir a conta, quero que abra a porta do carro pra mim e quero cuidar do meu lar.

Não sou contra a independência, pelo contrário, sou totalmente a favor. Por isso, acho que a mulher tem que alcançar o pico logo, ser dona de seu nariz, ganhar seu próprio dinheiro e não só mostrar que é capaz, mas efetivamente cuidar da sua própria vida. Sentir o gostinho de ser capaz e depois, se render a outros prazeres de ser mulher. Cuidar de sua casa, educar seus filhos e encontrar um trabalho que permita que isso se realize. Deixar o homem pensar que manda (faz com que eles se sintam bem) e ter o prazer de saber que quem na verdade manda, é ela.

Ser mulher é especial, quase mágico. Na próxima vida quero nascer animal não racional, mas fêmea. A gente pensa muito mais, faz muito mais coisas ao mesmo tempo e tudo isso sobre o salto e de TPM. Então, não vamos nos dedicar um único dia especial, ora pois.

7 de mar. de 2008

A pergunta da semana é...

Imagina a cena: você é sequestrado e jogado no em um cativeiro no fundo de uma casa velha e lá tem um cachorro. Nem de longe os sequestradores pensam em dar comida pra você, mas pro Totózinho não falta. Minha dúvida é, se acontecesse isso, você comeria a ração do cachorro?

Na verdade, isso veio na minha cabeça enquanto assistia um comercial de ração, Pedigree acho. Mostra como é nutritivo, com molho de carne, cheio de vitaminas, regula o intestino, isso deve ser uma delícia! Perguntei pro meu pai se ele comeria e ele disse que na hora da fome, qualquer coisa vai. Pedi pra minha mãe comprar, mas é óbvio que ela não vai fazer isso, afinal, tudo que eu vejo no comercial, eu peço.

Bom, caros amigos, eu não recuso comida boa e comeria sem pestanejar. A propósito, minha mãe acabou de chegar do mercado com as minhas "Estrelitas" que eu vi no cormercial e pedi pra comprar ( e insisti, porque foi o mais parecido com ração de cachorro que eu encontrei e tem gosto de chocolate).

2 de mar. de 2008

Só salão de beleza?

Nasci praticamente dentro de um salão de beleza. Minha mãe dividia o tempo entre tesouras e mamadeiras e sempre fui acostumada com esse ambiente. Nunca outra pessoa cortou meu cabelo ou me fez depilação. Faço as unhas nos horários que não atrapalha as clientes e ouço de muitas pessoas "ai, como eu queria ter uma mãe cabeleireira".

Sim, de fato, é ótimo. Apesar de que casa de ferreiro... E santo de casa... Mas não é sobre isso que é o post. Todos sabem que em salão, o que mais tem é conversa fiada. E eu achava que era só isso, mas nesses últimos meses, pra levantar uma graninha e não ficar tanto tempo coçando, tenho ajudado minha mãe e percebi que a tal conversa fiada vai muito mais além do que imaginava.

Ela chega cansada, correndo, dá um oi geral e senta pra fazer as unhas. Coloca a bolsa do lado e dá uma desculpa qualquer pela unha quebrada. A partir daí, começa a sessão. Fala-se sim sobre o que tá passando na tv e o que aconteceu no Big Brother, mas as pessoas usam esses momentos para principalmente, desabafar. Contar sobre o filho que anda meio sem jeito, o marido que andou galinhando por aí, os pais que enchem o saco demais.

Acredito que a função mais importante da minha mãe e das manicures é ser boa ouvinte. Elas proporcionam às pessoas aquilo que elas mais querem: sentirem-se mais bonitas e verem realizado aquele momento unicamente dedicado a elas mesmas. E aproveitam pra desabafar, pra dividir as inúmeras alegrias e sentem que alguém está dando atenção. Acho que até, devido à situação, elas ficam mais suscetíveis a aceitar conselhos.

Quantas pessoas eu já não vi entrar pela porta de um jeito e sair pelo menos uns 20 kilos mais leve. Algumas dão uma passadinha e fica claro, que elas só queriam um ouvido e a verdade, que elas sabem, mais tem dificuldade de aceitar. Visitar a cabeleireira ou fazer as unhas vira de repente uma deliciosa terapia. Por isso eu acho que isso aqui é muito mais que um salão de beleza.

