27 de abr. de 2008

Blogs de quem eu não conheço

Gosto de blogs e ponto. Abomino miguxês, fofuxês, burrês, estrelinhas que rolam sobre a tela, templates de desenhos japurungas, posts hoje eu tomei suco de maracujá e tudo mais que deixa o blog pesado pra carregar e chato pra ler. E abomino hoje, pois meus blogs com a Tata já tiveram quase tudo isso...

Não sou de ficar caçando blogs, comentando por aí, para atrair pessoas até o meu aguardando um comentário. Os mais acessados são mesmo os das pessoas em volta de mim. Em minha (pequena) lista de links, os blogs são de amigos mesmo, mas teve outros três que me conquistaram de verdade e sempre dou uma passadinha pra ver o que há de novo. São eles:

Garotas que dizem Ni

Acho que provavelmente todos os leitores deste blog conhecem as Garotas. Apesar de já ter dançado várias músicas anos 80 bem pertinho das Garotas no Darta Jones, não temos nenhum laço de amizade além de um amigo em comum. Essas garotas têm o dom de escrever bem! Pode escolher um post antigo ou de agora, a diversão é garantida! Gosto do jeito que elas escrevem, são criativas e engraçadas, não importa o assunto. Tem de tudo lá! Nem sei se dá pra considerar como "blog"... Dá vontade de ler comendo pipoca!



Delícias Cremosas

Um belo dia decidi fuçar os links do Danilo. Um deles me chamou mais atenção do que os outros, talvez pela minha tara por comida. Assim foi que achei esse blog. Dilicioso. Amigas que se juntam, fazem uma delícia cremosa, fotografam e contam passo a passo como foi e qual o resultado. Tem informações do tipo "2 colheres de maizena (farinha quebra o galho)", que não se encontra em receitas normais, fora os nomes que geralmente são diferentes, como "Torta *Desacreditada* de Limão". Eu ainda não testei nenhuma receita, mas só de ver as fotos... Hummmmm.


Allison Mack

Ela é a Chloe Sullivan de Smallville e é óbvio que eu não a conheço. O que me chamou a atenção mesmo foi ver como ela é atenciosa com os fãs. Allison posta sempre, conta novidades, fala da vida, responde entrevistas como um videoblog e tem coisas divertidas, como os MackEvents: ela lança um desafio e o público manda os arquivos para que ela escolha o vencedor. O último foi "foto roubando beijo" e o novo é "escolher uma cena de filme/livro preferida, representar e mandar pra ela pelo YouTube". O inglês dela é perfeito e ela é muito fofa!

24 de abr. de 2008

Deus

Não me critiquem e não me julguem, por favor. Tenho que dizer que às vezes, duvido sim da existência de Deus, cujo nome inicio em maiúscula mais pelo nome próprio do que qualquer outra razão.

Há tanta coisa errada no mundo que fica difícil de pensar que tem alguém querendo nosso bem. Fico pensando como é injusto a gente não ter certeza sobre nada e eu gosto de ter certeza. Eu sempre digo, eu, na condição de Cindy, jamais saberei o que aconteceu antes de nascer e o que vai acontecer depois de morrer. Essa resposta eu nunca vou ter... E embora as religiões tentem explicar algumas coisas, só fico mais confusa.

Algumas vezes acredito em reencarnação. Mas que chato novamente pensar que eu, Cindy, não saberei de nada. Acho errado também pensar em voltar pra pagar coisas de vidas passadas, karma e essas coisas... Gosto da idéia de que sou única e que serei eu para todo o sempre.

A ressurreição é bacana. A vida vira passagem e a vida eterna é ao lado de Deus. Aí a gente se reencontra tudo lá em cima e continua cuidando dos que aqui estão. E vive eternamente na paz do senhor. Mas porque aqui tudo tem que ser tão tortuoso?

Tem pais jogando filhos pela janela, filhos matando pais... Muita gente inocente pagando por nada.

São esses os momentos em que duvido de Deus. A gente faz tudo certinho e só toma na cabeça.

Embora eu desconfie, eu afirmo que fé não falta. Eu torço do fundo do meu coração pra que as coisas dêem certo. Eu envio energia positiva e mando boas vibrações pra que as coisas aconteçam. Pra mim e para os outros. E rezo sim, às vezes, pra caso Deus existir, ajudar nos momentos de precisão e aproveito pra agradecer caso tenha sido feito dele.

Se Deus existe, ele me perdoará por não ter acreditado nele. Ele entenderá que é direito meu ter dúvidas... Se ele não existir mesmo, é como diz a Taís, acaba ali. E pra ser bom sincera, é só conversar 5 minutos com ela, que eu compro essa versão, apesar de que não gosto nem um pouco da idéia.

22 de abr. de 2008

Por que eu jogo The Sims?

Tem gente que acha idiota, mas eu acho é muito divertido. Me sinto um deus aqui do lado de fora da tela com todo o poder nas mãos.

Minhas famílias são poderosas, ricas e influentes. Trabalham por prazer e por pura realização. Arrumam emprego na área que querem com uma simples ligação. Eles têm casão e se a casa não é muito boa, eu trato logo de arrumar uns 50.000 emprestados do meu super banco imaginário. Eles se tornam diretores de cinema, astros do esporte, gênios do crime e renomados chefes de cozinha.