Admiro demais o trabalho da minha mãe. Ela consegue realmente deixar as pessoas mais bonitas. E segundo ela, a satisfação não tem preço. Não conheço ninguém que goste tanto de trabalhar como ela.

28 de fev. de 2008

L o s t

Eu sou uma menina muito comportada que NÃO está baixando os episódios de Lost da 4ª temporada neste site aqui, ó, porque isso é proibido! Logo, eu ainda NÃO achei estranho o fato de só termos flashfowars nesses episódios e não mais flashbacks. Acho que os roteiritas ficaram acelerados com a tal greve.

Como já disse, sou uma menina muito comportada. Pra assistir as outras temporadas, eu NÃO peguei as temporadas emprestadas e gravei pra mim. Eu gosto de assistir tudo junto, de uma vez, mas conter a curiosidade depois do final da terceira foi muito difícil.

Aparentemente, o Charlie morreu em vão já que o Jack nem deu importância para o que ele falou e foi atrás do pessoal do helicóptero. O que parece que deu certo, afinal, de acordo com os flashfowards, ele saiu da ilha. No total seis. Ele, Kate, Sayid, Hurley e... Aaron? Ele conta? Pois é, que revelação, por essa eu não esperava. Não que eu saiba qualquer coisa que está aí acima, afinal, eu NÃO baixei os episódios e assisti.

Eu gostaria de entender o que é que Lost tem que deixa a gente viciado, curioso e surpreso. Esses caras entendem o que fazem. Cada episódio é um susto. Eu não entendo o que é que fez eles cairem na ilha, como eles vão sair e porque eles querem voltar depois, mas nem faço questão, porque ser surpreendido a cada episódio é o máximo.

10 Razões do porque amamos Lost de novo
Por Paige Albiniak para o NY Post

1. A atual temporada mantém a quase perfeição do final da temporada passada: Vimos os losties emboscando os Outros e mais tarde ficando à espera do resgate. Aquele final concluiu um capítulo e iniciou outro de uma maneira bem instigante. Essa nova temporada tem feito o mesmo.

2. Descobrimos o destino de Jack: Aquele final introduziu o flash forward e nos mostrou Jack entregue ao alcoolismo depois de deixar a Ilha. "O flash forward é parte de um plano maior para a série", diz Damon Lindelof, co-produtor executivo. "A 4ª temporada é sobre quem sai da Ilha e o fato de que eles precisam voltar. A 5ª será sobre porque eles precisam voltar e a 6ª é sobre o que acontece quando eles voltam."

3. Sabemos quem sobrevive: A 4ª temporada já introduziu seis sobreviventes: Jack, Kate, Hurley e Sayid [e mais 2 ainda não revelados]. Esses "6 da Oceanic" saíram da ilha mas um deles vai morrer - isso será mostrado nessa temporada. "Fizemos uma escolha de focalizar a história nos personagens que os fãs amama desde o início - Jack, Kate, Sawyer, Locke, Sayid e Hurley," diz Lindelof.

4. Os novos personagens são ótimos: Que rede complexa eles estarão formando? Daniel Faraday é um físico inseguro e Miles é um caça fantasmas de pavio curto. A antopóloga cultural Charlotte Lewis tenta continuar charmosa mesmo pendurada de cabeça para baixo em uma árvore. E Frank Lapidus é o piloto que deveria ter pilotado o vôo Oceanic 815.

5. Jack e Locke são rivais: Jack perdeu a liderança da Ilha para Locke depois de um racha que promete trazer muita tensão. Pensamos que Ben ainda está no comando das coisas especialmente agora que sabemos que ele tem um espião no cargueiro. "A maldade está nos olhos do observador," diz Carlton Cuse. "Se você é Benjamin Linus todos são vilões, menos você."

6. Sayid se juntou a Ben: O pessoal do cargueiro aparentemente representa uma ameaça maior do que os Outros jamais foram. Sabemos que Sayid trabalha para Ben no futuro e que Hurley está ajudando Locke a ganhar vantagens sobre Jack e Kate.