Não tem um que não consegue bolsa para os filhos estudarem em escola particular. E as crianças aproveitam a oportunidade, pois na faculdade estão sempre nos primeiros da lista e passam de ano com a nota máxima.

Todos têm muitos amigos e a casa está sempre cheia. Até em The Sims, não se vive sem amigos, pois de acordo com o número de amizades, você consegue ou não receber uma promoção no serviço. Eu que escolho os casais e que resolvo se é a hora ou não de fazer filhinhos.

Tento ao máximo realizar todos os desejos deles, pra que eles fiquem felizes e ganhem pontos. Escolho com cuidado a aspiração, de acordo com o meu humor. Tem dia que é família, outro é popularidade, conhecimento, dinheiro e por aí vai. Com isso é determinado o desejo máximo da vida deles, em que se ganha "bom humor" pro resto da vida, uma vez conquistado o desejo. Quem conversa muito comigo já me ouviu falando "ah, é que eu tenho aspiração por família e você por conhecimento".

Quando alguém morre em The Sims, vem a Dona Morte, e aparece uma jarra no chão com as cinzas e só. Mas dá até pra trocar um par ou ímpar com ela e convencê-la a não levar quem veio buscar. E o Simzinho só sente saudade se essa situação estava na lista de perda de pontos de aspiração. Senão, nem chora direito.

Eu jogo pra que meus Simzinhos vivam bem. Faço tudo que eles querem, sou uma deusa boazinha. E sabe que eu faço quando acontece alguma coisa que não gostei? Saio sem salvar o jogo. Fácil, né? Pena que não é assim mesmo na vida real. E ainda dizem que o jogo simula a vida real...

Se alguém tá jogando The Sims com a gente, tá fazendo tudo errado!


A Família Sheridan

18 de abr. de 2008

. . .

O dia estava lindo. O céu estava azul, e apesar do ventinho frio que batia vez ou outra, o sol estava ali. As nuvens eram fantásticas, branquinhas, pareciam algodão. Tudo até estaria normal, se não fosse uma situação tão não inesperada.

Tenho duas certezas. Uma é de que ele está bem, onde quer que ele esteja. E a outra é de que todos nós estaríamos melhor se ele estivesse aqui. Quantos sonhos não ficaram por se realizar. Ele precisava de mais tempo! Não é justo...

Não entendo o que aconteceu, não entendo o porquê. Às vezes, parece que não aconteceu. Tenho certeza que para a família e todas as pessoas muito mais próximas, tudo mudou desde sexta-feira, mas foi hoje que começou a cair a ficha por aqui.

Hoje foi um dia de lembranças. Todas as vezes que fomos em baladinhas, a festa do pijama aqui em casa, quando ele aparecia pra buscar a Amanda na faculdade, o Hopi Hari, as risadas ouvindo Os Seminovos, nossa viagem pra praia, o jogo do Palmeiras (mesmo sendo são paulino), até o último teatro, em que eles chegaram no último segundo antes de fecharem os portões.

Acho que a gente pode usar o blog pra desabafar de vez em quando, né? Eu não conseguiria falar de outra coisa. Não tenho pensado em muitas outras coisas...

Essa foto de novo, porque é assim que a gente se lembra de você!

Amanda, sempre, para o que precisar. Ninguém além do tempo é capaz de amenizar o que você sente hoje, mas tente encontrar algum conforto nas suas lembranças. E não se esqueça que estou aqui pra conversar, distrair e chorar também.

13 de abr. de 2008

Novidades

Que ruim dizer isso, mas eu não tenho coisas boas para contar. Adoro contar que aconteceram coisas interessantes na minha vida, fico horas me apegando a cada detalhe não importante como a cor da blusinha ou a música da época. Adoro ter um assunto inédito e ficar jogando conversa fora. Adoro falar de mim. Pode falar de você, eu escuto, mas me deixe falar de mim também.

Não há maneira mais espetacular de se conhecer do que falar. Pensar enlouquece e falar organiza as idéias... Temos que ser egoístas de vez em quando.

Às vezes, acho que a falta de novidades boas atrai energia negativa. Ou seja, coisa ruim, puxa coisa ruim e coisa boa puxa coisa boa. Já que a maré não está para coisas boas, vamos tentar mudar o rumo da vida lembrando de bons momentos.

9 de abr. de 2008

A pergunta da semana é...

E eis que resolvi fazer uma greve total das duas coisas que eu mais gostava de comer/tomar. O motivo? Emagrecer um pouco. Eu resistiria? Claro que não... E pra me prender na greve, fiz o voto de São José. Ficar um ano sem comer essas coisas... Começou dia 19 de março, dia do Santo, mas eu comecei 1 mês antes, que como disse minha mãe, foi pra ver se eu resistiria (e eu passei no teste). Quais são as coisas que eu não posso comer? Pão e refrigerante.