7. Ganhamos mais episódios: Lindelof e Cuse nos dariam apenas 8 episódios de Lost. Agora que a greve acabou, eles farão 13. O episódio 7 termina com um grande gancho e depois a série ficará fora do ar por um mês. "Teremos um mistério bem significativo respondido no sétimo episódio," diz Cuse. "O oitavo episódio foge do padrão tradicional da série dando início a algo novo."

8. Mais tensão sexual: O quadrilátero amoroso entre Jack e Kate, Kate e Sawyer e Jack e Juliet promete complicações deliciosas com Jack dizendo a Kate que a ama, Sawyer pedindo Kate para ficar com ele na ilha e Juliet salvando o dia para Jack.

9. As viagens da série: Parte do material promocional da série para essa temporada inclui o reflexo de uma cidade na água. "Estamos levando a série para fora da Ilha essa temporada para lugares como Berlin e Tunisia," diz Cuse.

10. Existe um final: J.K. Rowling convenceu Lindelof e Cuse a anunciar uma data final para Lost. "Quando ficamos sabendo que ela só escreveria sete [livros de Harry Potter], ficamos inspirados," disse Lindelof. "Séries como Grey's Anatomy não precisam ter um início, meio e fim definidos. Eles podem trazer novos médicos, enfermeiras e pacientes, mas séries como a nossa precisam saber onde vão terminar."

26 de fev. de 2008

Boa música ruim

Eu não curto muito um forró, axé, funk, pagodão e samba. Também não fico feliz com Babado Novo e Chiiicleeeeteeeee, que pra falar a verdade, eu não sei se é axé, funk, padoge ou samba, rs, sei que forró não é. Acontece que, apesar de não gostar de nada disso, tem algumas músicas que mexem com a gente mesmo sendo ruim, e por quê? Porque elas nos fazem lembrar de alguma coisa que aconteceu lááá atrááás e ainda hoje, quando toca, dá friozinho na barriga.

1996 - Excursão do Colégio para, se não me engano, o "Vale dos Girassóis". Meninos contra meninas no ônibus, brincadeira das palavras nas músicas. O monitor comandava tudo. E a palavra dos meninos foi: marrom. Há! Ponto pras meninas! Marrom bombom, marrom bombom, nossa cor marrom, marrom bombom, marrom bombom, nossa cor marrom...

No auge dos meus 10 anos estourou É o Tchan! Na época, Gera Samba. E eu não cheguei a estourar, mas inflei. E gorda, eu tinha vergonha de dançar na frente dos outros, mas eu comprei um cd falso, colocava no meu radinho e Segura o Tchan! Amarra o Tchan! Segura o Tchan Tchan Tchan Tchan Tchan! By the way, eu faço tudo com um bambolê! Ou seria um Bambotchan?? Hehe

Piscina, sol, churrasqueira. Assim eram os domingos no sítio. Eu colocava minhas bóias nos braços e por nada, saia daquela piscina. E não dava pra comer, porque se a gente saísse da água pra comer, só podia voltar depois de 2 horas. Então eu ficava brincando na água e minha mãe quando passava, enfiava uma carne na minha goela abaixo. E no som: vem que eu nao aguento mais viver aqui sozinho, porque sem teu carinho a vida é solidão...

Nossa, tem várias... SPC e Raça Negra é o que mais tocava na época e na "Cidade FM", atual "Sucesso". E quando eu ia viajar com meus tios e no caminho na sexta a noite, nós íamos ouvindo "Love songs are back again...".

Bons tempos...

20 de fev. de 2008

Dia 20 de fevereiro

...sempre será um dia triste pra mim. Foi nesse dia, há exatos 2 anos que perdi meu avô.

Ele era um baixinho super forte. Apesar das pontes de safena, meu avô não recusava serviço. Trabalhava como alfaiate desde que chegou no Brasil, aos 18 anos. Mas seu trabalho mesmo era cuidas dos caprichos da minha avó, função muita bem exercida por ele. Além disso, ele ajudava a montar e desmontar guarda-roupa, subir uma parede ou colocar um piso. E passeava no shopping nos domingos pela tarde.

Não conheci outra pessoa que desse tanta risada assistindo Pica-pau. Até Chaves ele topava! Ele era super bem-humorado e sempre tinha uma boa piada a respeito da situação. Lembro quando ele fazia coelhinhos com guardanapo. E tenho que confessar, ele sempre me livrava das exigências da minha avó: “Ninoca, deixa a menina namorar quem ela quiser, ela não gosta de japonês, fazer o quê???”.

E ele sempre atendia os meus caprichos também. Já usei uma sandália feita por ele de pano, só porque eu queria criar uma nova moda. E ele também tentou me ensinar Italiano, o que não deu muito certo, já que a aula dele de Italiano era só em Italiano... Ele fazia mágica com imãs e eu ficava encantada com como o imã se mexia sozinho (mas era ele que mexia o outro embaixo da mesa).

Quantas vezes ele não me levou ao médico, já que meu pai trabalhava. E mesmo com febrão e sono, eu não conseguia não rir quando olhava pra ele com o cabelo liso todo bagunçado quando entrávamos na sala às 5 da manhã e o acordávamos porque não dava pra esperar mais pra ir ao médico. Ele ajudava nas compras do salão da minha mãe, tudo que precisávamos, ele que estava presente.

Corri no corredor da entrada da casa dos meus avós muitas e muitas vezes. Umas pra pular as baratas de verão, outras pra apostar corrida com meus primos. Mas sempre admirei o retrovisor que ele colocou na parede pra ver quem estava no portão. Engenhoso, meu avô, cheio de detalhes. E além da dele, ele garantiu em vida que os três filhos tivessem uma casa, pra que não houvesse confusão após a morte dele. Pena que não foi assim que aconteceu...

Tudo que ele pedia era pra não incomodar ninguém. E foi assim que ele se foi... Do nada, pra não incomodar ninguém. E eu que não sabia como ia reagir com a morte de alguém tããão querido, caí em um buraco escuro. E pela primeira vez na minha vida, não tive medo. Meu avô acreditava em mim de verdade, não era da boca pra fora. Tenho certeza que onde quer que ele esteja, ele me acompanha sempre. Lógico, quando não está passando Pica-pau...

Com certeza, foi dele que herdei a quelóide. Assim com a nacionalidade italiana e o gosto pelo macarrão. É dele que vem o Lepore e é em homenagem a ele que meu futuro filho se chamará Giovanni.

Bodas de Ouro / Aniversário dele de 72 anos

18 de fev. de 2008

Revolta

Eu não entendo nada de política, polícia, direitos e deveres, leis e problemas psicológicos. Pra ser bem sincera, eu não me preocupo com problemas dos outros que não conheço, evito assistir esses programas de tv que só mostram tragédia e nem Jormal Nacional eu me interesso muito.

Hoje de manhã, enquanto tomava café, meu pai na sala assistia um jornal da Record com a aquele repórter que costuma ser divertido no Hoje em Dia e eu fui pra sala. Depois de mostrar o maluco que resolveu andar na contra-mão na estrada ele deu uma notícia que me deixou inconformada.

No sábado, uma mãe maluca, com supostos disturbios mentais resolveu sacar o revólver do marido que é guarda-noturno e atirou nas duas filhas, uma de 4 (Vitória) e outra de 8 anos (Luana). Eu não consigo imaginar qualquer razão que exista pra cometer um crime desse tipo. Fico pensando no que passou na cabeça das meninas ao ver a mãe descontrolada com a arma na cabeça delas.

A vadia, pra melhorar sua situação, não deixou que as filhas fossem socorridas e já era tarde demais quando elas foram pro hospital. Claro que a mãe ficou ainda no local fazendo uma ceninha e dizendo que ia se matar, mas ela não foi mulher pra isso, óbvio. Covarde.