Pão nenhum. Não vale pão de queijo, pão de mel, pão de forma, broa, croissant, pão sírio e nem torrada (porque é pão, né?!). E eu estou levando a sério, porque já estou bem ferrada sem castigo divino, promessa é coisa séria.

Minha dúvida na verdade não tem nada a ver com pão. Sendo H2O uma água gaseificada com saborzinho, é considerada refrigerante? Eu tô doidinha pra experimentar essa nova de maça - e água com gás poooodi.

8 de abr. de 2008

Novelinha das seis

Me desculpem se já falei sobre isso aqui (nem lembro), mas ontem foi um dia especial pra mim e hoje preciso comentar.

Gosto de tv, não é novidade pra ninguém. E geralmente, escolho minha programação de acordo com os atores que estão participando. Será que eu sou normal? Espero que sim...

Acontece que, além de combinar atores, eu sou apaixonada por novela das seis. É mágico, não é? Eles sempre conseguem ser criativos na coisa de inventar uns causos diferentes pro mocinho e pra mocinha. Quando comecei assistir Desejo Proibido, achei que não teria jeito, afinal, Miguel era padre! Mas ele desapadrinhou perante o Vaticano, para se render aos abraços de Laurinha, a moça do milagre.

Novela das seis é divertido porque é um de época engraçado. Raros os dias que você não solta umas gargalhadas, seja com a vontade de apagar o fogo na caçarola de Florinda, ou com o Padre Inácio que teve que aprovar uns pecados para viver bem.

Bons atores, novela das seis de época, isso pra mim é diversão garantida.

A minha novela preferida EVER é Cabocla. E por ter gostado tanto, decidi que iria assistir Desejo Proibido. Além de contar com a presença ilustre de Grazi Massafera, tem o Daniel de Oliveira. O problema é que quem se apaixonou pelo amor entre Luís e Zuca, em Cabocla, que mandar Henrique, atual personagem de Daniel de Oliveira, para a fogueira. Aiiii que ódio daquele molequinho insolente dos infernos! Maldito dia em que resolvi assistir essa novela. Acho que eu dava uns tiros do ator se o encontrasse pela rua.

Entretanto, aparentemente a Globo sentiu minhas más vibrações... E tratou rapidamente de passar Cabocla, pra que as pessoas desistissem da idéia de colocar Daniel de Oliveira na cruz. E começou ontem... E eu assisto de novo! E quantas vezes passar! Não só essa, mas assisto (de novo) se passar (de novo) O Cravo e a Rosa, A Padroeira, Chocolate com Pimenta... Ihhh, a lista é longa...

Emerenciana: Que hora ocê vai pra Pau d´alho?
Boanerges: Vou logo cedo, que se o trem adiantá, já tô lá...
Emerenciana: Aaah! Boanerges! Ocê sabe que o trem num vai adiantar, ocê vai cedo é pra ficar de prosa com seus amigos da política...
Boanerges: Mas que que tem de mal nisso? Eu não sou o chefe político dessa gente? Eu não sou o presidente da câmara? Tenho mais é que cuidar dos meus interesses...
Emerenciana: Ainda mais agora né Boagerges, que ocê rapou o bigode pra ficá mais moço. Ai Boanerges, se eu fico sabeno que ocê arrumô alguma espivitada...
Boanerges: Aaaai, mas que diaxo! E eu sô home disso? Já num disse que rapei o bigode porque perdi a carreira com o Justino? E eu não sô home de ficá com esses már pensamento, mas ocê fica aí me atazanano, é capaz de eu arrumá sarna pra mi coçá...
Emerenciana: Mas ocê que se atreva!
Boanerges: Então pára com esse ciume besta, sô!

31 de mar. de 2008

Amigos e amigos

Tem amigos pra rir, pra beber, pra conversar, pra fazer confissões, pra balada, pra um monte de coisas.

Eu sou um tipo especial de amiga. Eu sou uma amiga do tipo melhor amiga. Quer dizer, eu acho né. Porque com o tempo, os amigos pra rir, pra beber, pra conversar, pra confissões e pra balada seguem seus caminhos com a paz do senhor. E perto de mim, só sobrevivem os amigos que também são do tipo melhor amigo.

Gosto de gente que se doa para a amizade, sem ser invasivo e reconhecendo que isso leva tempo. E mesmo depois de a amizade estabelecida, ainda acho estranho o jeito diferente das pessoas de serem amigas. Às vezes fico chateada, às vezes vejo que é só coisa da minha cabeça, afinal, aceitar as diferenças faz parte da vida.

Tem gente que é calorosa, se empenha pra que amizade dê certo e continue. Tem gente que fica na sua, mas sabe que quando precisa, pode contar, tem coisa que a gente não precisa ficar falando. Tem gente que sabe que distância não é motivo pra acabar uma amizade. E a gente percebe com o passar o tempo, quem são os verdadeiros amigos.

Eu acredito que há pessoas que, apesar de não ser do tipo melhor amigo, têm também melhores amigos. Um amigo pra balada pode ser um melhor amigo, não pode? Vai do que cada um espera da amizade.