Eu sei que isso acontece sempre. Não é o primeiro caso e nem vai ser o último. Mas se tem alguém, na minha opinião, que merece ir pra cadeira elétrica sem esponja molhada é uma mãe que mata seus próprios filhos e filhos que matam seus próprios pais. Não existe distúrbio que justifique isso... E não existe pena que pague. Nessas horas, torço pra que exista inferno. E anjos... Já que a justiça daqui não faz muita coisa mesmo.

http://www.estadao.com.br/cidades/not_cid125718,0.htm

14 de fev. de 2008

Alguém me salve?

Quando comecei a namorar o Du, ele disse que gostava de Smallville. Não só gostava, como colecionava as temporadas e perguntou se eu já tinha assistido. Eu, sem nunca ter visto nem de passagem na Warner, disse que não e que nem queria assistir porque era idiota. A Taís assistia com o Fábio no telefone muito tempo antes e eu até que ficava um pouco curiosa mais não queria assistir de jeito nenhum.

Um belo dia de falta do que fazer nessas minhas longas férias, eu resolvi pedir a primeira temporada, pra provar pro Du como era ruim. Aconteceu uma coisa terrível, eu me apaixonei. Por Smallville, pelo careca do Lex Luthor, pelo charmoso Jonathan Kent. Mas nada, nada se compara a Clarck Kent.

Eu não sei se é o fato de ele ser um completo idiota, de ser um pateta quando o assunto é amor, ou se é aquela combinação de camiseta azul e jaqueta vermelha que ativa o inconsciente da gente. Talvez seja toda aquela altura e lindo olhos do ator Tom Welling, mas só talvez, porque que nada, meu negócio é o Superman.

Claro que o Du nem fica com ciúmes, afinal, a culpa é toda dele. E que Lana Lang que nada! Muito menos Lois Lane. Em Smallville, queria mesmo que o Clarck ficasse com com a Chloe. Seria o melhor casal e ela é tão apaixonada por ele... Por sinal, já está tudo decidido! Se eu tiver qualquer bicho de estimação, o nome será Chloe ou Clarck e torçam pra mania passar logo, se não eu coloco Kal-el no meu futuro filho.


Como diz a Lois, "Garotão..."

12 de fev. de 2008

Timidez

Definitivamente, eu sou uma pessoa tímida. Dessas que falam baixo pra não chamar atenção, que jamais iniciam uma consersa co quem não conhecem e que não pedem as coisas com medo de levar um NÃO.

Desde pequenininha, eu não me lembro jamais de ter sido diferente. Nem minha família ia muito com a minha cara, porque eu não era aquela adorável criança brincalhora. Tinha vergonha de cumprimentar, abraçar e conversar. Até a terceira série, eu tinha vergonha de comprar coisas na cantina do colégio (quando perdi a vergonha, por sinal, desembestei a engordar).

Até que melhorou um pouco com o tempo. Fiquei 5% mais comunicativa, mas ainda morro de vergonha quando tenho que enfrentar primeiros dias de aula, apresentações de trabalho e entrevistas de emprego. Meus amigos sempre foram os que sentavam do meu lado e só.

Percebi agora que enquanto eu não perder a vergonha, nada vai rolar. A entrevistadora não vai acreditar quando eu disser que abrir a porta era meu sonho desde pequenininha, não conhecerei contatos profissionais, ninguém que pode me indicar praquela super vaga e minha timidez está me impedindo de ganhar dinheiro!

Não sei ser diferente disso, mas estou disposta a aprender. E aceito sugestões.

7 de fev. de 2008

Ai, ai, esse orkut...

Foi o Danilo quem me convidou pro site há muito tempo atrás. Por muitos meses eu resisti com poucas comunidades, participando ativamente em todas elas, com poucos amigos, tanto porque quase ninguém tinha esse tal de Orkut.

A Luiza chegou a me pedir pra convidar ela e a prima dela, porque naquela época, só entrava convidado. Realmente, acho que esse foi um jogo muito legal pra deixar as pessoas com vontade de participar. Tinha gente que até comprava (gastava money!$$! Tutu!!) convite pra entrar no Orkut!

E o Orkut foi evoluindo. As comunidades foram aumentando em um nível, que qualquer coisa que você pense, já existe uma comunidade a respeito no site de relacionamento. Como uma comunidade mesmo diz, "Orkut devia ser profissão", porque tem gente que vive pra pensar no que criar ou aprontar com o Orkut.

Campeão de fim de relacionamentos. Quantos pombinhos apaixonados não deixaram o site pra evitar confusão. E quanta gente não armou o maior barraco por causa de um scrap (ou vários scraps... Quem sabe até um testimonial?). Quantos fakes profiles e provocativas comunidades.

A gente também encontrou aquela professora do prézinho na comunidade da escola. Você não vê o molequinho que colou catota em você desde o Jardim II, mas lá está ele, na sua lista de amigos. É muito fácil ter amigo assim, poxa!

Pra piorar, ou melhorar, depende do ponto de vista, podemos saber quem andou fuçando no nosso Orkut, o que pode render várias surpresas quando ativado. E uma das últimas do Sr. Orkut, bloquear fotos, scraps, vídeos. Eu tenho a minha teoria, de que só esconde foto quem é feio.

Ai, Ai, esse orkut, viu?

30 de jan. de 2008

Fuuuuuuuuuuuuuuuuu

Aqui estão meus desejos quando eu estiver soprando as velinhas. Eu sei que não pode contar pra ninguém, mas tenho certeza que quem ler, vai guardar segredo.

1º - Arrumar um emprego urgente, em uma área legal. Não sei se pelo emprego em si, ou apenas para sair do ócio e parar de criar barriga;

2º - Ter finalmente meu cachorro (a), desses que são bem companheiros, que conversam com você, que dividem o pote de sorvete nos dias de solidão, e que não interessa o quão errada você esteja, te olham com cara de babão e parecem concordar com tudo;

3º - Viajar pra cada cantinho do mundo. Andar de avião, montar um boneco de neve, ver pessoas diferentes, pisar na lua, admirar uma construção velha, ficar de boca aberta, sem acreditar que foi a natureza que esculpiu aquilo sozinha;

4º - Praticar um esporte. E não pode ser tipo vôlei e futebol, porque eu tenho medo da bola e das outras pessoas em volta. Também não pode envolver água ou bicicletas, porque eu não tenho, digamos, talento natural pra isso. Mas eu ainda vou encontrar um que encaixe.

5º - Construir um lar, muito além de uma casa. Onde as paredes serão da cor que quero, assim como os móveis e a plaquinha da casinha do cachorro. Aí eu não vou mais ouvir "quando você tiver a SUA casa...".

1, 2, 3, e...

FUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU



Eu sei, eu devia ter pedido dinheiro.

23 de jan. de 2008

Pessoas do lado de dentro

Eles não fazem parte da família, mas fico chocada quando algum ator ou atriz morre. Fico chateada mesmo, procuro as notícias, conto pras pessoas. Pessoas famosas não deveriam morrer! Assim como pra mim, eles não comem, não fazem cocô, não têm amigos e não assistem tv.

Recentemente foi o Nezinho da novela das 6. Tadinho do Luiz Carlos Tourinho. Hoje foi um choque quando recebi uma mensagem da Taís às 9 da madrugada que dizia "Ci! Acorda Agora! O Heath Ledger morreu! Eu tô em choque!". Já pensou quando Jô Soares morrer? E aqueles atores consagrados tipo, vai dar em plantão da Globo "Morre Regina Duarte". Ou Antônio Fagundes, ou Roberto Carlos, Ronaldinho.

Não só a morte, mas eu realmente duvido muito que essas pessoas tenham qualquer tipo de coisa chamada de vida. Eles se relacionam só com pessoas do mesmo meio e aparecem no Faustão de vez em quando. Não vivem na mesma realidade que a gente. Deve ser difícil ser assim também.

Um vez quase cheguei a acreditar que gente pública tinha vida. Sthefany Britto, recém chegada de Chiquititas foi parar na minha escola. Quando estava quase me acostumando com ela e o ainda não tão famoso irmão Kayke Britto no intervalo, ela teve que sair da escola e se mudar para o Rio, pois as gravações de "O Clone" (se não me engano) estavam pra começar. Hoje a gente se vê todos os dias na novela das 6.

Olha só que pequenininha e de uniforme, até parece normal! hehe