Pra mim, amizade no começo é como uma semente de feijão plantada no algodão. Pode até não demorar pra brotar, mas é muito difícil de se manter. Ainda sim, qualquer pessoa que tenha se feito um dia importante na minha vida (um bom importante, não mau), eu chamo de amigo com prazer. Mas os amigos que permanecem (que também são do tipo melhor amigo, com as variações), dá pra contar nos dedos de uma mão só.

Eu e a Taís, em alguma aula da Tânia em 2003 (apesar que nos conhecemos no primeiro dia de aula em 2001)

Uns dias atrás, em 2008.

27 de mar. de 2008

Vááá se ferrar!

Não entendo MESMO. A pessoa tem a cara de pau de entrar em um site de relacionamento e não quer que ninguém veja nada? Então sai fora, meu!

Eu estranhei quando tudo começou com "ver quem entra no seu orkut". Não gostei da idéia e desativei. Uns tempos atrás, percebi que fuçar orkut alheio não levava a lugar nenhum e resolvi habilitar a ferramenta novamente. Muito útil, por sinal. Sei quem entra no meu, e que está habilitado, aí eu sei se posso ou não fuçar no da pessoa.

Quando o Sêo Orkut apareceu com essa cachorraiada de bloquear fotos, vídeos e scrap achei mais absurdo ainda. Pra mim, só tem uma explicação. Se bloqueia scrap é porque deve e se bloqueia foto é porque é feio (a).

O pessoal usa de desculpa o perigo que é a divulgação de informações, porém, tenho certeza que esse não é o real motivo do bloqueio. Mais ridículo ainda é aquilo "scraps lidos, respondidos e apagados". Vá te catar, zé mané, se responsabilize pelas suas conversas.

Eu apago? Apago sim. Apago todos os spams, convites pra festas, gatas safadeeenhas e coelhinhos mimosos que são enviados de baciada. E só, de resto, não devo nada pra ninguém. Não marco balada por scrap, não combino horas e locais secretos e não tem encrenca com meu namorado.

PIOR! Acabei de lembrar dessa. Entra o povo pra fuçar no meu Orkut e eu não conheço, né... Aí, eu entro pra ver quem é e a própria pessoa que fuçou tem fotos e sraps bloqueados. Tem sentido isso?

B-L-O-Q-E-E-I tudo! Agora, só os meus amigos conseguem ver minhas fotos, scraps, vídeos (que eu nem tenho). Momento de revolta! Momento de revolta!

26 de mar. de 2008

Nos meus relacionamentos, aprendi que

- telefone, só para o básico e necessário. Longas conversas não fazem bem;
- as demonstrações de sentimentos podem ser maiores ou menores, mas que os sentimento devem ser iguais;
- escrever tantas cartas não equivale a que ter boas conversas;
- se a gente tem vergonha da pessoa, é melhor pular fora logo, porque nunca dará certo;
- ninguém deve mudar por ninguém, mas que o tempo se encarregará de equilibrar as coisas;
- se ver todo dia só passa a ser um problema quando não se quer tanto assim ver todo dia;
- quando achamos que tem algo de errado, quando conversar é melhor que abraçar e beijar, acredite, tem algo errado;
- antes 1 na mão, que 2 voando. E tenho certeza que não fui só eu que aprendi isso;
- caso ele tenha a oportunidade de fazer algo com você, mas prefira os amigos logo no comecinho, não vai muito pra frente;
- ser amada por ele, é bem melhor do que ser amada pela família dele;
- homem toma a iniciativa sim (mesmo dizendo que não), quando está mesmo afim;
- não é possível manter amizade com ex-namorado. Ou talvez eu não queira mesmo;
- a gente chora quando acaba, fica chateado, mas passa logo. Ninguém morre de amor;
- mil vezes prefiro estar só, do que mal acompanhada, claro;
- confiança se sente no coração. E desconfiança e ciúme é só pra encher o saco;
- relacionamentos anteriores afetam muito nos futuros. A gente faz um balanço geral e tenta ser uma pessoa melhor;
- agora sim tenho um namorado fiel e sincero. Agora sim é o que eu queria, o que eu procurava, o que eu esperava. 50% meu e 50% dele. Mas 100% nosso.

24 de mar. de 2008

ETE Professor Camargo Aranha

Passar no Camargo foi a maior mudança que já aconteceu na minha vida até agora. Foi quando aprendi andar de ônibus sozinha. Quando beijei pela primeira vez e onde tive meu primeiro namorado. Lá, conheci minha melhor amiga. Cabulei aula pela primeira vez, arrumei briga com o pessoal da escola. No dia que saiu o resultado, foi quando fiz luzes nos cabelos. Acho que pra sempre, o médio será inesquecível.

Lá, tive professores que ainda duvido que existam de verdade. Desde a Cibele no primeiro ano (que saia pra fumar e falava que ia ver se tinham soltado a filha do Sêo Abravanel) até a Terezinha no terceiro (que era super rígida e no dia da prova, ela saia no meio da aula e colocava uma tia pra ficar tomando conta da gente). Cada figura... Irene chamava os alunos de coió, além de ignorar nossa existência em sala de aula.

O Camargo tinha umas coisas interessantes. O pessoal do A eram os nerds (e estranhos), o B era conhecido como sala Playmobil, porque éramos infantis ao extremo. O C era uma sala de pessoal perturbadas, eles se estranhavam, o D eram os nerds que ficaram nervosos no dia da prova e acabaram passando no D, o E era a sala descolada, todo mundo paz e amor, e o F era a sala dos excluídos que passaram em segunda chamada.

E nós éramos prá lá de infantis mesmo! Mas éramos criativos =) A gente cantava várias músicas inventadas. Tínhamos um super artista chamado Michael. Cantávamos pros professores (Eu quero Tânia, Tânia! 1 2 3 A Tânia aparece e tudo muda de uma vez!), fazíamos paródias das músicas. Uma sobre o B está aí em baixo.... É só cantar no ritmo de Velha Infância.



*Eterna infância*

O Camargo é assim
O "B" é ruim
O povo não tem jeito
Mas o que fazer?
Não dá pra esconder
A gente é bobo mesmo

Não gosto da Terê
Nem gosto de ficar de PP
O Rafael é tão falso comigo
Meu pior amigo é o Schulai
E na escola
Da prefeitura
A gente tem...bagunça!
Guerra de ovo
De mixirica
E a gente tem...bagunça!

Os professores me assustam
Nilséia e o seu minhocão
A Silvia e o chuchuzinho
Denise, rifas e o provão

A Eloísa é assim
Judia de mim
Eu tô acostumando
E o Juvenal
Pega no meu p...é
Agora eu tô gostando

Gostamos do Capitão
Polimeno você é nosso herói
Às vezes achamos meio estranho
Mas você gosta de dá pra nóis

E a gente canta
Na aula da Tânia
E a gente não se cansa
De fragmentar
Patrícia cobrar
Olha o vestibular

O Jõao deu um cabulão
E a Marina chorou no seu sermão
A 1:30 o Marcos começa a aula
Será que eu saio dessa confusão (Será?!)

Pra sempre assim
O "B" está em mim...
Pra sempre assim

Onde será que estão as pessoas do B? Será que elas ainda existem??? Tenho minhas dúvidas...

20 de mar. de 2008

Sabe com quem você parece?

Eu: Deixa eu adivinhar. Com a Ingrid Guimarães?
Qualquer pessoa no mundo menos o Danilo: É!!! Acertou!!! Já te falaram isso?
Eu: Sim! E eu não pareço com a Ingrid Guimarães!

Tá vendo, eu não pareço com ela.


***


Danilo: Sabe com quem você parece?
Eu: Deixa eu adivinhar. Com a Ingrid Guimarães?
Danilo: Não, com a Jennifer Garner.


Essa é lindona, Hollywood, eu até queria parecer de verdade com ela.

***

Esses dias no metrô, uma mulher me perguntou: Você é irmã da Cláudia?
Eu: Não. (Não, minha senhora, nem da Cláudia nem de ninguém. Por sinal, sou filha bem única!!!)


***

Hoje, saindo da academia: Ei, você é a namorada do Dudu?
Eu: Quem é você? (,estranho)
Ele: Sou o irmão da cunhada dele.
Eu: Ah! Oi, tudo bem? (Ufa, essa sou eu mesma)

***
Será que eu tenho um rosto tão comum assim???

18 de mar. de 2008

A pergunta da semana é...

Minha mãe veio me falar hoje que quando ela estiver velhinha, se for uma velhinha chata, pra eu colocá-la em um asilo. Fiquei pensativa... Será que a gente consegue controlar essas coisas? Não o fato de colocar no asilo seus pais, mas ser ou não chato no futuro.

Às vezes acho que serei invadida por uma imensa vontade repentina de viver. Que o fato de não ter mais uma longa vida com grandes expectativas, me deixará com o humor mais animado. Isso é o que eu quero né, mas será que eu conseguirei ser assim? Porque se não for controlável, eu vou dar muito trabalho pros meus filhos com a minha chatisse.

Essa é minha dúvida. Será que a gente conseguirá controlar quem a gente quer ser?

16 de mar. de 2008

Assim mesmo

Muitos concordarão comigo, nada pior que desprezo. Eu não viro a cara para qualquer coisa. Costumo brigar, espernear, falar inúmeras vezes antes de resolver me calar. E eu aviso. Aviso pra que se preocupe quando o meu silêncio ficar em evidência. E aviso quando fico em silêncio. Porque aí, ninguém terá motivos pra dizer que não fui clara o bastante.

Não brigo por grandes coisas. Não chega a ponto de ser necessário. Eu costumo barrar em grande quantidade de pequenas coisas. Tem gente que junta tudo e explode de uma vez só. Eu sou diferente, implico por cada detalhe fora do meu contexto normal. Exijo a linha quase perfeita, mas sei que além das tantas que brigo, tem muitas que faço vista grossa. Imagina se eu fosse implicar por tudo. Eu implicaria, mas não...

Sou chata. Isso ninguém pode negar. Tem gente que é legal, que tudo tá bom. Mas eu sou crítica. Fora que mudo de humor em milésimos de segundos e um simples pensamento transforma pra mim uma tarde de sol em uma tempestade cheia de raios e trovões. Eu levo cada detalhe em consideração... E o pior de tudo, eu nunca, nunca esqueço nada.

Costumo me cobrar demais. Quero que as coisas dêem sempre certo e fico arrasada quando elas não dão. Não quero ser um fracasso e tenho muito medo disso. Como boa aquariana, estou sempre de olho no futuro. Se não há futuro, não há porquê. Não deixo as coisas pela metade, acho errado e, às vezes, terminar as coisas me consome.

Não me orgulho de tudo que sou. Estou muito longe de consertar meus defeitos. E mais longe ainda de ser perfeita. Eu acho que a vida ainda vai me ensinar muito como transformar as fragilidades em armas, mas talvez esse pensamento é só mais uma maneira de buscar a perfeição. Então o negócio é aceitar cada característica e pensar que tenho as ruins e tenho as boas também. E isso que faz de mim um ser humano bem normal.

Como diz a Greyce, o que o berço deu, só a tumba tira.

12 de mar. de 2008

Eu e minha mania de ver filmes repetidos

Sempre que passo em frente a Renata Vídeo aqui perto de casa tenho vontade de entrar e alugar um filme. Às vezes, tenho vontade de escorregar naqueles brinquedos coloridos que tem na locadora, brincadeirinhaaa, mas essa não é a questão. Sempre que vou com alguém, nunca sei o que alugar e fica um grande impasse. Quase sempre a gente sai da locadora sem filme nenhum nas mãos.

Quando vou sozinha, a história é outra. Já cheguei a sair de lá com uns 7 filmes na sacolinha. Mas isso é praticamente uma raridade, já que ao mesmo tempo que eu gosto da locadora, eu geralmente alugo filmes... repetidos.

Por quê será, hein? Acho que filme assistido no cinema é muito mais engraçado, a gente presta muito mais atenção, dá muito mais medo e quando assistimos em casa, perde o encanto. Então, um filme que já é meia-boca, assistido em casa vira filme de terror real. Talvez seja culpa da telona, que tirou todo o encanto dos filmes caçados nas locadoras.

Outro motivo que me faz resistir à tentação é o preço. Meia-entrada custa 7 reais. Sete reais muito bem gastos com aquela explosão de prazer. Na locadora, lançamento custa 4. Não é muito caro? Por isso, filminho da Renata Vídeo aqui em casa só em terças e quartas malucas, cujo preço baixa pra 1,99. Aí sim...

Por causa dessa diferença da telinha e do cinema, quando entro na locadora vou direto nos filmes que já assisti na telona. Me dei conta disso ontem, quando aproveitando a Quarta Maluca peguei "Os Simpsons" e "Tropa de Elite" porque já sabia que eram bons filmes. Filme aleatório, só muito bem recomendado, senão só alugo se eu já assisti! Estranho, né?

8 de mar. de 2008

Grande coisa

Foi o que eu ouvi do meu namorado quando cobrei "eu que devo parabenizar você hoje pelo dia da mulher?". Na verdade, eu só queria fazer uma cena, porque nem eu tinha lembrado do tal Dia da Mulher até descer pro salão em um chato sábado e ouvir uma delas se vangloriando pelo tal dia.

A resposta seguiu e depois de ouvir "todo dia é o seu dia, linda", eu já falei pra ele parar porque estava exagerando. Teve gente aqui que até recebeu flores. Eu já dispenso em datas verdadeiramente especiais, quanto mais no dia das mulheres.

Ser mulher há muito tempo devia ser mais difícil mesmo, mas acho que nossas ancestrais fizeram bom trabalho e até hoje damos vários "iááás" nos caras. Pra ser bem sincera, chega de igualdade. Não quero dividir a conta, quero que abra a porta do carro pra mim e quero cuidar do meu lar.

Não sou contra a independência, pelo contrário, sou totalmente a favor. Por isso, acho que a mulher tem que alcançar o pico logo, ser dona de seu nariz, ganhar seu próprio dinheiro e não só mostrar que é capaz, mas efetivamente cuidar da sua própria vida. Sentir o gostinho de ser capaz e depois, se render a outros prazeres de ser mulher. Cuidar de sua casa, educar seus filhos e encontrar um trabalho que permita que isso se realize. Deixar o homem pensar que manda (faz com que eles se sintam bem) e ter o prazer de saber que quem na verdade manda, é ela.

Ser mulher é especial, quase mágico. Na próxima vida quero nascer animal não racional, mas fêmea. A gente pensa muito mais, faz muito mais coisas ao mesmo tempo e tudo isso sobre o salto e de TPM. Então, não vamos nos dedicar um único dia especial, ora pois.

7 de mar. de 2008

A pergunta da semana é...

Imagina a cena: você é sequestrado e jogado no em um cativeiro no fundo de uma casa velha e lá tem um cachorro. Nem de longe os sequestradores pensam em dar comida pra você, mas pro Totózinho não falta. Minha dúvida é, se acontecesse isso, você comeria a ração do cachorro?

Na verdade, isso veio na minha cabeça enquanto assistia um comercial de ração, Pedigree acho. Mostra como é nutritivo, com molho de carne, cheio de vitaminas, regula o intestino, isso deve ser uma delícia! Perguntei pro meu pai se ele comeria e ele disse que na hora da fome, qualquer coisa vai. Pedi pra minha mãe comprar, mas é óbvio que ela não vai fazer isso, afinal, tudo que eu vejo no comercial, eu peço.

Bom, caros amigos, eu não recuso comida boa e comeria sem pestanejar. A propósito, minha mãe acabou de chegar do mercado com as minhas "Estrelitas" que eu vi no cormercial e pedi pra comprar ( e insisti, porque foi o mais parecido com ração de cachorro que eu encontrei e tem gosto de chocolate).

2 de mar. de 2008

Só salão de beleza?

Nasci praticamente dentro de um salão de beleza. Minha mãe dividia o tempo entre tesouras e mamadeiras e sempre fui acostumada com esse ambiente. Nunca outra pessoa cortou meu cabelo ou me fez depilação. Faço as unhas nos horários que não atrapalha as clientes e ouço de muitas pessoas "ai, como eu queria ter uma mãe cabeleireira".

Sim, de fato, é ótimo. Apesar de que casa de ferreiro... E santo de casa... Mas não é sobre isso que é o post. Todos sabem que em salão, o que mais tem é conversa fiada. E eu achava que era só isso, mas nesses últimos meses, pra levantar uma graninha e não ficar tanto tempo coçando, tenho ajudado minha mãe e percebi que a tal conversa fiada vai muito mais além do que imaginava.

Ela chega cansada, correndo, dá um oi geral e senta pra fazer as unhas. Coloca a bolsa do lado e dá uma desculpa qualquer pela unha quebrada. A partir daí, começa a sessão. Fala-se sim sobre o que tá passando na tv e o que aconteceu no Big Brother, mas as pessoas usam esses momentos para principalmente, desabafar. Contar sobre o filho que anda meio sem jeito, o marido que andou galinhando por aí, os pais que enchem o saco demais.

Acredito que a função mais importante da minha mãe e das manicures é ser boa ouvinte. Elas proporcionam às pessoas aquilo que elas mais querem: sentirem-se mais bonitas e verem realizado aquele momento unicamente dedicado a elas mesmas. E aproveitam pra desabafar, pra dividir as inúmeras alegrias e sentem que alguém está dando atenção. Acho que até, devido à situação, elas ficam mais suscetíveis a aceitar conselhos.

Quantas pessoas eu já não vi entrar pela porta de um jeito e sair pelo menos uns 20 kilos mais leve. Algumas dão uma passadinha e fica claro, que elas só queriam um ouvido e a verdade, que elas sabem, mais tem dificuldade de aceitar. Visitar a cabeleireira ou fazer as unhas vira de repente uma deliciosa terapia. Por isso eu acho que isso aqui é muito mais que um salão de beleza.

Admiro demais o trabalho da minha mãe. Ela consegue realmente deixar as pessoas mais bonitas. E segundo ela, a satisfação não tem preço. Não conheço ninguém que goste tanto de trabalhar como ela.

28 de fev. de 2008

L o s t

Eu sou uma menina muito comportada que NÃO está baixando os episódios de Lost da 4ª temporada neste site aqui, ó, porque isso é proibido! Logo, eu ainda NÃO achei estranho o fato de só termos flashfowars nesses episódios e não mais flashbacks. Acho que os roteiritas ficaram acelerados com a tal greve.

Como já disse, sou uma menina muito comportada. Pra assistir as outras temporadas, eu NÃO peguei as temporadas emprestadas e gravei pra mim. Eu gosto de assistir tudo junto, de uma vez, mas conter a curiosidade depois do final da terceira foi muito difícil.

Aparentemente, o Charlie morreu em vão já que o Jack nem deu importância para o que ele falou e foi atrás do pessoal do helicóptero. O que parece que deu certo, afinal, de acordo com os flashfowards, ele saiu da ilha. No total seis. Ele, Kate, Sayid, Hurley e... Aaron? Ele conta? Pois é, que revelação, por essa eu não esperava. Não que eu saiba qualquer coisa que está aí acima, afinal, eu NÃO baixei os episódios e assisti.

Eu gostaria de entender o que é que Lost tem que deixa a gente viciado, curioso e surpreso. Esses caras entendem o que fazem. Cada episódio é um susto. Eu não entendo o que é que fez eles cairem na ilha, como eles vão sair e porque eles querem voltar depois, mas nem faço questão, porque ser surpreendido a cada episódio é o máximo.

10 Razões do porque amamos Lost de novo
Por Paige Albiniak para o NY Post

1. A atual temporada mantém a quase perfeição do final da temporada passada: Vimos os losties emboscando os Outros e mais tarde ficando à espera do resgate. Aquele final concluiu um capítulo e iniciou outro de uma maneira bem instigante. Essa nova temporada tem feito o mesmo.

2. Descobrimos o destino de Jack: Aquele final introduziu o flash forward e nos mostrou Jack entregue ao alcoolismo depois de deixar a Ilha. "O flash forward é parte de um plano maior para a série", diz Damon Lindelof, co-produtor executivo. "A 4ª temporada é sobre quem sai da Ilha e o fato de que eles precisam voltar. A 5ª será sobre porque eles precisam voltar e a 6ª é sobre o que acontece quando eles voltam."

3. Sabemos quem sobrevive: A 4ª temporada já introduziu seis sobreviventes: Jack, Kate, Hurley e Sayid [e mais 2 ainda não revelados]. Esses "6 da Oceanic" saíram da ilha mas um deles vai morrer - isso será mostrado nessa temporada. "Fizemos uma escolha de focalizar a história nos personagens que os fãs amama desde o início - Jack, Kate, Sawyer, Locke, Sayid e Hurley," diz Lindelof.

4. Os novos personagens são ótimos: Que rede complexa eles estarão formando? Daniel Faraday é um físico inseguro e Miles é um caça fantasmas de pavio curto. A antopóloga cultural Charlotte Lewis tenta continuar charmosa mesmo pendurada de cabeça para baixo em uma árvore. E Frank Lapidus é o piloto que deveria ter pilotado o vôo Oceanic 815.

5. Jack e Locke são rivais: Jack perdeu a liderança da Ilha para Locke depois de um racha que promete trazer muita tensão. Pensamos que Ben ainda está no comando das coisas especialmente agora que sabemos que ele tem um espião no cargueiro. "A maldade está nos olhos do observador," diz Carlton Cuse. "Se você é Benjamin Linus todos são vilões, menos você."

6. Sayid se juntou a Ben: O pessoal do cargueiro aparentemente representa uma ameaça maior do que os Outros jamais foram. Sabemos que Sayid trabalha para Ben no futuro e que Hurley está ajudando Locke a ganhar vantagens sobre Jack e Kate.

7. Ganhamos mais episódios: Lindelof e Cuse nos dariam apenas 8 episódios de Lost. Agora que a greve acabou, eles farão 13. O episódio 7 termina com um grande gancho e depois a série ficará fora do ar por um mês. "Teremos um mistério bem significativo respondido no sétimo episódio," diz Cuse. "O oitavo episódio foge do padrão tradicional da série dando início a algo novo."

8. Mais tensão sexual: O quadrilátero amoroso entre Jack e Kate, Kate e Sawyer e Jack e Juliet promete complicações deliciosas com Jack dizendo a Kate que a ama, Sawyer pedindo Kate para ficar com ele na ilha e Juliet salvando o dia para Jack.

9. As viagens da série: Parte do material promocional da série para essa temporada inclui o reflexo de uma cidade na água. "Estamos levando a série para fora da Ilha essa temporada para lugares como Berlin e Tunisia," diz Cuse.

10. Existe um final: J.K. Rowling convenceu Lindelof e Cuse a anunciar uma data final para Lost. "Quando ficamos sabendo que ela só escreveria sete [livros de Harry Potter], ficamos inspirados," disse Lindelof. "Séries como Grey's Anatomy não precisam ter um início, meio e fim definidos. Eles podem trazer novos médicos, enfermeiras e pacientes, mas séries como a nossa precisam saber onde vão terminar."

26 de fev. de 2008

Boa música ruim

Eu não curto muito um forró, axé, funk, pagodão e samba. Também não fico feliz com Babado Novo e Chiiicleeeeteeeee, que pra falar a verdade, eu não sei se é axé, funk, padoge ou samba, rs, sei que forró não é. Acontece que, apesar de não gostar de nada disso, tem algumas músicas que mexem com a gente mesmo sendo ruim, e por quê? Porque elas nos fazem lembrar de alguma coisa que aconteceu lááá atrááás e ainda hoje, quando toca, dá friozinho na barriga.

1996 - Excursão do Colégio para, se não me engano, o "Vale dos Girassóis". Meninos contra meninas no ônibus, brincadeira das palavras nas músicas. O monitor comandava tudo. E a palavra dos meninos foi: marrom. Há! Ponto pras meninas! Marrom bombom, marrom bombom, nossa cor marrom, marrom bombom, marrom bombom, nossa cor marrom...

No auge dos meus 10 anos estourou É o Tchan! Na época, Gera Samba. E eu não cheguei a estourar, mas inflei. E gorda, eu tinha vergonha de dançar na frente dos outros, mas eu comprei um cd falso, colocava no meu radinho e Segura o Tchan! Amarra o Tchan! Segura o Tchan Tchan Tchan Tchan Tchan! By the way, eu faço tudo com um bambolê! Ou seria um Bambotchan?? Hehe

Piscina, sol, churrasqueira. Assim eram os domingos no sítio. Eu colocava minhas bóias nos braços e por nada, saia daquela piscina. E não dava pra comer, porque se a gente saísse da água pra comer, só podia voltar depois de 2 horas. Então eu ficava brincando na água e minha mãe quando passava, enfiava uma carne na minha goela abaixo. E no som: vem que eu nao aguento mais viver aqui sozinho, porque sem teu carinho a vida é solidão...

Nossa, tem várias... SPC e Raça Negra é o que mais tocava na época e na "Cidade FM", atual "Sucesso". E quando eu ia viajar com meus tios e no caminho na sexta a noite, nós íamos ouvindo "Love songs are back again...".

Bons tempos...